FINOCCHIO, Silvia. La escuela en la historia Argentina. Buenos Aires: Edhasa, 2009. Resenha de: QUADROS, Claudemir de. Revistas para professores na Argentina: discursos, conselhos pedagógicos e sucessos editoriais. História da Educação. Santa Maria, v. 17, no. 40, Mai./Ago. 2013.

Silvia Finocchio é professora na Universidad Nacional de La Plata e na Flacso, Argentina. Dentre suas publicações, podem ser destacadas as seguintes: Lenguaje y nuevas tecnologías, (co-autora); Enseñar hoy: una introducción a la educación en tiempos de crisis, 2003, (organizadora); Pasado y presente del trabajo, 1998, (coautora); Haciendo memoria en el país de nunca más, 1996, (co-autora), Enseñar ciencias sociales, 1993, (organizadora); Curriculum presente, ciencia ausente III: un análisis de los contenidos de Historia, 1993, (co-autora).1

O livro objeto dessa resenha, La escuela en la historia Argentina, com 211 páginas, organiza-se em introdução e cinco capítulos. No primeiro capítulo, Las revistas educativas, são feitas indicações acerca do objeto impresso denominado revista, sua relevância e relações com a circulação de idéias no âmbito escolar e, sobretudo, entre professores. Nos capítulos dois, três e quatro, La escuela en las revistas del siglo 19, La escuela en las revistas de la primera mitad del siglo 20 e La escuela en las revistas de la segunda mitad del siglo 20 são descritas estratégias editoriais, pautas e, sobretudo, discursos postos em circulação acerca dos modos de ser professor na Argentina. No quinto capítulo, Hacia el nuevo siglo, abordam-se publicações apresentadas desde o ano 2000 e propõem-se considerações finais. No geral, as análises das revistas são pautadas a partir da perspectiva de Roger Chartier, com destaque para o conceito de artefato cultural.

A proposta da autora é estruturar o texto a partir da seguinte pergunta: por que uma história da escola Argentina a partir da imprensa educativa2? Segundo Finocchio (2009), a imprensa educativa se constituiu, desde a segunda metade do século 19, num ámbito desde onde se pensó, se organizó, se discutió, se propuso, se redefinió y se renovó la educación. También, porque la prensa educativa fue un espacio que no solo expresó creencias, gustos y preferencias sobre materiales y modos de enseñar, sino que hizo a las relaciones más o menos amables de la cultura escolar con la cultura política, religiosa, académica, de géneros y popular o masiva. (p. 13)

Mais do que isso, a autora propõe a hipótese segundo a qual uma série de publicações periódicas, no formato de revistas e produzidas por editoras comerciais, são preponderantes entre os professores e estão a vencer a “batalla por el imaginario pedagógico, enfrentando así tanto al ámbito académico de la educación como al de las políticas educativas” (Ibid., p. 13).

Silvia Finocchio aponta que, ao longo do século 19, o gênero revista logrou se estabelecer na Argentina em função de variados fatores: avanço das técnicas gráficas, aumento do público leitor, menor custo em relação ao livro e possibilidade de apresentar informação variada:

la revista se transformo en una publicación emblemática de la vida moderna por la variedad de información que ofrecía […] y porque divulgaba nuevas ideas y sensibilidades presentadas como modernas, progresistas y civilizadas entre segmentos más amplios de la población. (Ibid., p. 16)

É marcante, no texto, o fato de que desde a constituição do sistema de escolarização na Argentina, a esfera pública da escolarização se nutriu da imprensa periódica dirigida a professores. Esperava-se que a leitura contribuísse para a sua imagem e, principalmente, para o seu aperfeiçoamento.

Segundo a autora, a partir da catalogação de 350 publicações, foi possível elaborar um panorama provisório da imprensa educativa na Argentina entre os séculos 19 e 20 e, com isso, demonstrar a amplitude temática, reconhecer os atores envolvidos, observar as trajetórias e as mudanças que buscaram promover e, ainda, visualizar o alcance geográfico. Em termos gerais, foram identificados seis tipos de revistas: publicações sobre o sistema educativo e as instituições escolares; publicações para os professores; publicações para um tipo específico de escola – particular, religiosa, técnica; publicações destinadas ao apoio e à inclusão escolar; publicações para escolarização não formal e publicações do campo da Pedagogia ou das Ciências da Educação.

Enquanto temas privilegiados, afirma-se que a imprensa educativa permite identificar tanto as políticas governamentais relacionadas à escolarização, quanto a micropolítica das instituições. Explorar a imprensa educativa permite visualizar não somente objetos da cultura escolar, mas também os processos educativos: “se trata, además, de una dinámica histórica intensa en la que los diversos contextos políticos, sociales y culturales se expresan con y desde la educación” (Ibid., p. 24). Em outras palavras, pelo que é dito na imprensa pode-se conquistar pensamentos e emoções, formular críticas ou propostas orientadas para impulsionar ou renovar a escola.

No capítulo 2, La escuela en las revistas del siglo 19, são analisadas as revistas Anales de la Educación Común (1858-1875), El Monitor de la Educación Común (1881-1901) e revistas do movimento sindical. Aborda-se o mundo escolar a partir dessas publicações e, nesse contexto, informa-se a presença constante do governo, que pauta discussões acerca da escola. Segundo a autora, cabe admitir que, ao longo da história da Argentina, “el Estado, el mercado y la sociedad han estado más mezclados de lo que se suele reconocer, al menos en el mundo de la educación” (Ibid., p. 37).

Pela revista Anales de la Educación Común procurava-se disseminar o discurso da necessidade e relevância da implantação da instituição escolar, conquistar e convencer a sociedade da importância de um sistema escolar ou, em outras palavras, produzir uma opinião pública e difundir os sentidos da escolarização: civilização e progresso social. Tendo em vista essa finalidade, optou-se por abordar saberes consagrados como elementares para a instituição escolar, “esto es, la lectura y escritura, fuertemente asociados a la iniciación a la moral, la formación del carácter, la pulidez de las maneras y la enseñanza de la verdad y la justicia” (Ibid., p. 40).

A partir de 1875, com a criação da Direción General de Escuelas, a revista se converteu em veículo oficial desta e teve continuidade com outros três nomes: La Educación Común en la Província de Buenos Aires (1876-1881); Revista de Educación (1881-1893) e Boletín de Enseñanza y Administración Escolar (1895-1916).

El Monitor de la Educación Común começou a ser publicado em 1881 e se mantém até hoje3. Vinculada ao Consejo Nacional de Educación, era dirigida aos inspetores escolares e, nas suas páginas, destacam-se preocupações com prédios escolares, materiais instrucionais, sistema de inspeção e assistência escolar. Por meio dela é possível perceber a materialidade da escola e a presença dos estudantes. Destaca-se, ainda, que a publicação dos informes dos inspetores escolares e das atas do Consejo Nacional de Educación torna visível a ação do governo na organização do sistema de escolarização.

Dentre as revistas de associações de professores ou do movimento sindical são destacadas: a) El Monitor. Periódico Mensual de Educación y Enseñanza Primaria (1873), no âmbito do qual se buscava preservar os saberes da prática em confronto com a perspectiva de formação dada pelo Curso Normal, considerada distante da realidade; b) La Educación (1886) que, dirigida aos professores normalistas, tinha o propósito de difundir bons métodos de ensino; c) Revista Pedagógica Argentina (1888) que, embora focada no professor, trazia variedade de temáticas: notícias, bibliografias, correspondências, informes, mensagens, exercícios; d) La Nueva Escuela (1893) e La Escuela Positiva (1895), que apresentavam idéias relacionadas com a renovação do ensino na perspectiva da Escola Nova; e) La Enseñanza Argentina. Órgano de los Intereses de la Enseñanza y del Magisterio (1895); f) Revista de Instrucción Pública (1898).

Todas essas revistas estabeleceram crenças, idéias, sentimentos que conformaram a cultura profissional: amor à profissão, saber do professor, preparação moral, formação do caráter, assim como colocavam em circulação postulados pelos quais se buscava formar a opinião pública, circunscrever as opções de profissionalização e informar acerca do domínio de saber e do cumprimento de prescrições dos governos.

No capítulo 3, a autora aborda as revistas na primeira metade do século 20 e o principal argumento é que este foi o século dos professores, quando uma variedade de publicações periódicas organizou o campo da escolarização e dispôs os professores no centro da tarefa educativa. Entende-se que “desde diferentes posiciones […] los docente pasaran a ser el corazón desde el cual iba a latir el sistema educativo” (p. 63).

Essa perspectiva é desenvolvida a partir da análise de publicações dirigidas aos professores, em especial:

a) El Monitor de la Educación Común, publicação do governo que passou a destacar a atuação dos professores no cenário do sistema de escolarização. Na primeira metade do século 20, a revista não teve caráter prático nem prescrevia o que fazer em aula. Oferecia conhecimentos por meio de artigos sobre questões doutrinárias, bem como informes, transcrição de conferências, resenhas;

b) revistas produzidas nas universidades, com a intenção de estabelecer uma pedagogia científica, dentre as quais: Archivos de Pedagogia y Ciencias Afines(1906), depois designada Archivos de Ciencias de la Educación(1914), publicada na Universidad de La Plata: apresentava pautas da psicologia experimental; Anales de la Facultad de Ciencias de la Educación, publicado na Universidad Nacional del Litoral; Boletín del Instituto de Pedagogía, publicado na Universidad Nacional del Litoral; d) Revista de Pedagogía (1939).

Cabe destacar que essas publicações repercutiram de modo intenso nas escolas normais:

La revistas del campo de la pedagogía o de las ciencias de la educación construyeron y legitimaron miradas sobre la escuela de la que se hicieron poco a poco eco las escuelas normales donde la producción académica se convirtió en bibliografía obligatoria y, por tanto, donde esas miradas tuvieron mucha más vigencia que en las propias universidades. (Ibid., p. 91)

c) Outra revista importante nesse período foi La Obra, que veiculava uma pedagogia prática do dia-a-dia do trabalho docente. Iniciativa de professores adeptos da Escola Nova com preocupações práticas apresentava ilustrações, atividade de recorte e monte, desenhos, carimbos. Concorreu para a formação de um mercado de materiais didáticos e fazia oposição a regulações e propostas dos governos;

d) revistas das associações de professores, pelas quais se pode perceber as lutas profissionais e as relações com os governos. No geral, buscavam o fortalecimento da figura do professor nas escolas e abordavam questões associadas à saberes, titulações e condições do exercício do magistério. São citadas: Tribuna del Magistério, Nueva Revista, Revista dela Asociación de Maestros de la Provincia de Buenos Aires, Lainez, Revista de Asociación de Maestros 1erCentenario de Mayo, Revista de Profesorado, Noticiario de la Instrucción Media, Circulo de los Profesores Diplomados en Enseñanza Secundaria, ADA: Revista de la Agremiación del Docente Argentino;

e) La Escuela Popular, vinculada ao movimento anarquista, apresentava esboços de experiências escolares alternativas;

f) La Educación Católica, vinculada à Igreja Católica, insistia em apontar o professor como uma pessoa virtuosa.

Segundo Finocchio, essas revistas possibilitaram recoger impresiones no solo sobre los muy diferentes docentes que se acercaron a sus páginas, sino – y esto es lo más interesante – sobre el proceso de formación de una comunidad plural configurada por la lectura de revistas especializadas. (Ibid., p. 65)

Em síntese, o argumento forte desse capítulo é que discursos feitos circular por revistas produziram a formação dos professores, estabeleceram pautas, criaram práticas.

No capítulo 4, La escuela en las revistas de la segunda mitad del siglo 20, o argumento é que a cena educativa foi povoada por uma questão central: a mudança da escola. É destacado que o discurso da mudança foi liderado, sobretudo, pela imprensa governamental. A mudança aconteceria pelo desenvolvimento da autonomia e da profissionalização docente, que seriam alcançadas “a partir de un arduo proceso de lectura de la propia tarea denominada reflexión sobre la práctica” (p. 134).

Nesse contexto, destacam-se revistas editadas pelo governo, dentre as quais El Monitor de la Educación Común, Educación y Cambio, Espacio Público e Zona Educativa, que tiveram atuação importante en la construcción de discursos reformistas e innovadores que renegaron de renovaciones anteriores, desestimaron los cambios graduales y coaccionaran a los docente en pos de nuevas reformas. La prensa educativa oficial fue un espacio privilegiado para establecer la agenda de cada reforma, plantear el diagnóstico de una serie de problemas y proponer al conjunto de los docentes diversas soluciones que enfrentaran las dificultades detectadas. (Ibid., p. 140)

Além das revistas mantidas pelos governos, destaca-se uma grande variedade de publicações de instituições de formação e de editoras escolares. Finocchio afirma que, em tempos de massificação da escola primária, a mediação da leitura não se realizou somente por meio do livro, mas pelas revistas das mais importantes editoras de textos escolares, as quais “estuvieron destinadas a preparar la lectura de los docentes, a explicarles las ideas acerca del tipo de texto, de imágenes y de estructura que se entendía podía enseñar mejor a los alumnos” (Ibid., p. 162).

Houve, também, grande quantidade de revistas usadas como estratégia de afirmação da organização sindical e do professor como trabalhador da educação. Nessas, sobressai-se o sentido de militância: “militancia y lucha social, militancia y lucha política, militancia y lucha pedagógica, militancia y lucha en defensa de la escuela pública, militancia y lucha democrática” (Ibid., p. 169).

Já as revistas de escolas particulares são publicações institucionais, produzidas para fazer circular propostas, reflexões, inovações e experiências. Ressalta-se que un recorrido por estas revistas permite reconocer puntos de inflexión y producción de conocimientos sobre la educación, ya que del cientificismo y positivismo o del espiritualismo y antipositivismo se fue pasando al desarrollismo y planeamiento de la educación, es estructuralismo y la radicalización del pensamiento educativo, la democratización y los neomarxismo, el neoliberalismo, el postestructuralismo y las teorías pos-críticas. (Ibid., p. 180)

No capítulo quatro há, ainda, destaque para três dimensões da profissão docente presentes nos periódicos: a circulação de discursos sobre a crise da escola e mudança, sobre a profissionalização dos docentes e sobre a reflexão sobre a prática. No geral, essas proposições concorreram para reconfigurar à produtividade do trabalho docente.

No quinto e último capítulo são feitos destaques acerca da configuração dos periódicos a partir do ano 2000. O argumento principal é que periódicos de ampla circulação, em especial os produzidos pela editora Ediba – www.ediba.com – lograram recriar leitores de variados perfis, “desde el docente familiarizado con la reflexividad propia del discurso intelectual a aquel que solo lee textos sencillos, llanos y breves” (Ibid., p. 193). Nesse contexto, Finocchio vê o desenvolvimento de um fenômeno singular:

El consumo masivo por parte do los docentes de revistas de consejos pedagógicos que se compran en quioscos y que están especialmente destinados a acompañar sus tareas, inquietudes, preocupaciones y sensibilidad. […]. En efecto, ellos establecen no sólo un modo particular de asimilar el cambio y la permanencia sino que, además, los docentes las prefieren y en la batalla por el imaginario pedagógico, ganan. (Ibid., p. 194)

Para a autora, esses periódicos, designados revistas de conselhos pedagógicos, logram orientar práticas de ensino por meio de recursos para as diversas tarefas que os professores têm nas salas de aula. Apresentam sugestões ou modelos de planos anuais de trabalho escolar, atividades para alunos, lâminas, mapas, fichas, instruções, regras para convivência na escola e, sobretudo, enfatizam questões práticas: o que fazer, como fazer. Os professores encontram, nas revistas, algo em que se agarrar. Algo que, supostamente, não encontram na direção das escolas, na formação continuada, nas políticas dos governos, nas famílias, na Pedagogia: las revistas de consejos pedagógicos ofrecen un vocabulario para el yo docente, al tiempo que brindan recetas para la práctica diaria del maestro. De este modo, este se comprende a sí mismo, si reanima y se instrumenta. Se trata de una respuesta precisa al ethos de autoayuda. (Ibid., p. 209)

A partir da leitura do livro pode-se, por exemplo, imaginar outras perspectivas para a profissão docente. Talvez, apenas talvez, receitas, modelos ou conselhos pedagógicos não sejam, necessariamente, um mal. Talvez convenha perceber, ou finalmente convencer-se, de que aquilo que os professores entendem que seja necessário para as suas aulas pode não ser o mesmo que os intelectuais, a soldo dos governos ou das universidades, pensam que deva ser. Em outras palavras, talvez a comunicação entre uns e outros precise se reestruturar ou se pautar de outros modos, em especial no respeito ao que os professores, na efetividade de suas práticas, entendem que seja necessário, apropriado, pertinente ou, sobretudo, possível. Talvez seja preciso reconhecer que a necessidade ou desejo de modelos ou sugestões de planos de trabalho, de atividades, lâminas, transparências, mapas, fichas e tudo mais, seja uma dimensão importante da profissão docente. Por que não discutir ou mesmo admitir essa possibilidade?

Se os professores não conseguem ver fundamento prático ou usabilidade para o que é dito ou proposto pelos intelectuais, por que não admitir a possibilidade de que o que é proposto tenha pouco sentido? Por que não admitir a possibilidade de que a demanda por revistas de conselhos pedagógicos indique que a formação docente precisa prestar atenção ao outro – professor – e não somente a si própria? Por que não admitir a possibilidade de que as políticas precisam considerar outras dimensões que não apenas as demandas dos governos? Ou, enfim, por que não passar a formação de professores para dentro da profissão4?

Apesar do título do livro anunciar que se trata da história da escola, tem-se um livro de história acerca da profissão docente ou acerca dos modos pelos quais objetos impressos buscaram produzir diferentes formas de ser professor na Argentina; de como objetos impressos lograram instituir pautas que conformaram diferentes práticas ou, ainda, dos modos pelos quais discursos foram capturados e feitos circular com vistas a produzir subjetividades docentes.

Tem-se um livro com um enredo assentado num importante trabalho empírico e pautado por análises produzidas a partir de uma perspectiva pós-estruturalista. Um livro de história a partir do qual se pode multiplicar relações entre objetos impressos, editores, leitores, governos, sindicatos, universidades, intelectuais, mercado, consumo, indústria cultural, professores.

O livro incentiva diferentes abordagens acerca da temática imprensa periódica para professores, sobretudo no sentido de que tem o potencial para demonstrar como alguns – governos e intelectuais – não levam em conta supostos desejos, anseios e necessidades dos professores e, como outros – editoras comerciais – conseguem capturar, apropriar-se, entender esses desejos, anseios e necessidades e produzir sucessos editoriais.

Notas

1 Veja entrevistas com Silvia Finocchio em http://www.youtube.com/watch?v=-Ye7EGYjnT4 e http://www. youtube.com/watch?v=5PXiEZDskz 4.
2 “Imprensa educativa”, “imprensa periódica dirigida a professores”, “imprensa de educação e ensino”, “imprensa escolar ou estudantil”, “imprensa pedagógica”, “imprensa periódica pedagógica”, “imprensa educacional”, “imprensa estudantil”. Qual seria a denominação mais apropriada para esse objeto impresso?
3 El Monitor de la Educación Común está disponível em http://www.me.gov.ar/monitor/ed_anter.htm e http://www.bnm.me.gov.ar.
4 Ver NÓVOA, António. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2009. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/53200450/antonio-novoa-2009-professores-imagens-do-futuro-presente>. Aces-so em: 21 nov., 2012.

Claudemir de Quadros – Universidade Federal de Santa Maria, Brasil. E-mail: [email protected].

Consultar publicação original

 

Deixe um Comentário

Você precisa fazer login para publicar um comentário.