Patrimônios sensíveis, ensino de História e disputas de memória: fissurando o “mito bandeirante” | Thays Merolla Piubel e Rafaela Albergaria Mello

Patrimônios sensíveis, ensino de História e disputas de memória: fissurando o “mito bandeirante” | Thays Merolla Piubel, Rafaela Albergaria Mello | Revista História Hoje. São Paulo, v.10, n.19, jan./jun. 2021.

RESUMO O presente artigo tem por objetivo propor reflexões sobre o ensino de História articulado com questões do tempo presente, memória e patrimônios sensíveis. Partindo do contexto das manifestações de derrubada de estátuas de cunho colonialista e racistas, são desenvolvidas considerações sobre a construção de uma história nacional brasileira eurocêntrica e excludente e o papel de mediação do ensino de História entre história e memória. Por fim é proposta uma análise de caso do Monumento às Bandeiras, em São Paulo, e seu papel de reafirmação dos mitos e heróis nacionais, articulando esse debate com uma análise do papel dos bandeirantes no livro didático de História, objetivando compreender o papel desse artefato cultural da História escolar, especificamente, e do ensino de História, em geral, em perpetuar ou desconstruir as narrativas e heróis nacionais. Palavras-chave: ensino de História; patrimônios sensíveis; memória

 

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