Jane Semeão
Jane Semeão
Itamar Freitas
Itamar Freitas

Bem-vindo(a)s ao Resenha Crítica!

Neste blog, divulgamos resenhas produzidas por especialistas, avaliadas entre pares e publicadas em periódicos das áreas de Artes, Comunicação, Educação, Psicologia, Linguística, Literatura, Filosofia, Geografia, História, Antropologia, Arqueologia, Política, Relações Internacionais, Sociologia e domínios Interdisciplinares.

Somos professores das áreas de Teoria da História e Ensino de História e atuamos em instituições públicas do Ensino superior: Jane Semeão, na Universidade Regional do Cariri (URCA), e Itamar Freitas, na Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Apreciamos a resenha de livros e a consideramos, junto ao artigo e ao ensaio, um instrumento básico de comunicação científica  para a vida acadêmica.

As diferentes plataformas nas quais são atualmente publicadas as resenhas, contudo, impedem a busca em escala e multidisciplinar.

Resenhas são designadas por diferentes termos, a exemplo de "avaliação", "revisão", "revisão de livro" e "revisão bibliográfica". Não recebem palavras-chave, são referenciadas de modo vário e excluídas, como gênero textual, da maioria dos buscadores clássicos.

Por esses motivos, criamos este blog. Com ele, divulgamos o gênero e facilitamos a vida dos estudiosos que querem iniciar suas pesquisas exploratórias a partir do exame de livros e de modo interdisciplinar.

Com o Resenha Crítica também desejamos estimular a produção de publicações que tenham a crítica bibliográfica como escopo, além de aproximar leitores, autores, resenhistas, tradutores, revisores técnicos, organizadores e editores.

Nos tópicos que se seguem, apresentamos um definição de resenha e informamos sobre algumas das formas de acessar a informação acumulada no acervo do blog.

Boa leitura!

Definindo resenha

Nosso entendimento de resenha está explicitado nos excertos que se seguem, escritos por Gisele de Carvalho, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Ao buscar a etimologia das palavras resenha, recensão, resenha crítica e crítica recensória isoladamente, tem-se para a primeira ‘descrição ou relato minucioso’. Já a segunda está atrelada à noção de ‘apreciação, julgamento’. Estas duas ideias se combinam nos últimos termos para marcar a natureza de um gênero do discurso que descreve e avalia um produto artístico, seja ele literário, teatral, cinematográfico, musical, televisivo ou das artes plásticas.

A palavra resenha perdeu seu significado meramente descritivo e é usada, hoje em dia, como sinônimo dos outros termos. No entanto, fora as pessoas que circulam nos meios onde o gênero é usado, muitas o desconhecem ou então o reconhecem pela designação de crítica, como são popularmente chamados os textos que circulam nos cadernos culturais de revistas e jornais.

Resenhas de livros cumprem pelo menos três papéis na academia. Podem ser lidas como o conjunto das reações à publicação de um livro, servindo assim para vários pesquisadores como registros da recepção de uma obra em determinado contexto sócio-histórico. Também podem ser utilizadas como guias para leitura e aquisição de livros recentemente publicados ou traduzidos.

Atualmente, aqueles que desejam manter-se atualizados em seu campo de estudos precisariam dar conta de uma grande carga de leitura. No entanto, bem sabemos que esta tarefa é virtualmente impossível, não só por falta de tempo, mas também por falta de recursos para a aquisição de todas as publicações que julgássemos dignas de inspeção.

Para lidar, ao mesmo tempo, com a necessidade de atualização e com a carência de tempo e meios, professores e pesquisadores recorrem a resenhas de livros, na tentativa de selecionar que leituras são realmente fundamentais dentre os lançamentos editoriais em sua área de especialização. Por fim, resenhas podem também ter uma função didática, ao serem utilizadas como um exercício de escritura que aciona várias competências, em especial as de compreensão leitora, de síntese e de avaliação crítica.[...]

Resenhas acadêmicas são publicadas em periódicos cujo público é predominantemente composto por leitores interessados na área do conhecimento a qual ele se filia; são produzidas tanto pelos membros mais experientes da academia, como por mestrandos e doutorandos. Contudo, da mesma forma que outros gêneros acadêmicos, a resenha é instância de conhecimento, crenças e valores que se querem partilhados. Assim, o jargão não é evitado, pois a publicação se destina a um público que o compreende (ou quer compreendê-lo, no caso dos novatos).

Uma breve leitura dos títulos resenhados em periódicos da mesma área também pode apontar as novas tendências de estudo e pesquisa. As resenhas acadêmicas têm também as seguintes características recorrentes: são encontradas em seções denominadas ‘resenhas’, geralmente localizadas depois das que contêm os artigos acadêmicos, nas últimas páginas do periódico, em geral. Ilustrações são raras, mas não totalmente inexistentes.

Têm necessariamente de apresentar a referência completa do livro resenhado em porção destacada do texto, sempre precedendo o texto em si; além do nome completo do resenhista (nunca só suas iniciais), também registram sua filiação institucional, complementada ou não por um mini-currículo que consta de uma nota de pé-de-página ou de fim.

Seus títulos podem ou não antecipar a avaliação emitida, e essa, em geral, procura contrabalançar aspectos positivos e negativos da publicação. O livro objeto da resenha acadêmica tende a ser de natureza não-ficcional e apresentar tema de relevância para a área; em vista disto, parte do texto da resenha é composto por uma síntese descritiva da organização do livro ou do tema nele desenvolvido.

(*) CARVALHO, Gisele. Resenhas acadêmicas: um guia rápido para escritores de primeira viagem. Disponível em< https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4548899/mod_resource/content/1/slidex.tips_resenhas-academicas-um-guia-rapido-para-escritores-de-primeira-viagem-gisele-de-carvalho.pdf> Capturado em 4 jul. 2020. [Com adaptações estilísticas].

Composição do acervo

Dada a natureza da resenha com a qual trabalhamos, coletamos resenhas avaliadas por especialistas, publicadas em periódicos acadêmicos, designados por "anais", "boletim", "caderno", "revista" e similares.

Também recolhemos resenhas de Magazines e Suplementos de Jornais de grande circulação, desde que autorizados por seus respectivos editores.

Para as revistas acadêmicas, a autoridade está na avaliação entre pares. No caso dos Magazines e Suplementos especializados, vale o prestígio do periódico entre os intelectuais das respectivas áreas, como também o próprio currículo do resenhista, explicitado ao final de cada texto.

Se você edita periódicos não contemplados no blog, escreva para nós. Teremos prazer em receber a sua contribuição e divulgar o trabalho dos seus colaboradores.

Processamento e postagem

A coleta e a postagem de resenhas é diária.

Depois de coletados, os textos são formatados dentro de um padrão que minimiza as diferenças entre os projetos editoriais originais de cada periódico-fonte.

O objetivo é viabilizar uma leitura confortável, sobretudo, nos celulares e smartphones. Sempre que possível, submetemos as resenhas à arquitetura abaixo.

1. Título da postagem. Contempla o título e o subtítulo da obra, o nome do autor em caixa alta e abreviação do título do periódico entre parênteses. O objetivo é facilitar a identificação imediata dos principais elementos de referenciação (título, subtítulo, autoria e periódico).

2. Data original da publicação da resenha. Por requisição da plataforma worldpress, toda datação cronológica inicia-se, de modo fictício, em 01. O mês corresponde ao primeiro marco temporal prescrito para o número o periódico. Na ausência do intervalo em meses, relativo ao número do periódico, registramos 01 de janeiro como data de publicação.

3. Retrato do(a) autor(a). Em geral, o autor é apresentado ao topo do post. Na ausência de retrato do(a) autor(a) (ou de um retrato de domínio público), inserimos imagem indiretamente sugerida pelo(a) autor(a) da resenha ou um detalhe da capa da obra resenhada.

4. Retrato da capa da obra resenhada. Essa imagem é postada à esquerda do segundo parágrafo em formato miniatura, imediatamente abaixo das referências da resenha. Para não saturar rapidamente a memória do blog, postamos imagens de autoria e obra em apenas uma resenha por volume/número coletado.

5. Referências bibliográficas. Os elementos de referenciação estão organizados segundo prescrições da ABNT. Na ausência sistemática de elementos isolados, a exemplo do título da resenha, do volume ou do número do periódico, da cidade, das páginas inicial e final da resenha, esses espaços não serão preenchidos.

6. Corpo textual. O texto principal da resenha respeita a divisão, os subtítulos , formatação da fonte (itálico, negrito etc.) e a iconografia original.

7. Notas e referências. Respeitamos todos os modos de referenciar e de apresentar as notas, provenientes do periódico-fonte. Não corrigimos, excluímos, ampliamos ou complementamos dados contidos nas notas e/ou referências listadas originalmente ao lado ou ao final de cada resenha.

8. Autoria da resenha. Mantemos a nota biobibliográfica mais completa, apresentada pelo periódico e eliminamos eventuais repetições.

9. Fonte da publicação. Após as informações sobre o autor da resenha, fornecemos, sempre que possível, o link para a publicação original. Quando o arquivo da resenha não permite cópia ou está corrompido, informamos: "Acesso somente pelo link original" e copiamos o referido link.

10. Compilador. As letras maiúsculas entre colchetes identificam o compilador da resenha para eventuais correções.

É importante registrar que a grafia original das resenhas é mantida. Para eventuais correções no original, erros de diagramação ou de digitação por parte do blog, contate-nos,

Buscadores

Em todos os blogs e sites encontramos um buscador geral, identificado com uma lupa ou com as palavras "pesquise", "pesquisar", "busca" e "buscar". No Resenha Crítica, essa ferramenta está situada no menu de categorias (linha azul) do cabeçalho do blog. Lembre-se de que ele dá acesso as palavras dos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais (indistintamente) de todas as resenhas. Isso pode ser um complicador, dada a imensa quantidade de resenhas que esse instrumento pode filtrar.

Pensando em tirar melhor proveito dos textos, planejamos buscas que estimulassem o livre trânsito do pesquisador entre pareceres de especialistas de diferentes domínios. A meta foi dar a conhecer a atribuição de valor a cada obra, mas também compartilhar os diferentes entendimentos e modos de praticar a crítica livreira.

Categorias como "crítica textual", "crítica literária" e "crítica histórica" depõem sobre ideias e procedimentos que inventam e regulam domínios do conhecimento. Elas podem ser contrastadas por meio do exame dos próprios produtos gerados, enriquecendo o universo de escolhas de quem busca solucionar um problema de pesquisa.

Os pareceres dos especialistas (as resenhas) também constituem, simultaneamente, o corpus de cada área e um corpus que trata da experiência humana em largo sentido. Quem explora conhecimentos específicos, como a percepção de "verdade", ou a interpretação de um acontecimento, a exemplo da "Gripe espanhola", pode encontrar indicações de leitura, acompanhadas da crítica de especialistas em Estética, Humanidades e Ciências Sociais,.

A arquitetura do blog também se adéqua aos distintos interesses e estágios de investigação: a busca de resenhas por áreas do conhecimento, a busca de resenhas por objetos do conhecimento processados sob múltiplas questões.

Busca por área do conhecimento

A busca por áreas é viabilizada no menu de categorias - uma linha azul, localizada no cabeçalho do blog.

Ali estão as entradas de acesso à apresentação de cada revista, relativa às grandes áreas de Artes e Comunicação, Linguística e Literatura, Ciências Humanas e Sociais e aos domínios Interdisciplinares.

Cada área é subdividida em domínios específicos. Ciências Humanas e Sociais, por exemplo, dá acesso aos post de apresentação das revistas de Arqueologia.

O post de cada periódico, por fim, dá acesso às resenhas respectivas.

A classificação das resenhas por área é apenas sugerida pela política editorial de cada periódico. Se você acessar a expressão "Humanas e Sociais" e clicar na categoria "História", por exemplo, encontrará resenhas publicadas em periódicos tipificados por seus editores como "de" História.

Mas atente para o fato de que uma revista mantida por historiadores, como a "Anos 90", pode não conservar a palavra "história" no título. E mesmo uma revista que contempla "História de...", no título, pode não ser considerada pelos historiadores como "de História". É o caso, por exemplo das revistas nomeadas como "História da Educação".

Mas isso não significa que a obra resenhada seja classificada por seu próprio autor (ou mesmo pelo resenhista) como pertencente ao domínio "da" História. Significa apenas que os historiadores entenderam a publicação como significativa para a sua área de atuação. A resenha publicada reflete, assim, o interesse dos editores e pareceristas recrutados por aquela revista, naquele título ou no conjunto de livros.

Esse caráter fluido da classificação pode interessar, principalmente, aos pesquisadores que desejam conhecer, seguir ou contestar o que vigora como ethos ou cânone em certo domínio acadêmico.

Se você não se interessa por essas disputas paroquiais e quer buscar artigos "de história", use o "Índice de Revistas".

Busca por objeto do conhecimento

O segundo caminho de busca está disponível nos botão ÍNDICES, também situado na linha (azul) de menu, no cabeçalho do blog.

Ali você encontra os links para as páginas que listam objetos, profissionais, títulos de livros resenhados, periódicos que publicam resenhas, períodos, lugares e editoras.

Os termos acessados com a ferramenta OBJETOS são, em sua grande maioria, coletados nos títulos das das obras resenhadas, nos títulos e no corpo textual das próprias resenhas.

Raramente um editor indexa palavras-chave de uma resenha. Isso dá a esse índice de objetos um caráter dificilmente encontrado em outro portal.

A experiência dos editores do blog com determinadas obras, temas e questões também conta no estabelecimento das palavras-chave.

Usando esse buscador, você pode eliminar centenas de títulos que não contemplam substantivamente a sua questão.

Pode também acessar termos-chave, obscurecidos por títulos metafóricos. A Fábula das Abelhas, de Bernard de Mandeville, por exemplo, foi indexada como fonte sobre "prosperidade", "economia" e "comércio livre" no Século XVII.

A busca por objetos também recupera resenhas produzidas em diferentes domínios científicos, ampliando as possibilidades de uso de informações e de estratégias metodológicas. Se você clicar na palavra "desejo", vai acessar comentários de filósofos, historiadores e antropólogos, tratando do assunto em sua historicidade (ao longo da idade moderna), examinando-o na obra de Leibniz, no romance latino-americano, no ato de se alimentar e no cotidiano dos prostíbulos.

Observe que alguns nomes próprios foram grafados sem sinais de acentuação ou aspas. Isso evita a pulverização de capitulares na formatação do índice. Termos em espanhol e oxítonas como "África", "Ética" e "Êxodo" são exemplos dessa necessária adaptação (grafados como "Africa", "Etica" e "Exodo").

Busca por profissional

Com a ferramenta PROFISSIONAIS, quisemos reunir, em um só lugar, grande parte dos trabalhadores envolvidos no processo de construção dos livros e das resenhas que são identificados por siglas: autores (Aut), organizadores (Org), editores (Ed), tradutores (Trad), apresentadores (Apr), introdutores (Int), apresentadores (Apr), revisores técnicos (Rev), ilustradores (Ilu) e resenhistas (Res). Algumas siglas, que possuem correspondentes em língua portuguesa, porém foram mantidos. São os casos, por exemplo, de "compendiador" (Compe) e "compilador" (Compi), comum em referências de livros em espanhol.

Consultando a listagem, você vai perceber que aquele resenhista do seu interesse também pode atuar como um tradutor e até um autor de obra especializada no objeto da sua crítica. Assim, por cruzamentos de funções (abreviadas ao final de cada nome) ou combinação, você poderá ampliar a sua convicção sobre o valor e o grau de inserção daquele profissional em determinado domínio acadêmicos.

Busca por livro resenhado

Se você quer ter acesso direto aos termos destacados pelos autores pode buscá-los diretamente nos títulos das LIVROS resenhados.

Os títulos que se iniciam com algarismos arábicos são antecedidos pela transcrição do número. Assim, o 1964: do golpe à democracia é transcrito como Mil 1964: do golpe à democracia. Esse procedimento evita a poluição do índice e a separação entre letras e números. Os acentos da primeira letra de cada título também foram sacrificados.

O índice de LIVROS resenhados também serve aos que desejam inventariar, qualificar ou quantificar a produção livreira a partir de outros indicadores não contemplados em nossos buscadores.

Busca por lugares

A busca por tempo e espaço é clássica. Ela pode auxiliá-lo(a) a  produzir um lista de leituras com fins de contextualização do seu tema/problema, do seu personagem e/ou do acontecimento/processo do seu interesse.

A busca por tempo e espaço pode oferecer material que amplia o seu conhecimento sobre esses mesmos elementos de pesquisa. Ele orienta a seleção de leituras para atividades de imersão no tema/problema.

Quem está interessado em certo conceito cunhado por Aristóteles, por exemplo, pode ganhar convicção sobre a interpretação que faz do mesmo, lendo livros sugeridos por resenhas ligadas pelas pelas expressões "Século 04 a.C" (tempo) e "Grécia antiga" (espaço).

Os LUGARES são tipificados por continentes e países. Na ausência formal desses continentes e países, transcrevemos os termos que melhor expressam a divisão espacial: "Roma antiga" e a própria "Grécia antiga", citada acima.

A divisão é puramente sugestiva. Quisemos facilitar o acesso e simplificar a disposição dos termos. Assim, não estranhe a presença da cidade de Roma ou do antigo império Romano sob a expressão "Roma antiga", situada no lugar "Europa".

Como podem ver, não foi nossa intenção atualizar lugares. Por isso encontrarão configurações espaciais extintas, como "Babilônia" que está situada no lugar "Ásia", sem referência alguma ao atual Iraque.

Observem que alguns lugares, como "América" e "Europa" estão duplicados. A primeira referência indica o continente. A segunda, em fonte menor, indica a intenção manifesta pela autoria (do livro ou da resenha), no sentido de extrapolar suas conclusões para um espaço continental (como América) ou subcontinental (como América Latina).

Busca por períodos

Os PERÍODOS são tipificados por séculos, grafados em números arábicos (associados, quando necessário, à abreviação a.C= antes de Cristo.

As variações de escala - histórica (cristã e pré-cristã) e geológica - são também sugestivas. Elas seguem a divisão temporal mais empregada e não refletem posições dos editores.

Para os últimos 2 mil anos, a descrição é clara. Para durações maiores, vocês terão que combinar ou optar entre as classificações dos historiadores e as classificações dos geólogos e arqueólogos.

Não especificamos os limites temporais dos períodos conhecidos como "Holoceno" e "Pleistoceno", que são bastante controversas. Apenas respeitamos a opção dos autores de livros e dos resenhistas.

Busca por periódico

O índice de REVISTAS dá acesso a todos os periódicos que compõem o acervo do blog, sem distinção de área do conhecimento. Clicando no periódico selecionado, você tem acesso às resenhas publicadas em cada veículo.

Essa ferramenta pode servir como fonte de dados estatísticos para eventuais comparações entre periódicos, entre áreas e entre períodos. O tratamento dos seus dados pode indicar frequência da produção e ou circulação de determinado assunto/questão, obra ou autor.

Busca por Editora

Se você é editor de livros e quer conhecer a recepção das obras que produziu ao longo dos anos contemplados pelo blog pode acessar as respectivas com essa ferramenta.

O índice de EDITORAS  também ajuda você a formar opinião e a adquirir convicção acerca do lugar de determinada empresa em certo domínio científico e do espaço ocupado pelos empreendimentos públicos e privados de editoração. Pode, ainda orientá-lo(a) na escolha do mais adequado veículo para a divulgação do seu trabalho.

Ler-Assistir-Ouvir

Se você não é pesquisador, autor, resenhista ou editor e está interessado apenas em flanar pelo mundo da crítica livreira, a página inicial do blog cumpre bem essa função. Aí temos resenhas lidas em podcast e resenhas apresentadas em vídeo, algumas delas especialmente produzidas para este blog.