Outros tempos, outros lugares: a história sob o olhar dos viajantes / Aedos / 2008

Criar um periódico científico era um antigo anseio dos alunos do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2007, um grupo de estudantes dedicou-se à tarefa, planejando dar origem a uma publicação impressa, meta que esbarrou principalmente em obstáculos financeiros. Com o ingresso das turmas de Mestrado e Doutorado de 2008, as discussões relacionadas à revista avançaram no sentido de publicá-la eletronicamente. Para além das questões burocráticas, pensar o perfil da publicação foi sem dúvida o maior desafio, enfrentado em inúmeras e exaustivas reuniões. Alguns colegas que participaram dessa importante etapa não continuaram no grupo que deu seguimento ao trabalho. Mas muitas de suas ideias, de uma maneira ou outra, contribuíram para efetivarmos o projeto. Somos gratos a eles, bem como à Coordenação do PPG em História da UFRGS, que, na pessoa do Professor Dr. José Rivair Macedo, não poupou forças para que todo o empenho para criar a revista discente não esmorecesse. Desde a criação oficial de Aedos, em 2 de julho de 2008, numa assembléia aberta a professores e alunos do Programa e que contou com a participação de muitos colegas, viemos constituindo extenso, diversificado e qualificado corpo de avaliadores, a quem agradecemos imensamente por aceitarem integrar nosso Conselho Consultivo.

Aos poucos e tanto quanto possível, buscamos conquistar espaço acadêmico. O sítio eletrônico da Revista, no ar desde 3 de setembro de 2008, já conta com mais de 1.500 acessos no país e no exterior. A expectativa de tentar aproximar o debate historiográfico de um público mais amplo, por sua vez, foi atendida com a divulgação da chamada de artigos para o segundo número no jornal Correio do Povo (edição de 26 de janeiro de 2009). E acreditamos que um dos desdobramentos de tal preocupação com publicidade é a diversidade institucional dos autores presentes neste primeiro número, quase todos estudantes de programas de pós-graduação, detalhe revelador do sucesso obtido por Aedos em um de seus principais objetivos: aproximar mestrandos e doutorandos e lhes propiciar um espaço para discussão.

Neste número inaugural, Aedos apresenta o dossiê temático Outros tempos, outros lugares: a história sob o olhar dos viajantes. A ideia do tema apresenta-se interessante para o debate sobre os relatos de viagem como indícios de realidades históricas distintas, bem como para uma análise da produção historiográfica derivada dos mesmos. A grande diversidade de realidades e períodos históricos, bem como a potencialidade das discussões que caracterizam o tema, fica bastante evidente nos cinco artigos que integram o Dossiê. Esses textos apresentam a grande relevância dos relatos de viajantes como fonte para a pesquisa histórica, desde que considerados a posição do narrador, o público para quem produz e todo o complexo de percepções que norteia as suas descrições. Os textos abarcam um período histórico de mais de cinco séculos, evidenciando importantes aspectos da história / História do continente africano e de três países da América do Sul – Brasil, Argentina e Uruguai.

Os três primeiros artigos inserem-se num período de produção de um grande volume de informações, por parte das metrópoles europeias, acerca de suas colônias. Nesse “descobrimento” do “novo mundo”, o Império Português voltava sua atenção para o território africano e brasileiro. O primeiro artigo, intitulado “Evidências de História nos Relatos de Viajantes sobre a África Pré-Colonial”, esclarece algumas questões epistemológicas relativas aos relatos de viagem enquanto fonte para o estudo da História da África pré-colonial. Já o texto “Todas as Letras são oriundas do Rei: Inter Universitas Et Collegium” aborda os diferentes contextos de produção intelectual sobre o Brasil e evidencia os interesses políticos da monarquia portuguesa no incentivo à essa produção. E, com o objetivo de entender a imagem que se queria projetar da capital colonial do Brasil, em “O Rio sob Schematas: as representações de Thomas Ender”, suas obras são analisadas a fim de refletir sobre suas representações, esquematas e registros históricos.

Os dois últimos textos do Dossiê referenciam a importância dos relatos de viajantes na produção historiográfica da Argentina e do Uruguai. Em “Relatos de Viajeros e Historiografía: paisage rural y sociedad urbana en el Buenos Aires de la primera mitad del siglo XIX”, analisa-se como as imagens dos viajantes europeus que percorrem o espaço da campanha na primeira metade do séc. XIX são tomadas como ponto de partida indiscutível na construção de um estereótipo historiográfico que contrapõe a cidade e o campo. E o artigo “Tradición y modernidad en América Latina. Carlos Real de Azúa y sus análisis de relatos de viajes por Uruguay”, examina como o intelectual uruguaio Carlos Real de Azúa (1916-1977) utiliza e interpreta os relatos de viagem sobre o Uruguai, considerando o contexto de produção desse autor e o seu posicionamento crítico num ponto central da sua obra: as vinculações complexas entre “tradición-modernidad”.

O trabalho “Antióquia e a Fome: dois imperadores romanos entre a sanguinolência e a sátira”, é o primeiro da seção de artigos variados. Ele trata da relação entre dois imperadores romanos – Galo e Juliano – com os cidadãos e a política da cidade de Antióquia. A partir das escolhas religiosas de cada um dos dois irmãos que ascenderam ao cargo, este artigo desenha os desejos populares da cidade no século IV d.C. Já “Um Mundo às Avessas: relações de poder e dominação entre os operários gaúchos na Primeira República (1917-1919)” examina as relações de dominação e de poder entre os operários gaúchos na Primeira República (1917-1919), problematizando a relação entre grevistas e trabalhadores não engajados. “Será o populismo um conceito operacional? Notas para o debate”, por sua vez, faz uma reflexão teórica acerca do potencial analítico do conceito de “populismo” para o período de 1945-1964 da história brasileira, realizando um balanço de textos clássicos e contemporâneos em historiografia e teoria social, historicizando, assim, os diversos significados e usos do conceito.

“Economia, discurso e poder: os bastidores políticos do Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND)”, busca levantar hipóteses sobre a estratégia de crescimento no período do governo Geisel, analisa o ambiente político, a retórica e o cenário internacional. Já “Acordo Nuclear Brasil-Alemanha Federal de 1975: o desafio brasileiro na estratégia de soberania internacional” investiga, a partir do acordo, as questões de tecnologia nuclear correlacionadas à política externa brasileira no período da Ditadura Militar. As relações entre memória, história e antropologia são abordadas no artigo “Nos porões da Glória: uma reflexão sobre arquivos pessoais, Teixeirinha e alguns cruzamentos entre História e Antropologia” a partir do acervo desse cantor gaúcho. E “Escravidão contemporânea no Brasil: a trajetória histórica de um debate teórico-metodológica e político (1985-2003)” nos brinda com uma análise dos diferentes aspectos da discussão sobre a existência de modalidades de trabalho escravo no Brasil contemporâneo, incluindo as discussões políticas que permeiam o debate e as interferências na legislação federal sobre o tema.

Além dessas seções, já tradicionais, a edição aqui apresentada oferece uma outra, mais dinâmica, chamada Mesa Redonda, na qual projetamos expectativas de franco envolvimento dos leitores. Compõe-na o artigo do doutorando da Universidade de Princeton (Estados Unidos) Joseph Younger intitulado “Corredores de Comércio e Salas de Justiça: Lei, Coerção e Lealdade nas fronteiras do Rio da Prata”. O texto discute os usos, e abusos, da lei pelos fronteiriços da região do Prata, enfatizando as definições cambiantes de “lei” e “coerção” nestes espaços e a necessidade dos Estados centrais de se adaptarem a estes usos, sob o risco de perderem a lealdade de seus cidadãos. Mais do que divulgar as problematizações suscitadas pela pesquisa deste historiador norte-americano, o objetivo de apresentar seu trabalho na seção Mesa Redonda é convidar o público leitor a debater de maneira mais aberta sobre as novidades que sua investigação traz para a historiografia.

Na seção de entrevistas, apresentamos a conversa com o Professor Titular do Departamento de História da UNICAMP Sidney Chalhoub, realizada em maio de 2008 nas dependências da UFRGS. Nela, Chalhoub nos fala de seu trabalho, de uma forma geral, e sobre o objeto atual de seus estudos: Machado de Assis.

Por fim, contamos em nosso primeiro número com uma resenha de texto clássico, seção destinada a atender a demanda por resumos críticos de obras não necessariamente atuais que marcaram o debate historiográfico. O artigo de Michel Foucault sobre a questão da governamentalidade, publicado na Microfísica do Poder, é comentado pormenorizadamente, desvelando a leitura que ele faz tanto da obra de Maquiavel quanto da literatura antimaquiavélica para mostrar como a atual noção de governo se constrói a partir da conjugação dos dois modelos de governamentalidade propostos, a saber, o da “teoria da soberania” e o da “arte de governar”, articulando, a partir do século XVII, governo, população e economia.

E, assim, a revista eletrônica do Corpo Discente do PPG em História da UFRGS torna público seu primeiro número, esperando, verdadeiramente, proporcionar um espaço dinâmico e útil para historiadores e demais profissionais que, à semelhança desses que vos escrevem, têm compromisso com a construção e a divulgação do conhecimento histórico.

Conselho Editorial

Gestão 2008 / 2009


Conselho Editorial. Editorial. Aedos, Porto Alegre, v.1, n.1, 2008. Acessar publicação original [DR]

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Coletivos Indígenas na América: Mestiçagem e Etnogênese / Aedos / 2012

A revista Aedos, em sua edição nº 10, tem o prazer de apresentar o Dossiê Temático “Coletivos Indígenas na América: Mestiçagem e Etnogênese”, e provocar o debate sobre a questão indígena fazendo coro a um número expressivo de estudos que tiveram início na década de 90 no Brasil. Na leitura do passado a partir do presente situa-se o historiador comprometido com seu lugar social e subjetividades, atento aos movimentos sociais (especificamente aqui os indígenas) que ensejam e dão forma à nossa discussão. Ao historiador cabe a construção da trama, o enredo, inferindo na maior parte das vezes devido às lacunas documentais ou vazios, adentrando espaços marcados pelo silêncio.

Os artigos apresentados no Dossiê atestam a vitalidade dos grupos indígenas, demonstrando sua capacidade de intervir e amenizar o impacto proveniente das relações interétnicas que de alguma forma interferem / iram no cotidiano ameríndio. Os autores tratam de desconstruir algumas categorias que durante um longo período sustentaram o debate historiográfico em relação aos povos indígenas, como aculturação, assimilação e resistência (no sentido de peremptoriamente negar o “outro”), e problematizar outras como invisibilidade, territorialidade, mestiçagem, etnogênese e etnificação.

Teorias sobre aculturamento e assimilacionismo das sociedades ameríndias ao Estado-nação fracassaram diante da interlocução ativa destes grupos. Intelectuais como Roberto Cardoso de Oliveira e Darcy Ribeiro viram-se obrigados a fazer um “mea culpa” admitindo sua singularidade e protagonismo enquanto sujeitos históricos, e a capacidade de marcar através de discursos uma distintividade étnica e cultural.

Cremos ser este o desafio dos “novos” tempos. Estávamos acomodados em certezas que garantiam um rumo “tranquilo” para o Estado-nação brasileiro. Políticas homogeneizadoras abriam caminho para um futuro em que as diferenças continuariam sendo “varridas para baixo do tapete” e a noção de coesão de uma raça, a brasileira (mestiça, a branca sobrepujando as demais) estaria em perfeita sintonia (de civilidade) com as nações desenvolvidas. O Cacique Kaingang Danilo Braga, mestrando em História pela UFRGS deixa claro, em entrevista feita por André Anzolin, a urgência do investimento pelos próprios indígenas em “dar a sua versão” e em contrapor a “essência da política brasileira” de que não haveriam mais índios no século XXI: “A ideia é escrever a nossa versão e colocar mais elementos nossos, em cima desses estudos já existentes, aprofundá-los com a nossa visão. A ideia principal, também, é escrever na língua (Kaingang).” Vê-se uma maneira de questionar verdades naturalizadas de que os indígenas se acomodariam no passado seguro do mito fundante da nação; estariam, pois, todos mortos. Seriam invocados apenas em discursos inflamados pelos nossos políticos a fim de legitimar uma identidade única na construção e consolidação da brasilidade.

Nosso olhar para o passado é míope e viciado; um doble bind de acordo com Alcida Ramos1 em relação aos indígenas. Compromete assim a maneira como enxergamos o presente e o vivenciamos. Nesse instante, grupos de indígenas se organizam para cobrar do Estado “menos retórica” e mais ações afirmativas. Exigem uma efetiva política pluriétnica e cultural, pois, “Embora a Constituição de 1988 garanta aos indígenas o direito de permanecerem índios em termos culturais, sociais e territoriais, em nenhum momento ela explicitamente declara ser o país uma nação pluriétnica.”2 Isto é, não há garantias de que novas terras serão demarcadas ou diminuirão os embates com determinados setores da sociedade. Segundo o nosso entrevistado, Danilo Braga, ainda há muita “teoria” e pouca vontade política: “Em muitas palestras, mesmo procuradores, juízes, ao apresentarem a legislação dizem que ‘está muito bonito’; o Brasil, inclusive, ganha prêmios porque tem uma legislação para os indígenas muito avançada, no papel. Mas, se não houver movimentação, se não for feita uma articulação, pressão, as leis não são cumpridas.”

Mesmo admitindo a capacidade de intervir e forjar estratégias e táticas pelos indígenas no enfrentamento de uma “ordem” constituída, não se pode menosprezar as relações de poder assimétricas, muito menos a violência “real” conduzida contra essas populações ao longo dos tempos. Sintonizados a estes movimentos sociais, que destacam interlocutores engajados e dinâmicos com o objetivo de “dar visibilidade” às suas demandas, situam-se os artigos a seguir. Sai o índio passivo e submisso, entra em ação o índio articulado nas suas reivindicações, assumindo a condição de sujeito histórico e apresentando respostas criativas na administração das tensões com outras alteridades.

Em “1863: o ano em que um decreto – que nunca existiu – extinguiu uma população indígena que nunca deixou de existir”, a historiadora Ticiana de Oliveira Antunes analisa o processo de invisibilização dos Payacú no Ceará e a contrapartida indígena, instaurada vinte e sete anos após o decreto oficial que “extinguiu-os”, “comprovando” sua identificação com a terra herdada pelo rei, ainda no século XVII.

A autora maneja bem o diálogo entre presente e passado. Sua abordagem centra-se no pleito indígena insurgindo-se contra o Relatório Provincial de 1863 que tratava de dá-los como extintos. Parte do ano de 2012 e habilmente nos mostra os Payacú historicizados por eles mesmos, questionando o peso da “pena de um gestor público” que os “apagou”, e requerendo o reconhecimento de que os mesmos “foram sujeitos atuantes na dinâmica social.”

No artigo seguinte, “Diz o índio…”: Políticas indígenas no final do XVIII”, o historiador Rafael Rogério Nascimento Santos trata de apresentar estratégias e ações desenvolvidas “pelos indígenas do Grão-Pará em busca de seus próprios interesses frente os limites que o contexto da segunda metade do século XVIII lhes impôs.” O artigo problematiza a condição de vítimas ou algozes dos índios e destaca que os mesmos engendraram maneiras engenhosas de se reapropriarem e ressignificarem os códigos culturais europeus. Souberam, no caso específico de Grão-Pará, utilizar dispositivos legais para moverem-se nos meandros do cotidiano da sociedade a fim de integrarem-se, uma ação política calculada segundo seus interesses e perspectivas. Vale dizer, “sobreviver o melhor possível no mundo colonial”.

O historiador Adriano Toledo Paiva, em “A Povoação de Qualidade Índica: uma abordagem da identidade no aldeamento dos índios Cropós e Croatos em Minas Gerais” aborda o processo de “resgate” da “historicidade dos ‘povos conquistados’ em meio às representações e ações dos empreendimentos de conquista.” Investigando a configuração do espaço em que os índios se articulam numa ação política de reconhecimento, por uma “qualidade índica”, o autor estabelece uma conexão entre territorialidade e identidade indígena, revelando, a partir dos embates suscitados, a complexidade “das redes de poder na comunidade paroquial”.

Portanto, os artigos aqui propostos representam uma aproximação entre a academia e os movimentos indígenas, e apontam caminhos de reflexão muito além de pensarmos os indígenas enquanto vitimas ou dizimados, mas aptos a negociar sua inserção e participação efetiva na construção da sociedade a qual pertencem. É isso o que almejam quando se utilizam da escriturária “ocidental”, ou mesmo ao respeitar os trâmites burocráticos, ou reconhecer nas instituições dos “brancos” a forma de legitimar suas demandas. Não é isso o que o kaingang Danilo Braga espera? Ou o que os índios das fontes querem nos dizer?

Além dos artigos do Dossiê Temático e da entrevista já citada, esta edição inclui cinco artigos, que demonstram a diversidade de temas sempre almejada pela Revista AEDOS. Thiago Ribeiro Dantas analisa a participação da Igreja Católica de Pernambuco na Guerra dos Mascates (1710-1711); Vinicius Pereira de Oliveira examina as formas pelas quais os indivíduos tornavam-se marinheiros da Armada Imperial brasileira no século XIX; Ticiano Duarte Pedroso discorre sobre os processos que envolvem a criação da primeira empresa de transportes urbanos da cidade de Rio Grande no século XIX; Mayquel Eleuthério faz uma análise da representação de Joana d’Arc no poema La Pucelle d’Orléans, de Voltaire, e em outros escritos de sua autoria; e Lauro Manzoni Bidinoto busca analisar de que forma as duas principais biografias de Dámaso Antonio Larrañaga (1771-1848) foram influenciadas pela tese equivocada de que a “nação uruguaia” estaria prefigurada desde os primeiros movimentos revolucionários, ou até mesmo antes deles.

Em seguida, esta edição apresenta três resenhas: A Tela Global: mídias culturais e cinema na era hipermoderna de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy, resenhada por Walter Luiz Andrade Neves; Uma arqueologia da intencionalidade debretiana, resenha da obra de J.-B. Debret, historiador e pintor: a viagem pitoresca e histórica ao Brasil (1816-1839), resenhada por Eduardo Wright Cardoso; O deboche caipira nas telas do cinema em “Caipira sim, trouxa não”, resenhada por Catarina Cerqueira. Há também uma resenha na seção “Resenha de Clássico”: Os Gostos e a Dinâmica da Distinção Social, de Pierre Bourdieu, resenhada por Marisângela Terezinha Antunes Martins.

Por fim, aproveitamos para agradecer aos colaboradores da revista. O auxílio e disponibilidade de autores e avaliadores são fundamentais para a consolidação da Aedos como um espaço frutífero para o debate acadêmico no campo da História.

Notas

1. RAMOS, Alcida Rita. O pluralismo brasileiro na berlinda. Etnográfica, Lisboa, v. VIII, n.2, p.165-83, 2004.

2. Idem, p.172-3.

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Conselho Editorial. Editorial. Aedos, Porto Alegre, v.4, n.10, jan / jul, 2012. Acessar publicação original [DR]

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