Conservation Practices on Archaeological Excavation: Principles and Method – PEDELI; PULGA (CL)
PEDELI, Corrado; PULGA, Stefano. Conservation Practices on Archaeological Excavation: Principles and Methods, 2013. Resenha de: AZEVEDO, Paula de Aguiar Silva. Cadernos do LEPAARQ– Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, v.12, n.24, 2015.
Na busca da conservação de qualquer material é necessário entender as suas particularidades, perceber as suas necessidades e aprender as características do contexto desse material. Quando falamos de remanescentes arqueológicos, nosso entendimento deve alcançar toda a sua trajetória. Ele foi produzido, utilizado, passou pelo processo de enterramento para ser descoberto e estudado. Durante esse caminho o material pode se apresentar de diversas formas, sendo imprescindível que o monitoramento de seu estado de conservação se dê desde a escavação arqueológica. Mas a conservação in situ ainda é um desafio, não só pela complexidade das ações que essa envolve, como também a dificuldade da formação de um profissional qualificado para essas ações, além das barreiras que podem surgir na comunicação entre o profissional conservador e o arqueólogo. Isso implica no reconhecimento dos arqueólogos da necessidade das ações de salvamento ao mesmo passo da busca contínua de uma dupla-formação do conservador-restaurador, onde este possa compreender e participar do processo de uma pesquisa arqueológica.
No livro Conservation Practices on Archaeological Excavation: Principles and Methods de Conrrado Pedeli e Stfano Pulga, temos importantes informações sobre princípios e métodos de conservação in situ, numa visão ampla que abarca diversas tipologias de materiais e sítios arqueológicos. Aborda desde o planejamento da escavação até a conservação de estruturas a longo prazo. Apesar de ainda não possuir uma tradução para o português, o texto é desenvolvido numa linguagem simples e de fácil compreensão dos termos técnicos, comumente usados na área de conservação e restauração. É um tipo de leitura que pode ser feita por ambas as áreas pois, enquanto o arqueólogo pode se familiarizar com os conceitos que implicam a conservação, o próprio conservador encontra um guia sobre a ações que envolvem a conservação em escavações arqueológicas. É um texto direcionado para o profissional da conservação, apontando as necessidades e desafios que podem acometer uma escavação arqueológica, incluindo a conservação do sítio em si. É importante ressaltar que o livro foi escrito num contexto italiano/europeu trazendo sempre referencias de sítios históricos. Ao aplicar as medidas apresentadas no livro devemos levar sempre em consideração o contexto do sítio arqueológico e, se necessário, fazer adaptações.
Um dos problemas que podem surgir entre o conservador e arqueólogo é a diferente visão que os envolvidos numa escavação podem ter sobre uma mesma situação. Há pontos no texto onde os autores demonstram as diferentes expectativas que esses profissionais podem ter, por exemplo, na retirada de um objeto do solo. Enquanto o conservador pode considerar apenas a fragilidade do objeto, preferindo por intervenções imediatas ao mesmo, o arqueólogo pode preferir ações mais demoradas para que sejam feitos todos os registros necessários. Essa divergência deve ser resolvida através do diálogo em que se encontre a melhor abordagem, respeitando a materialidade do objeto em consonância com as necessidades das pesquisas arqueológicas.
Logo no primeiro capítulo Excavation and Conservation os autores colocam a necessidade do planejamento das medidas de conservação. Para isso, é necessário o envolvimento do conservador-restaurador desde o início dos preparativos. Assim, pode-se coletar informações sobre os diversos fatores que influenciam a conservação in situ, como a tipologia do sítio, o tipo de escavação, a sua localização, condições climáticas e questões relativas à logística geral e econômica. Esses e outros dados ajudam o profissional da conservação a planejar uma margem de ação, podendo assim separar tipos de materiais que podem ser necessários, a viabilidade de algumas técnicas, inclusive contribuir para esquematização de logísticas, como o transporte adequado desse material. Nas palavras dos autores, na página 06: “[…] conservation as an integral part of archaeological process, starting with the act of excavation, continuing through the period of study and interpretation, and concluding whit publication of the final report”.
O tipo de solo também influencia na preservação do material, havendo variações de permeabilidade, componentes minerais, etc. Solos argilosos, por sua facilidade de absorver água, tornam-se menos permeáveis a gases atmosféricos, enquanto solos arenosos, mais permeáveis. A temperatura também desempenha um papel importe na preservação desses materiais, mesmo que enterrados. Pode propiciar o aparecimento de microrganismos, acelerar reações químicas e na sua variação provocar a dilatação e contração dos materiais, causando-lhes estresse físico.
Durante o enterramento o material passa por um processo natural de alterações e com passar do tempo cria-se um equilíbrio. Essa interação entre meio e o objeto nunca cessam por completo, mas a sua aceleração diminui consideravelmente conforme passar do tempo. Quando um material é recuperado do contexto arqueológico, ele passa por uma drástica mudança ambiental em que os fatores de degradação podem começar a agir rapidamente sobre eles. A madeira, por exemplo, tem boas possibilidades de preservação em ambiente ácidos ou mesmo alcalinos, desde que este seja um ambiente molhado e com pouca presença de ozônio. Ao retirar esse objeto deve-se ter extremo cuidado pois, uma mudança drástica para um ambiente incorreto pode acarretar o colapso da estrutura e consequente perda do objeto. No planejamento de uma escavação um conhecimento prévio das características do sitio arqueológico é um diferencial na conservação do objeto, dando assim a possibilidade do conservador se preparar para casos mais delicados.
As medidas de conservação apresentadas abarcam não apenas os objetos móveis, mas levam em consideração também os registros arqueológicos imóveis, como estruturas e pinturas murais. Durante o processo de desenterramento o objeto é evidenciado progressivamente a medida que as camadas de terra são retiradas. Pode levar dias até que este seja completamente retirado do solo, trazendo assim, implicações a conservação do objeto que fica exposto a ambientes diferentes. Nesse caso é preciso um olhar atento para perceber o comportamento desse objeto, e se necessário aplicar alguns cuidados, como a instalação de algum tipo de cobertura além de processos de estabilização ou consolidação.
As coberturas ajudam a evitar a incidência excessiva de luz solar, chuva e até mesmo neve. Alguns tipos podem inclusive ajudar no controle de umidade relativa e temperatura. É importante ressaltar que a eficiência do abrigo vai depender diretamente do material utilizado para a sua construção, assim como as próprias características ambientais do local onde ocorre a escavação. No caso de estruturas, ainda há a possibilidade desses abrigos serem utilizados na proteção do sítio a longo prazo. No capítulo seis Covering and Shelters, encontramos indicações dos possíveis materiais a serem utilizados na construção dos abrigos, assim como possibilidades de construção.
Nesse processo de equilíbrio do objeto com o meio, o solo pode representar um papel importante na estabilidade estrutural do objeto. Consequentemente, muitos remanescentes arqueológicos durante e depois de sua retirada do solo podem apresentar uma certa fragilidade, fazendo-se necessário medidas de estabilização. Ela acontece com uma intervenção na estrutura do material, utilizando-se de meios de escoramento, bandagens e até mesmo cintas. Ou uma intervenção mecânica, envolvendo a utilização pontual de um material aderente. A decisão de qual a melhor forma de se estabilizar deve levar em conta as necessidades que se apresentarem e observar como ela funciona a longo prazo, tendo em vista que qualquer decisão deve permitir a continuação do trabalho do arqueólogo e ser reversível.
A consolidação envolve ações que visam devolver ao material as suas propriedades naturais, permitindo a sua manutenção. No entanto, os autores nos alertam para a subjetividade dessa definição e lembram que as características originais do objeto não podem ser recuperadas. Toda ação de conservação deve ser bem pensada e executada. No caso do excesso de consolidantes num objeto, alterações físicas e químicas podem acomete-lo, provocando a sua deterioração a longo prazo. A consolidação pode acontecer em objetos, pinturas murais e mosaicos, como também nas paredes estratigráficas do sítio arqueológico, sendo esta técnica de alta complexidade. É preciso entender o estado em que esse material se apresenta, conhecer as propriedades do adesivo a ser utilizado e decidir pelo melhor método de aplicação. Utiliza-se a impregnação quando se deseja substituir a perda do ligante original do material e a injeção para o preenchimento de fissuras ou rachaduras. É oferecido ao leitor no apêndice quatro do livro, um método de preparação dos consolidantes que podem ser utilizados e suas concentrações
Quando falamos de biodegradação estamos acostumados a pensar em micro-organismo, mas na conservação de sítios arqueológicos é preciso levar em conta também os macro-organismos. Plantas trepadeiras e outros tipos de vegetação que, podem provocar a desintegração ou decomposição dos materias. O fenômeno da biodegradação acontece em relação a outros fatores como temperatura favorável e acúmulo de umidade. Uma forma de tratar esse problema é agindo sobre esses fatores, sendo este um método indireto que atua no ambiente que propicia essas manifestações. Em casos como grandes estruturas onde o controle do ambiente é difícil, podem ser aplicados métodos diretos que implicam em ações sobre o objeto. Atentando sempre para fato de o tratamento não ser mais prejudicial ao material do que a própria biodegradação.
A limpeza faz parte da escavação arqueológica, mesmo se limitando a uma pré higienização do objeto e esta pode oferecer risco quando aplicada de maneira abusiva. A limpeza é uma ação irreversível, ela nunca deve ser executada para se ter um objeto mais limpo, mas sim com o objetivo de tornar as suas características mais compreensíveis. Existe a técnica de limpeza seca utilizando-se pequenos pinceis, a limpeza úmida com o auxílio de esponjas, tendo-se o cuidado para não abrasonar a superfície dos objetos. O tipo de limpeza mais comum é a molhada, onde ocorre a submersão dos objetos em água. Ela é desaconselhada em alguns materiais como metais ou vidros com iridescência. Os autores ainda salientam que a água é um solvente universal eficiente, não havendo necessidade de submeter o material a outros solventes orgânicos.
Após a limpeza, os materiais devem ser adequadamente colocados em embalagens que não interajam com os achados arqueológicos, além de separados por tipologia. As peças que são guardadas úmidas devem ter furos em suas embalagens permitindo a circulação de ar. Ao guardar um objeto molhado que deva permanecer dessa forma, deve-se usar embalagens selantes que mantenham a umidade. Essas mesmas embalagens também podem ser usadas para objetos secos que não podem ser expostos à umidade, com o auxílio de sílica gel. É preciso estar atento à documentação e registro desses materiais, tanto o registro arqueológico quanto as informações de conservação que podem ser desde observações feitas durante a escavação, até intervenções realizadas no objeto in situ. É preciso também saber as condições do armazenamento que esse material recebe até chegar a sua área de guarda. Mesmo que sejam guardados temporariamente num espaço, podem ocorrer danos devidos as condições ambientais adversas como chuva, temperatura e umidade relativa incorreta. Sempre ressaltado que esses depósitos temporários de fato devem se comportar como temporários e que o material fique o mínimo de tempo possível neles.
Ainda em 1990 a Carta de Lausanne nos coloca a necessidade da conservação dos sítios arqueológicos, preservando esse patrimônio em seu contexto original, tendo em vista a necessidade contínua de sua gestão e manutenção. No capítulo Long-Term Conservation of Site Features sãos apresentadas as dificuldades envolvidas nas ações de preservação desses sítios arqueológicos. Podendo-se fazer o re-enterramento, nesse caso é necessário considerar o material que será utilizado, pois não deve prejudicar os registros arqueológicos que permanecem em campo ao mesmo passo que permite futuras escavações. E mesmo para aqueles que são deixados a exposição ou grandes estruturas, questões de logística, orçamento e profissionais precisam ser observados para que haja uma manutenção e preservação desses espaços.
O livro tem uma grande amplitude no seu desenvolvimento, desde a preparação para escavação, degradação dos materiais, características do solo, consolidação de objetos e estruturas, passando por prevenção de ataques biológicos e incluindo ações de preservação posteriores ao sítio. Ele se constitui como um importante guia para o conservador, entretanto não aplaca a necessidade de se aprofundar nos temas expostos, assim como a ir a campo e adquirir experiência em escavações arqueológicas. As ações que envolvem a conservação em escavações são complexas e demandam uma grande área de conhecimento. E da mesma forma que a conservação deve ser vista desde o início da escavação, também deve prorrogar-se além dela. Para preservação dos materiais escavados será necessário pensar numa conservação a longo prazo envolvendo o acondicionamento desse material, sua conservação preventiva e mesmo a necessidade de restaurações. Ainda se faz necessário uma bibliografia brasileira que trate especificamente da conservação em escavações arqueológicas que trate das particularidades dos sítios brasileiro.
Referências
ICOMOS, Carta para a proteção e a gestão do patrimônio arqueológico ICOMOS/ICAHM. Carta de Lausanne, 1990. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=262>. Acesso em: Mar. 2015.
PEDELI, C.; STEFANO, P. Conservation Pratices on Archaelogical Excavation – Principles and Methods. Translated by: Erik Risser. Los Angeles: The Gatty Conservation Institute, 2013.
Paula de Aguiar Silva Azevedo – Graduanda do Curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Brasil. Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasil; de Iniciação Científica no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (LEPAARQ-UFPel), Brasil.
[MLPDB]Sítios de pesca Lacustre em Rio Grande, RS – SCHMITZ (CL)
SCHMITZ, Pedro Ignácio. Sítios de pesca Lacustre em Rio Grande, RS. [Porto Alegre:] 2011. Resenha de: RIBEIRO, Bruno Leonardo Ricardo. Cadernos do LEPAARQ – Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, Campinas, v.11, n.22, 2014.
A obra em análise é, ainda hoje, referência primordial no que tange o estudo de grupos caçadores– coletores–pescadores cerriteiros na costa do Rio Grande do Sul e regiões adjacentes, e sua reedição é parte integrante do segundo volume da série “Clássicos da Arqueologia”, promovida pela Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) e lançado durante a realização do XVI congresso da SAB em conjunto com o XVI congresso Mundial da UISPP, em Florianópolis/SC. Cabe também salientar que esta obra se trata de uma versão condensada da tese apresentada pelo autor em 1976 para obtenção do título de Livre-docente na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUC/RS.
Além de contar com apresentação de Rossano Lopes Bastos, então Secretário Geral do evento e prefácio de Jairo Henrique Rogge, onde ambos ressaltam a importância deste autor não só para a construção do pensamento Arqueológico Brasileiro, mas também seu papel fundamental no estabelecimento da disciplina no Brasil como tal, o livro é estruturado em nove capítulos que abarcam desde uma introdução ao objeto de pesquisa, a uma proposta de caracterização dos sítios escavados. Os três primeiros capítulos da obra são dedicados as descrições ambientais, histórico das pesquisas desenvolvidas na região e as culturas dentro do escopo do projeto; o quarto capítulo, à apresentação dos sítios estudados. Os capítulos cinco a oito, por sua vez, são dedicados a apresentação dos vestígios arqueológicos recuperados e toda sua variabilidade: cerâmicos, líticos, malacológicos e faunísticos, além dos restos alimentares.
Finalmente, no capítulo nove o autor apresenta uma proposta de caracterização para os sítios estudados em sua totalidade, por ele entendidos, em sua maioria, primariamente como assentamentos de pesca sazonal ocupados durante a primavera e o verão, uma vez que a grande maioria dos vestígios alimentares remete à predação de peixes dessas estações, mas sobretudo, assentamentos de múltipla função, diante do longo espaço de tempo durante os quais foram recorrentemente ocupados e pelas diferentes ocorrências de vestígios arqueológicos verificados ao longo destas ocupações.
De acordo com o autor, as datações obtidas por C14 garantem à área pesquisada uma antiguidade que remete a mais de 2.000 anos A.P, e se encerraria com a chegada do Europeu na região entre os séculos XVII e XVIII, então ocupada por grupos indígenas Guarani, Minuano e Charrua. A saber, o período mais antigo, pré-cerâmico, atestado pela presença de artefatos líticos lascados e polidos/picoteados nos extratos mais baixos, além de instrumentos elaborados sobre ossos e conchas, se iniciaria em meados do ultimo milênio antes da era cristã e se encerraria com o início desta, dando lugar então às primeiras ocupações ceramistas, que perdurariam até a conquista. Quatorze foram os sítios abarcados no projeto e nenhum deles teria se apresentado exclusivamente pré-cerâmico (lítico) nem apresentado elementos associáveis a culturas europeias.
Como dito anteriormente, o autor procura, nos capítulos iniciais de sua tese, contextualizar a pesquisa desenvolvida na região de Rio Grande/RS, e é quando são apresentadas densas descrições das características geomorfológicas e ecológicas da área pesquisada. Ênfase é dedicada às variações climáticas e ambientais verificadas durante a transição pleistoceno/holoceno e seu impacto sobre a fauna e a flora local, assim como entre os diferentes terraços relacionados a estes períodos. As rotas de migração e a presença sazonal de aves, peixes, frutos e outros vegetais na região também não escaparam ao escrutínio, objetivando identificar a já citada variabilidade de recursos alimentícios disponíveis aos grupos humanos que primeiro ocuparam a região ao longo do ano. Ainda, é neste momento que o autor apresenta toda uma revisão histórica da presença ibérica, iniciada no século XVII, e bibliográfica, não só das pesquisas já realizadas na região, mas também dos grupos indígenas que ali residiam quando da chegada dos povos europeus.
Ainda, são apresentados os aportes teórico-metodológicos utilizados pelo autor, fortemente marcados por uma perspectiva histórico-culturalista, embasada na elaboração de seriações de fundamento tecno-tipológicas dos vestígios arqueológicos identificados, visando à inserção destes sítios dentro de sequências culturais já estabelecidas, as ditas tradições e/ou fases culturais. Para tanto, os métodos de escavação se restringiram a realização de sondagens teste e/ou cortes estratigráficos escavados por níveis artificiais e coletas superficiais, sempre objetivando a obtenção da maior quantidade possível de vestígios e informações de valor amostral. A pesquisa realizada partiu de estudos iniciados durante o Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas (PRONAPA) – cujo objetivo era a elaboração de um panorama geral e sistemático da história dos povos autóctones anteriores à conquista ibérica, partindo exatamente do levantamento de dados amostrais – portanto, foi fortemente influenciada pelo “métier” norte-americano.
Em relação à morfologia dos sítios, são em sua maioria de forma arredondada ou elíptica, de área entre 800 e 11.000m2, e altura atual variando entre 30 e 125cm. Quanto à caracterização e constituição destes montículos, o autor os define da seguinte forma: […] pequenos cômoros, acumulados pelo homem, constituídos de sedimentos arenosos, escuros, com grande quantidade de restos de alimento de origem animal, em menor quantidade de origem vegetal, localizados sobre os terraços holocênicos da margem ocidental da Lagoa dos Patos, na parte mais próxima à sua barra. Excepcionalmente se encontram os mesmos sítios sobre o barranco do Pleistoceno […]. Os sítios sobressaem do terreno circundante, razão por que são localmente conhecidos como cerritos […] (SCHMITZ, 2011, p.81).
Devo ressaltar que, com o avanço das pesquisas relacionadas a sítios arqueológicos sobre cerritos nas ultimas décadas, tem se questionado se tais montículos seriam resultado apenas do produto residual destas longas e constantes reocupações, como propõe o autor, ou construções idealizadas pelos grupos que deles faziam uso, compondo projetos monumentais relativos a espaços funerários; Se seriam uma resposta à variação do nível d’água na Laguna dos Patos, ao longo das estações do ano, ou marcadores territoriais e simbólicos, além de outros tantos questionamentos (mais detalhes em MAZZ, BRACCO, 20102). Todavia, tais discussões não cabem aqui. Fato é que sobre estes montículos a grande maioria dos vestígios culturais identificados foi cerâmica, com baixa representatividade de vestígios líticos e ósseos, os últimos de tão baixa frequência que o autor não se dispõe a ir além de uma simples descrição das peças resgatadas e apenas em alguns casos, inferir sobre prováveis usos ou funções para tais. Ossadas e indícios de sepultamentos humanos, quando identificados, não foram suficientes para incutir, no autor, ideias sobre possíveis usos simbólicos para os referidos sítios.
Para a análise dos vestígios cerâmicos a metodologia adotada por Schmitz teve por enfoque o exame de características morfológicas e tecnológicas, através da qual pretendia verificar a presença de culturas/sociedades diferentes ou mesmo a apropriação de técnicas culturais externas, através do contato entre sociedades distintas. Assim, além do estudo de bordas de potes e extrapolação de possíveis formas, traços como textura e elementos constituintes da argila; coloração do núcleo das paredes e tipo de queima aplicada; características das superfícies internas e externas dos potes, como coloração, tratamento superficial e aplicação ou não de motivos decorativos também foram levados em consideração.
Diante dos resultados obtidos através destas análises, aplicadas a todas as coleções, o autor estabeleceu dois grandes grupos de vestígios cerâmicos. O primeiro deles, verificado em níveis mais inferiores, é composto por vasilhames pequenos e pouco profundos, de contornos simples e pasta apresentando elementos antiplásticos minerais, em sua grande maioria sem indícios de maior dedicação aos acabamentos de superfície e poucos motivos decorados plásticos ou pintados, salvo algumas exceções. O segundo grupo, verificado em camadas mais superficiais das escavações e em apenas alguns sítios, apresenta vasilhames de tamanhos mais variados e formas e contornos mais complexos. Além dos antiplásticos minerais, nestas cerâmicas também é recorrente o acréscimo de cacos moídos de outros potes cerâmicos e a presença de motivos decorados nas paredes são mais frequentes, com padrões mais imbricados, alisamentos mais finos e maior recorrência de decorações pintadas e plásticas, como impressão de dedos, unhas, além de outros.
O primeiro grande grupo, de acordo com as designações estabelecidas pelo PRONAPA, se enquadra na dita Tradição Vieira, subtradição Vieira e pode ser dividida, ainda, em outras duas fases apenas por variações pontuais: Fase Torotama (mais escassa e verificada imediatamente acima, ou associada à camada pré-cerâmica) e Fase Vieira (mais frequente e presente em níveis mais superiores). O segundo grupo se enquadra na Tradição Tupiguarani, subtradição Corrugada, Fase Camaquã, com datações que remetem a chegada desta tradição cerâmica à região em algum momento próximo ao fim do primeiro milênio A.D. O autor não dedica muitas páginas de seu livro a esta nova população a adentrar o território, mas deixa claro que em sua opinião, este grupo – já dominante da horticultura e de organização social e padrões de assentamento bem diferenciados em relação aos grupos em foco – manteve contato direto e prolongado com os produtores da cerâmica da Fase Vieira, e exerceram influencia direta sobre eles.
Difusionista, Schmitz associa à chegada e ao contato com estes povos uma intensificação da horticultura na região e certo grau de “refinamento” na produção cerâmica da Fase Vieira, ressaltando que após o contato com os Tupiguarani surge um novo padrão decorativo dentre estas cerâmicas, que ele denomina negativo de cestaria. Especula também sobre certa imposição de restrições espaciais aos cerriteiros, partindo da premissa que com os Tupiguarani vieram novos saberes, mas também novos limites territoriais que restringiriam o uso do espaço e dos recursos locais pelos grupos associados à cerâmica Vieira, por ele entendidos, até então, como organizados em pequenos bandos de alta mobilidade territorial, agora forçados à intensificação de práticas horticultoras e certa reorganização social.
A cerâmica, na ótica adotada pelo autor, é entendida como o principal vestígio cultural de determinada sociedade. De caráter puramente tecnológico e indicador de estágios evolutivos da tradição Vieira, caracterizada como “sociedade marginal”. Sequer é aventada, nas profundas análises realizadas pelo autor, a relação entre possíveis funções ou representações associadas a estes potes cerâmicos. Para ele, a simplicidade verificada nas técnicas de produção e nas formas das cerâmicas da Fase Torotama, por exemplo, assim como a manutenção de certas características por longo período temporal, seriam reflexo de uma sociedade dotada de um sistema cultural simplista e estático.
Parece lhe escapar a possibilidade que, talvez, o nível de complexidade presente nos grupos produtores das cerâmicas da Tradição Vieira estivesse testemunhado em outras formas de cultura material, como nos próprios cerritos, e que neste contexto a cerâmica não desempenharia mais que papel secundário.
E há de se destacar, por fim, que a tese de Schmitz (defendida em 1976), passou a ser a principal referência teórica e o modelo interpretativo mais robusto sobre as ocupações dos grupos construtores de cerritos do pampa, tendo forte impacto sobre a arqueologia do Mercosul. Dessa forma, foi o principal alvo de críticas, sobretudo da Arqueologia uruguaia, quando essa se reoxigenou sob um viés processualista, ao longo dos anos 1990, o que demonstra a grandiosidade da obra, discutida e rediscutida nos últimos 40 anos.
Nota
2 MAZZ, J.M.L.; BRACCO, D. Minuanos. Apuntes y notas para la historia y la arqueología del territorio Guenoa-Minuan (Indígenas de Uruguay, Argentina y Brasil). Montevideo: Linardi y Risso, 2010.
Bruno Leonardo Ricardo Ribeiro – Graduando do curso de Bacharelado em Antropologia/Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Brasil. Pesquisador Associado ao Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (LEPAARQ – UFPel), Brasil.
[MLPDB]
Deixe estar: patrimônio, arqueologia e licenciamentos ambientais – MONTICELLI (CL)
MONTICELLI, Gislene. Deixe estar: patrimônio, arqueologia e licenciamentos ambientais. [Sdt.]. Resenha de: MACIEL, Letícia Nörnberg. Cadernos do LEPAARQ – Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, Pelotas, v. 10, n.19, 2013.
Deixe estar: Patrimônio, Arqueologia e Licenciamentos Ambientais procura trazer à tona a discussão que há anos ocorre dentro da arqueologia brasileira sobre a chamada, dentre outros nomes, Arqueologia por Contrato. Monticelli faz inicialmente uma macroanálise do contexto histórico, político e econômico da implementação de grandes obras no Brasil, valendo-se também de exemplos internacionais.
No primeiro capítulo, chamado “Os contextos e a Crítica”, a autora procura justificar a pesquisa em cima da Arqueologia de contrato a partir da Escola de Frankfurt, berço da Teoria Crítica.
Teoria essa que defende uma releitura das disciplinas feita pelos próprios pesquisadores, visando a refletir sobre o que vem sendo feito e no que as pesquisas vêm sendo usadas, principalmente, as suas consequências para a sociedade. Outro ponto importante levantado é que os pesquisadores assumam seus posicionamentos, valores e influências políticas, partindo do pressuposto de que a ciência não é neutra. Torna-se necessária então a análise dos contextos em que se encontram os arqueólogos. Ou seja, chegou o momento em que a Arqueologia deve refletir sobre si mesma e sobre o que o conhecimento gerado tem sido utilizado: “A Arqueologia e seu pensamento também se desenvolvem de acordo com o contexto histórico que é encontrado (e construído) pelos pesquisadores no exercício da profissão, que, por sua vez, é condicionada pelas leis do mercado e assim por diante” (Monticelli, 2010, p. 36).
A seguir, no segundo capítulo, chamado “Uma crítica aos contextos”, a autora trata do contexto econômico e político em que se deu o surgimento das grandes obras – como usinas, hidrelétricas, rodovias, entre outros – no Brasil e no mundo. Foram criados ciclos viciosos, onde a Arqueologia entrou com os licenciamentos e trabalhos de resgate. Na medida em que aumentava a capacidade industrial de países do hemisfério norte, mais especificamente, Europa e Estados Unidos, bem como a matéria-prima tornava-se escassa, aumentava a necessidade de encontrar mercados de escoamento para estes produtos, bem como encontrar mais fontes desta matéria-prima.
“O comércio cresceu na medida em que aumentaram os mercados consumidores, internos e externos (considerem-se aqui as invasões, os ‘descobrimentos’, a criação de colônias). A metalurgia auxiliou na mecanização das lavouras. Assim aumentaramse a produção e a produtividade” (Monticelli, 2010, p. 46).
Além de encontrar mercado consumidor fora do seu país, foi indispensável a criação de padrões de consumo, assemelhando a capacidade de adquirir com o status social, implicando assim em um prestígio ao modelo capitalista.
Trata-se a seguir sobre como ocorreu a implantação das grandes obras no Brasil, focando-se no exemplo da exploração de gás com a criação de gasodutos e na exploração da Amazônia. A autora finaliza o capítulo com o caso do Estado do Rio Grande do Sul, onde, na segunda metade do século XX, houve uma grande movimentação para a construção de rodovias – contudo, apenas em 1999, salienta Monticelli, a pesquisa arqueológica apareceu no Estado como uma condicionante para a implantação ou não de uma obra.
O capítulo terceiro trata das legislações ambientais no Brasil e em países como Venezuela, Portugal, Uruguai, Estados Unidos e Inglaterra, bem como a apresentação das legislações de Arqueologia em áreas impactadas por obras. Delimitam-se também, em alguns países europeus, convenções sobre o trabalho de contrato do arqueólogo, com artigos como “só exercerão sua atividade em assuntos de seu conhecimento e competência” ou “evitarão conflitos de interesse entre a prática das funções administrativas do trabalho arqueológico e a assunção (ou oferta) de compromissos comerciais”. A autora entende então que muitos dos parâmetros em vigor em outros países podem ser utilizados para análise do caso brasileiro, seja para auxílio da solução da problemática ou com a forma em que as legislações são adotadas.
Quanto à legislação brasileira, o grande motivador para a sua criação é justamente o boom das obras públicas e privadas, visto que essas incentivaram de certa forma a criação de legislações ambientais – e destas que derivam as legislações arqueológicas.
Conforme a autora: “(…) a influência do Estado na elaboração das leis e na relação estabelecida com o patrimônio arqueológico em diferentes momentos político-sociais, distinguindo três momentos: os anos de 1937, 1961 e 1979” (Monticelli, 2010, p. 100).
Esses três momentos citados são, respectivamente, a criação do SPHAN (Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) juntamente com a assinatura do Decreto-Lei nº 25, resultantes de uma política nacionalista e conservadora da Era Vargas; promulgação da Lei nº 3924 por Jânio Quadros sobre monumentos arqueológicos e pré-históricos, os quais seriam então considerados bens patrimoniais da União; e a Lei nº 6766 sobre o parcelamento de solo urbano, determinando que loteamentos localizados em área de interesse especial e aquelas com patrimônio arqueológico deverão ser examinados e ter anuência prévia do Estado antes da aprovação da obra.
A seguir, cita-se o que são impactos ambientais e trabalhos que tratem da legislação ambiental. Por fim, a autora cita e comenta portarias do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e documentos emitidos pelo governo quanto à defesa do patrimônio cultural.
No quarto capítulo, chamado “Tão igual, tão diferente”, há a caracterização da atuação da Arqueologia em obras de engenharia.
Inicialmente há uma exaustiva discussão das nomenclaturas que permeiam a Arqueologia de Contrato. Contudo, mais importante do que despender tempo dialogando sobre com qual nome a arqueologia que não é resultante de pesquisas da academia será batizada, é a discussão sobre o que, de fato, ela deve ou não fazer, tal como a autora argumenta: “A terminologia é importante porque pode ser esclarecedora das intenções ou características, mas a prioridade ainda é: o que temos feito com ela, quais seus objetivos ou pretensões, que resultados estão sendo alcançados?” (Monticelli, 2010, p. 128).
A despeito da terminologia, a autora traça uma projeção de relação entre a arqueologia de contrato e a acadêmica, criando a seguir um quadro dos anos 2000 da situação brasileira neste aspecto – o qual, aparentemente, não mudou muito nos últimos anos quanto às críticas que os trabalhos de contrato sofrem. De qualquer forma, uma arqueologia não está desassociada da outra.
“Schmitz (2001, p. 58-59), ao criticar o que tem sido feito, afirma que esses trabalhos não trazem contribuição científica imediata direta, mas os dados produzidos podem dar origens a teses, dissertações ou comunicações, mais do que apenas a um relatório, geralmente muito volumoso e ricamente ilustrado, que atende apenas às exigências legais” (Monticelli, 2010, p. 139).
Por fim, no penúltimo capítulo, intitulado, “Quem vai defender o patrimônio?”, a autora trata finalmente do engajamento político dos arqueólogos a partir dos impactos ambientais causados pelas grandes obras.
Quando há obras que despendem de grandes orçamentos e que gerarão um retorno tecnológico de grande impacto na população, ou mesmo em uma parcela dela, geralmente o âmbito arqueológico passa a ser ignorado. Por outro lado, obras pequenas também ignoram sítios arqueológicos, uma vez que se entende que essas não demandam de licenciamento. Comumente, altera-se um grande projeto visando o número de pessoas que serão afetadas – buscando sempre ser o menor possível -, mas o mesmo não ocorre por motivos arqueológicos ou ambientais. Assim, Monticelli cita diversos exemplos onde o interesse econômico é colocado acima dos interesses patrimoniais. Porém, por pressão de movimentos ambientalistas internacionais, aos poucos foram sendo incorporadas legislações pró-meio ambiente, e, dessa forma, o patrimônio arqueológico ganhou força.
Gostaria de concluir com uma citação das considerações finais da própria obra, que exprimem muito claramente o posicionamento de Monticelli quanto a Arqueologia de Contrato: “O patrimônio precisa ser preservado dos impactos. E alguém precisa estar disposto a realizar essa tarefa. Os arqueólogos prestadores de serviço, oriundos todos da academia, a ela ainda vinculados ou não, exercendo a profissão de forma liberal ou autônoma, estão condicionados, como todos os demais profissionais, às leis de um mercado capitalista, no qual as noções de progresso e desenvolvimento soam mais alto e as políticas e atuações preservacionistas são consideradas entraves ou obstáculos ao futuro” (Monticelli, 2010, p. 208 – grifo meu).
Letícia Nörnberg Maciel – Acadêmica do curso de Bacharelado em Antropologia com ênfase em Arqueologia pela Universidade Federal de Pelotas, (UFPel), Brasil.
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Arqueología prehistórica en la localidad arroyo Catalán Chico: investigaciones pasadas, replanteo y avances recientes – SUÁREZ (CL)
SUÁREZ, Rafael. Arqueología prehistórica en la localidad arroyo Catalán Chico: investigaciones pasadas, replanteo y avances recientes. [Sdt.]. Resenha de: QUADRADO, Chaiane Alves. Cadernos do LEPAARQ – Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, Pelotas, v. 10, n.20, 2013.
Rafael Suárez é doutor em Ciências Naturais (UNLP, Argentina) e pesquisador do Museu de Arqueologia e Ciências Naturais de Salto, Uruguai. No livro Arqueología prehistórica em la localidade arroyo Catalán Chico, ele propõe uma nova interpretação da tecnologia lítica local – e por consequência, da cultura e vida social dos habitantes pré-históricos – além de buscar uma valorização dos sítios da região que sofrem degradação constante por consequência da atividade mineira sem, ao menos, terem sido reconhecidos como monumento de interesse cultural do país.
Desde 1999, o autor trabalha com os sítios arqueológicos de Catalán Chico, que atualmente são 123, e neste livro ele traz os resultados de todos esses anos de pesquisas e estudos.
No primeiro capítulo, Suárez trata das investigações passadas que aconteceram na região do arroio Catalán Chico, descobertos em 1955, por Antonio Taddei – pesquisador bastante entusiasta da arqueologia – logo atraíram atenção de préhistoriadores da Europa e ambas as Américas. Na época, Taddei trabalhou com 28 sítios, que estudados por diversos autores, tiveram sua indústria lítica (então chamada industria catalanense) classificada como bruta, primitiva e unifacial. A interpretação feita foi que esta seria uma cultura parada no tempo, supostamente iniciada em 10.000 AP e não sofrendo grandes mudanças desde então. Sempre que algum tipo de tecnologia diferenciada foi encontrado, classificou-se como de produção externa ou influência de algum grupo superior, usando sempre referências bastante evolucionistas ou difusionistas que buscavam uma “linha única” de evolução, classificando as sociedades em diferentes etapas entre os “menos desenvolvidos” e os “mais desenvolvidos” – no caso desta região, dos caçadores primitivos (com raros bifaciais) aos caçadores especializados (abundância de bifaciais e pontas de projétil).
O segundo capítulo, ainda abordando as interpretações de outros autores e pesquisadores, traz alguns problemas nas publicações feitas anteriormente sobre a indústria lítica local, como interpretação de origem das técnicas de lascamento utilizadas e idade atribuída aos sítios.
Dentro das interpretações difusionistas, alguns autores trabalharam com uma rota que teria se iniciado na Europa Central e chegado até Catalán Chico, passando pela China e Sibéria. Essa teoria baseia-se nos tipos de ferramentas encontradas em sítios que se localizam nos lugares citados, afirmando que se um mesmo tipo de tecnologia está presente em diversos lugares é porque teve uma origem comum. A grande maioria dos discursos baseava-se em intuições, sem apresentação de justificativas plausíveis. Suárez destaca a perda de objetividade na pesquisa e uma necessidade de comparação com padrões europeus. Numa tentativa de dar interpretações expressamente subjetivas à tecnologia lítica de Catalán Chico, chega-se a compará-la com tecnologias produzidas por espécies como Homo erectus ou Homo neanderthalensis, o que justificaria a classificação primitiva que a indústria lítica recebia.
Existe também uma grande variação nas datações apresentadas por pesquisadores como Taddei, Bórmida, Campá e etc.. Datas que variam de 25.000 AP a 8.000 AP, baseadas em amostras estratigráficas, formações minerais, entre outros métodos contestáveis. O esquema tipológico-cronológico baseado em sofisticação dos materiais encontrados esbarra em diversas problemáticas que os autores não souberam ou não se importaram em explicar.
A ideia de que todos os recursos de sobrevivência, como caça, pesca, moradia, produção de ferramentas e agricultura, estariam limitados a um pequeno raio de mobilidade – esquema apresentado pelos pesquisadores anteriores a Suárez, que consideram os grupos como estáticos, ou seja, um único sítio abrange todas as atividades – não condiz com as evidências materiais encontradas pelo autor, que destaca a possibilidade de sítios diferentes para funções diferentes.
Para Bórmida, as diferentes tecnologias encontradas em Catalán Chico e nos sítios do rio Cuareim explicavam-se porque se tratava de diferentes grupos sociais. Mas o contraste está no fato que em Cuareim a indústria lítica baseia-se em nódulos, enquanto em Catalán, em grandes lascas. Para Rafael Suárez isso não é suficiente para afirmar uma distinção étnica e sim que esteja provavelmente ligado a fontes diferentes de matéria-prima, tanto para produção como para uso como suporte na manufatura.
No terceiro capítulo, o autor trata das investigações atuais, feitas por ele e sua equipe, este consiste basicamente em três pontos referenciais: a) identificação de diferentes afloramentos minerais através de cortes petrográficos nas pedreiras; b) análises de perfis estratigráficos através da geoarqueologia; c) dar ênfase aos processos de redução e lascamento presentes nos sítios, sem a execução de novas escavações na região.
A paisagem do nordeste uruguaio é formada por colinas e montanhas – que chegam até 280msnm (metros acima do nível do mar). O vale do arroio Catalán Chico apresenta depósitos sedimentares, suas nascentes têm três formações basálticas e um banco de arenito silicificado que aflora ao longo do vale. Na desembocadura da sanga de los Tajas aparecem mais afloramentos semelhantes onde o arenito apresenta tonalidades verdes, avermelhadas, marrons e brancas – a diferença de cor se dá pela mistura de diferentes materiais como clorito, hidróxidos de ferro, etc.. Algumas unidades de solo analisadas apresentam terra preta, sem carbonato de cálcio (componente de rochas) e com materiais arqueológicos.
A presença de bifaciais é muito frequente, tendo sido encontrados, muitas vezes, na superfície e datados do Pleistoceno final/médio Holoceno. Há uma grande variedade de tamanho e formas podendo servir a diferentes propósitos. Utilizando materiais encontrados em três sítios de Catalán Chico foi feita uma análise das etapas de fabricação dos bifaciais, são ao todo 369 objetos, 214 inteiros e 155 fragmentados.
Baseado num esquema de cinco etapas, criado por Callahan, Suárez explica as quatro que foram usadas no processo de pesquisa feito por ele: ◊ obtenção da base – início da redução, uma etapa difícil de ser reconhecida nas peças já que muitas vezes é confundida com material não manipulado; ◊ redução inicial – etapa de obtenção de negativos, aproximadamente 29% de todos os bifaciais analisados encontravase nesse estágio; ◊ adelgaçamento primário – retirada de protuberâncias das peças, 50% dos bifaciais inteiros encontrados estavam nessa etapa, podendo ser frutos de fricção com percursor duro ou brando; ◊ adelgaçamento secundário – o momento de acertar as seções transversal e longitudinal das peças, cerca de 21% dos bifaciais inteiros estavam nesta etapa e 43% dos fragmentados.
No capítulo 4, o autor fala sobre investigações atuais que acontecem em outras regiões nas proximidades de Catalán Chico, como as nascentes do rio Arapey Grande. Até algum tempo atrás a atenção sempre foi dada aos afloramentos de arenito silicificado,271 recentemente, estudos mostram uma variedade de matérias-primas como ágata translúcida e calcedônia em sítios de lascamento.
Estes sítios contribuem para o entendimento de organização tecnológica e mobilidade de caçadores coletores. O transporte de longa distância de rochas silicificadas já havia sido reconhecido no século XIX por J.H. Figueira (importante arqueólogo uruguaio). Nas Américas do Sul e Norte, a ágata foi um recurso lítico muito usado para fabricação de artefatos, como citado por diversos pesquisadores como Bird, Núñez, Bamforth, etc.. Taddei, em 1964, chamou atenção para a calcedônia vítrea encontrada nos sítios de Catalán Chico, reconhecida posteriormente por outros pesquisadores como ágata ou calcedônia transparente. Tendo sido encontrado também fontes de opala e arenito silicificado.
Suárez traz um levantamento das matérias-primas encontradas nos demais sítios da região, demonstrando a grande diversidade mineral local. O sítio K87, escavado por arqueólogos estrangeiros, teve seu material perdido, mas baseado nos dados coletados por estes pesquisadores, sabe-se que foi encontrada uma grande variedade de matéria-prima manufaturada, como ágata, arenito, calcedônia e quartzo. Em Pay Paso (rio Cuareim), além dos materiais encontrados em K87, ainda havia opala, basalto e calcário.
Já o sítio Catalán Seco 1 é uma pedreira de ágata, já alterado pela extração mineira. O material arqueológico encontrado nesse, varia entre unifaciais e bifaciais nas etapas iniciais de lascamento.
As evidências de diversas matérias-primas nos sítios oficinas representam uma fácil adaptação e técnica em manufatura de materiais diferentes. A distância entre algumas fontes de minerais e os sítios onde os objetos foram encontrados chega a 170km para o transporte de ágata, e Flegenheimer chega a propor uma distância de 500km para o calcário.
O capítulo 5, que encerra o livro, é focado na interpretação atual dos sítios de Catalán Chico e na evidenciação da necessidade de uma valorização do patrimônio local. Em 2006 um trabalho que incluiu diversos estudiosos e pesquisadores das áreas de arqueologia e geografia, como o próprio Rafael Suárez, tinha por objetivo realizar um levantamento dos sítios arqueológicos da área do arroio Catalán Chico e da Zanga de los Talas, propondo medidas de proteção para os mesmos, mas o projeto não foi concretizado e hoje estes continuam sofrendo alterações.
É claro que Suárez não se opõe totalmente à atividade mineira, uma vez que esta é responsável pelo sustento de centenas de famílias pobres da área, além de prover investimentos ao país e gerar exportações. Sua proposta é que a atividade arqueológica trabalhe junto à extração de minerais, provendo o mínimo possível de impacto e destruição.
As últimas evidências encontradas apontam que os bifaciais encontrados foram manufaturados por diferentes indivíduos/grupos, utilizando técnicas sequenciais diferenciadas formadas por etapas de redução distintas. E não por um grupo primitivo, às vezes influenciado por caçadores mais evoluídos. As novas observações em relação à técnica de lascamento é que ela possui uma regularização na preparação, com retoques invasivos – similares à técnica utilizada em bifaciais do período Paleoíndio na América do Norte.
Em relação à funcionalidade, os sítios são interpretados como oficinas de lascamento – haveria uma divisão por função, onde sítios de pesca, caça e habitação seriam separados num raio maior do que o antes proposto por Taddei e Bórmida, por exemplo.
Em relação ao lascamento, utilizam técnicas e etapas semelhantes às utilizadas em produções de pontas de projétil (lembrando que as sociedades de Catalán Chico eram classificadas como primitivas por não incluírem este material). Apresentam etapas de redução bastante detalhadas, que significam ótimas habilidades técnicas. Os materiais antes classificados como toscos, seriam descartes inacabados, enquanto os que foram totalmente trabalhados foram transportados para outros sítios onde seriam utilizados. As fontes de matérias-primas poderiam ser usadas por diversos grupos que levavam suas ferramentas para outras regiões.273 Enfim, Rafael Suárez traz um grande apanhado de informações que demonstram que há muito ainda a ser revisto e estudado em relação à Catalán Chico, e defende que sem a devida atenção e cuidado com a região, não haverá tempo pra que isso seja feito.
Chaiane Alves Quadrado – Acadêmica do curso Bacharelado em Antropologia com Habilitação em Arqueologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Brasil.
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El antropólogo inocente. Notas desde una choza de barro – BARLEY (CL)
BARLEY, Nigel. El antropólogo inocente. Notas desde una choza de barro. Barcelona: Anagrama, 1989. Resenha de: SILVA, Tiago Lemões. Cadernos do LEPAARQ – Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, Pelotas, v. 3, n. 5/6, 2006.
“Es deformación interrogante, que sirve para desvelar realidades” (p. 10).
É assim que o filósofo espanhol Alberto Cardín refere-se à primeira etnografia realizada pelo antropólogo inglês, Nigel Barley, entre os dowayos do Camarões, na África, em 1978.
No prólogo que redigiu para a publicação da obra, Cardín assinala que Barley utiliza-se de uma concepção que o faz romper com a estrutura clássica da monografia etnológica, inserindo-se, ele próprio, na análise antropológica, trazendo para o texto dados ocultos na grande maioria dos trabalhos de investigação empírica, delineando um complexo e intrigante jogo de espelhos que se traduz em um exercício reflexivo e comparativo entre a cultura européia e a cultura africana. Neste empreendimento, expõe as razões que o levaram a fazer o trabalho de campo, refletindo acerca da vantagem evidente que possuem os antropólogos no tocante à sua imagem pública, afirmando que a incursão ao campo os legitima e por isso estão como que protegidos por um campo de santidade.
Em contrapartida, Barley afirma que sua vida profissional sempre esteve envolvida em níveis mais elevados de abstração e especulação teórica, pois, segundo ele, é avançando neste terreno que se chega à possibilidade de interpretação. Opondo-se à sacralização clássica do trabalho de campo, afirma: “no apartar los ojos del suelo es el modo más seguro de tener uma visión parcial y falta de interés.” (p.21)
Opondo-se ao culto deste Deus (o trabalho de campo) e aos seus mais exemplares e fiéis sacerdotes (os antropólogos), Barley insere-se no rol dos “nuevos antropólogos” (p.18), egressos de doutorados baseados em horas de biblioteca e que consideram o trabalho de campo como uma ação supervalorizada e sacralizada no meio acadêmico. Profere que o processo de coleta de dados resulta, em si mesmo, pouco atrativo: não são precisamente dados que faltam à Antropologia, mas algo inteligente a fazer com eles. Parece-lhe que a justificativa do estudo de campo, assim como de qualquer atividade acadêmica não reside na contribuição para a coletividade, mas sim em uma satisfação egoísta.
Toma como exemplo Os Argonautas do Pacífico Ocidental, de Bronislaw Malinowski (1922) para justificar a importância do rompimento com o estilo clássico da etnografia: em seus diários de campo – de publicação póstuma – o antropólogo polonês desvela um veículo pura e simplesmente humano, onde os obstáculos e as indignações evidenciam-se: Malinowski sentiu-se incomodado pelos nativos, pela “luxúria” e pelo “isolamento” que sentia imerso naquela cultura. A publicação destes diários causou repulsa no universo científico, tendo sido estigmatizados como “contraprudecentes para la ciência” (p.21).
Barley percebe esta repulsa aos diários como um sintoma da intolerável hipocrisia típica dos representantes da disciplina e que, segundo ele, deve ser combatida. Ao atuar de encontro a estas referidas limitações, trazendo para o texto etnográfico todos os conflitos e incompreensões na relação antropólogo/interlocutor, Barley justifica a publicação de sua obra considerando que a monografia finalizada guarda relação com os sangrentos pedaços da crua realidade em que se baseia, e que são, comumente, desvalorizados na maioria dos trabalhos etnográficos, fato que obscurece a riqueza dos dados empíricos.
Ao investir na pesquisa de campo, Barley surpreende-se: aos africanos era estranho que um homem branco estivesse interessado em uma tribo bastante depreciada e tida como selvagem na região. Ao final do terceiro capítulo, revela uma inquietação ao sentir-se, vez ou outra, como um “parasita cultural” entre os dowayos, por ser a observação seu principal objetivo junto aos interlocutores.
Sexualidade, morte e relações de gênero são pontos tratados nos capítulos etnográficos que compõem esta obra. Os dowayos são descritos como um povo sexualmente ativo desde cedo. A atividade sexual é aconselhada, mas a promiscuidade não é bem vista; a gravidez pré-matrimonial é sinônimo de fertilidade feminina e a circuncisão masculina delineou-se como elemento-chave na compreensão do sistema cultural dowayo. Homens não circuncidados são possuidores de uma alma feminina, estando proibidos de participar de ritos masculinos e sepultados junto às mulheres. Somente aos circuncidados é permitido conhecer a totalidade do sistema cultural.
As mulheres jamais são eleitas à categoria de esposa por critérios de beleza, mas sim por sua obediência e bondade. Na preparação funerária, crânios recebem tratamento distinto conforme diferenças de gênero: os masculinos são colocados em um descampado onde as caveiras encontram o descanso final; os femininos são escondidos atrás da cabana onde a mulher nasceu. Assim, a mulher, ao casar-se, vai para a casa de seu marido, ao morrer, retorna para a sua.
No tocante ao trato com as enfermidades, infecções e danos acidentais são tidos como produtos de bruxaria e tratados com plantas específicas. Esse tema é apresentado no oitavo e nono capítulos.
Esforçando-se na compreensão do emaranhado cultural pertencente aos dowayos, Barley conclui que colheita, circuncisão e estações de chuva e seca apresentam-se conectadas e pertencentes ao mesmo complexo. Mas sublinha as barreiras que transpôs ao mergulhar no campo simbólico, pois “el problema de trabajar en el terreno del simbolismo reside em la dificultad para definir qué datos son susceptibles de interpretación simbólica” (p. 159).
Este antropólogo também expressa os conflitos decorrentes da ótica ocidentalizada com a qual percebia a atuação dos bruxos propiciadores de chuva: ao presenciar um ritual deste gênero – com a “prova real” de sua eficácia manifesta na tempestade que o procedera – Barley alega que não poderia acreditar em algo imerso em tão clara contradição com sua própria cultura, sem entrar em contato com “provas suficientes”. Contudo, declara que a maioria dos antropólogos não se deixa impressionar por “falsas crenças”, mas limitam-se a encaixá-las em um sistema coerente.
Ao finalizar o trabalho de campo, voltando para a Inglaterra, diz sentir-se como um alienígena inglês título dado ao último capítulo expondo suas próprias transformações enquanto ser social: fazer compras e ter diálogos educados eram ações difíceis, água corrente e luz elétrica lhe eram imensamente incríveis.
Discorre, ademais, sobre as reviravoltas teóricas que o fizeram compreender, através de uma ótica diferenciada, as monografias que formam a base da Antropologia, distinguindo quais dados são evasivos, forçados ou insuficientes.
Confessa que, ao tentar compreender a visão de mundo dos dowayos, havia posto em prova certos modelos muito gerais de interpretação simbólica. Finalizando a etnografia, Barley afirma ter abandonado sua fé liberal na salvação cultural e econômica do Terceiro Mundo. No retorno para casa, estava agradecido por ser ocidental.
Tiago Lemões da Silva- Licenciado em História pela Universidade Federal de Pelotas, Brasil. Mestre em Ciências Sociais pela mesma universidade. Membro discente do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Produção em Antropologia da Imagem e do Som, Universidade Federal de Pelotas (LEPPAIS/ UFPel), Brasil.
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Arqueologia de La Represión y la Reistencia en América Latina 1960 – 1980 – FUNARI (CL)
FUNARI, Pedro Paulo A.; ZARANKIN, Andrés. (Org). Arqueologia de La Represión y la Reistencia en América Latina 1960 – 1980. Córdoba: Encuentro Grupo Editor, 2006. Resenha de: MILHEIRA, Rafael Guedes. Cadernos do LEPAARQ – Textos de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, Pelotas, v.2, n.4, ago./dez., 2005.
O livro Arqueologia de la Represión y la Resistencia en América Latina 1960 – 1980, editado pelos arqueólogos Pedro Paulo Funari e Andrés Zarankin, retoma uma discussão importante para a história contemporânea da América, pois trata de um momento histórico que não deve nunca ser esquecido, mas contrariamente a isso, sempre recordado e refletido.
O título do livro sintetiza com precisão o seu conteúdo, visto que a repressão e resistência são faces opostas de uma mesma moeda; são forças que se equivalem num sistema dialético e conflitivo, mas que, na visão dos autores, não podem ser simplesmente pensadas como um mero exercício retórico, pois são forças que ainda competem na atualidade e são responsáveis pela estruturação de parte das relações sociais vigentes. Nesse sentido, as forças políticas e os conflitos sociais, além de objeto de estudos da arqueologia, que visa à análise das práticas sociais a partir da materialidade, devem ser temas de reflexão dos pesquisadores com base na explicitação de suas posturas políticas.
Os nove capítulos do livro retratam experiências arqueológicas e históricas, relacionadas aos períodos ditatoriais e repressores, desenvolvidas em vários países da América Latina, a saber: Bolívia, Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguai, México e Colômbia. Nota-se uma preocupação constante dos autores em relatar, mesmo que brevemente, o contexto histórico-político dos países quando da instauração dos regimes repressores, bem como apresentando a estruturação das resistências políticas.
O primeiro capítulo, escrito por Roberto Rodriguez Suárez, relata a experiência arqueológica relacionada à busca dos restos corporais do General Che Guevara e companheiros na Bolívia. O autor enfatiza os caminhos metodológicos, envolvendo técnicas apuradas de campo para identificar a localidade das covas comuns dos guerrilheiros.
O texto de Rodrigo Navarrete e Ana Maria López é um estudo sobre os grafismos do Cuartel San Carlos – Venezuela. As paredes, tetos e chão do quartel serviram de mural para as representações gráficas do cárcere de presos políticos daquele país e permitem compreender o imaginário a partir de uma perspectiva material do regime político-repressor do estado.
Patrícia Fournier e Jorge Martinez Herrera refletem sobre o massacre da “Plaza de las Tres Culturas”, ocorrido no ano de 1968 no México, quando centenas de civis em passeata foram assassinados a queima roupa pelo governo dez dias antes da abertura das olimpíadas. Muitas vítimas desse massacre ainda estão desaparecidas, sendo necessários projetos que envolvam arqueologia, antropologia forense, história e direitos humanos para averiguar com maior precisão o genocídio cometido.
Carl Henrik Langeback trata de um estudo voltado para os aspectos epistemológicos e políticos da disciplina arqueológica na Colômbia. A reflexão teórica emerge da comparação entre o conhecimento arqueológico produzido pelos arqueólogos, tido no texto como classificatório e desprovido de significado de memória e, por outro lado, pelos intelectuais de esquerda, que sem base no registro arqueológico produziram conhecimento sobre o passado indígena pré-hispânico baseados na teorias marxistas.
Pedro Paulo Funari e Nanci Vieira de Oliveira refletem sobre a emergência da arqueologia do conflito no Brasil, enfatizando que a história das sociedades é a história das relações conflitivas. Os autores, dessa forma, contextualizam a arqueologia brasileira e pensam sobre as bases epistemológicas dessa arqueologia, que não se debruça em estudar o passado recente e repleto de indicadores de conflitos sociais relativo à repressão do período ditatorial militar.
Luis Fondebrider realiza um breve balanço sobre os 21 anos de desenvolvimento da antropologia forense na Argentina, através da participação da Equipe Argentina de Antropologia Forense (EAAF). O autor enfatiza a necessidade de fortalecer institucionalmente a participação dos arqueólogos na sociedade contemporânea. Destacam-se no texto as imagens fotográficas de escavações de covas comuns de presos políticos assassinados nos regimes repressores da Argentina, Etiópia e Congo.
A relação entre tortura, verdade, repressão e arqueologia na Argentina é o tema tratado por Alejandro F. Haber. As práticas de tortura, desenvolvidas pelos aparelhos repressores, servem não somente como repressão do corpo e da mente, mas também como um meio de estabelecer a auto-narração da verdade, imposta à força e sem diálogo, não levando em consideração a memória social das vítimas.
Como disciplina que constrói narrações sobre o passado, a arqueologia da repressão se diferencia daquela estritamente acadêmica em função da utilização da memória social, sobretudo dos parentes e amigos dos desaparecidos políticos, para desenvolver interpretações subjetivas sobre o passado. A não utilização dessa mesma prática de inclusão da memória social na explanação sobre o passado indígena foi responsável pela constituição de um conhecimento desprovido de memória e significado sócio-político José Lopéz Mazz relata experiências de atividades de arqueologia forense desenvolvidas no Uruguai com o objetivo de entender os aspectos materiais do aparelho repressor, bem como compreender as relações sociais estabelecidas no cárcere e a estruturação material da resistência.
A arqueologia da arquitetura dos Centros Clandestinos de Detenção da Argentina é o objeto de estudo de Andrés Zarankin e Cláudio Niro. Os CCD’s foram tratados como estruturas físicas do aparelho repressor que comportam, no seu registro material, aspectos da memória do período ditatorial da Argentina. O espaço arquitetônico dos CCD’s denota a planificação da estrutura de repressão e permite que a relação torturador-torturado adquira sua forma mais explícita. Além dos aspectos objetivos de análise da estrutura arquitetônica dos CDD’s, existe uma preocupação constante dos autores em estabelecer uma conexão entre as práticas arqueológicas objetivas e a memória subjetiva das vítimas, referente às experiências sofridas no cárcere. O relato do cárcere de Cláudio Niro, enquanto vítima da ditadura elucida a possibilidade metodológica de construção de narrativas do passado com base na articulação entre arqueologia e memória em contraposição à história oficial.
Nesse sentido, as palavras mais usadas nos textos: política, direitos humanos, arqueologia da repressão, esquerda política, repressão, direita política, aparato de controle, manipulação do poder, resistência, governo, ditadura militar, conflitos sociais, memória, democracia, passado, narração, marxismo, etc., refletem o conteúdo e a postura política dos autores, não somente com relação à ditadura, mas também com relação à concepção teórica narrativa sobre o passado.
A arqueologia é refletida desde suas bases epistemológicas e é chamada a ser comprometida com a dinâmica social, ou seja, conclama-se que a arqueologia tenha uma função social de conscientização e sirva como ferramenta para interpretar o passado e compor uma memória alternativa à história oficial. “El investigador puede así, de manera explícita, asumir una posición activa en el proceso de interpretación de un pasado que ya no es el verdadero, sino apenas una interpretación” (Zarankin e Niro, 2006, p. 165).
De forma crítica, os autores com base em influência marxista, criticam e refletem sobre as bases epistemológicas da disciplina desde sua formação até a atualidade e nos questionam o seguinte: qual o papel da arqueologia e do arqueólogo frente à dinâmica social? Que postura deve tomar o profissional de arqueologia, na medida em que esse lida com aspectos da memória social coletiva? E, por fim, que tipo de conhecimento sobre o passado a demanda social requer?
Rafael Guedes Milheira – Mestrando em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE- USP), Brasil. Pesquisador do Laboratório de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (LEPAARQ – UFPel), Brasil. E-mail: rafamilheira@gmail.com
[MLPDB]
Lepaarq. Pelotas, v.1, n.1, jan./jun 2004 / v.19, n.35, jan./jun. 2021.
1, N. 1 (2004): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V1I1
- Publicado em: 06/02/2004
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1, N. 2 (2004): JUL-DEC
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- Publicado em: 24/09/2004
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- EDITORIAL
- Fábio Vergara Cerqueira
- CIDADE, ESPAÇO E TEMPO: REFLEXÕES SOBRE A MEMÓRIA E O PATRIMÔNIO URBANO
- Sandra Pesavento
- ARQUEOLOGIA CLÁSSICA E PATRIMÔNIO NACIONAL
- Francisco Marshall
- O EGITO ANTIGO NA REGIÃO SUL DO RIO GRANDE DO SUL
- Welcsoner Silva Cunha
- PROJETO EXPERIMENTAL: A FUNCIONALIDADE DOS “QUEBRA-COQUINHOS” EM CONTEXTOS ARQUEOLÓGICOS DO BRASIL MERIDIONAL
- Luiz Carlos da Silva Junior
- REINTERPRETANDO O ZOOMORFO DE TUBARÃO DA COLEÇÃO “CARLA ROSANE DUARTE COSTA”
- Manuel Gonzalez, Rafael Guedes Milheira
- O TERRITÓRIO XAMÂNICO KAINGANG VINCULADO ÀS BACIAS HIDROGRÁFICAS E À FLORESTA DE ARAUCÁRIA
- Rogério Reus Gonçalves da Rosa
- Resenhas
- FUNARI, PEDRO PAULO A. & ZARANKIN, ANDRÉS. (ORG). ARQUEOLOGIA DE LA REPRESIÓN Y LA REISTENCIA EN AMÉRICA LATINA 1960 – 1980. CÓRDOBA: ENCUENTRO GRUPO EDITOR, 2006.
- Rafael Guedes Milheira
3, N. 5/6 (2006): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V3I5/6
- Publicado em 07/10/2006
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- Artigos
- EDITORIAL
- Flávia Maria Silva Rieth
- AS RANHURAS DO SENSÍVEL: DO BRICOLAGE ARTÍSTICO À IMPRESSÃO DE IDÉIAS
- Alexandre Lettnin
- EDUCAÇÃO PATRIMONIAL – A PEDAGOGIA POLÍTICA DO ESQUECIMENTO?
- Angélica Kohls Schwanz
- O RESGATE DE HEITOR: UMA POÉTICA DOS COMBATES
- Augusto Amaral, Eliane Pardo
- UM ESTUDO SOBRE AS VARIAÇÕES NA RECEPÇÃO DA OBRA DE LEOPOLDO GOTUZZO NO CAMPO ARTÍSTICO DE 1935 A 2006
- Francine Silveira Tavares
- O RISCO DO BORDADO – EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE: TRAJETÓRIAS DE VIDA DE SENHORAS
- Jezuina Kohls Schwanz
- “HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO SUL PARA O ENSINO CÍVICO”: UM INSTRUMENTO REPUBLICANO DE CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO SOCIAL GAÚCHO
- Sérgio Ricardo Pereira Cardoso
- Resenhas
- BARLEY, NIGEL. EL ANTROPÓLOGO INOCENTE. NOTAS DESDE UNA CHOZA DE BARRO. BARCELONA: ANAGRAMA, 1989.
- Tiago Lemões da Silva
- Relatórios e notícias institucionais
- ALGUNS DADOS SOBRE O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEMÓRIA, IDENTIDADE E CULTURA MATERIAL
- Maria Leticia Mazzucchi Ferreira, Sebastião Peres
4, N. 7/8 (2007): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V4I7/8
- Publicado em: 03/10/2007
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rogério Reus Gonçalves da Rosa, Sabrina Rosa Paz
- A ATUAÇÃO DOS ANTROPÓLOGOS NA REGULARIZAÇÃO DOS TERRITÓRIOS QUILOMBOLAS
- Ana Paula Comin de Carvalho
- COMUNIDADES REMANESCENTES DE QUILOMBOS: ALGUNS DESAFIOS AO OLHAR ANTROPOLÓGICO
- Rosane Aparecida Rubert
- DIREITO E ANTROPOLOGIA NAS DEFINIÇÕES DE TERRITÓRIOS E GRUPOS INDÍGENAS NO BRASIL: DA COMUNIDADE INDÍGENA DA BORBOLETA
- Ledson Kurtz de Almeida
- PARA ALÉM DA “MATERNIDADE MILITANTE”: MULHERES DE BASE E OS ATIVISMOS
- Alinne de Lima Bonetti
- CONCEPÇÕES DE VIOLÊNCIA SEXUAL E DIREITOS DAS MULHERES: DO “DEFLORAMENTO” AO “ESTUPRO”
- Miriam Steffen Vieira
- REINCIDÊNCIA OU REPESCAGEM?
- Sinara Porto Fajardo
- RECIPROCIDADES, AFETO E SEXUALIDADE EM GRUPOS POPULARES: ASPECTOS REDIMENSIONADOS NA PRISÃO
- Sabrina Rosa Paz
- FAMÍLIA, GÊNERO E JUVENTUDE: SOBRE O PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO DE JOVENS DE CAMADAS MÉDIAS E RELAÇÕES DE RECIPROCIDADE ENTRE AS GERAÇÕES
- Flávia Maria Silva Rieth, Fabíola Mattos Pereira
- Resenhas
- BONETTI, ALINE & FLEISCHER, SORAYA (ORG). ENTRE SAIAS JUSTAS E JOGOS DE CINTURA. SANTA CRUZ DO SUL: EDITORA EDUNISC, 2007
- Liza Bilhalva Martins da Silva
- Relatórios e notícias institucionais
- O KUJÀ E O SISTEMA DE MEDICINA TRADICIONAL KAINGANG – “POR UMA POLÍTICA DO RESPEITO”: RELATÓRIO DO II ENCONTRO DOS KUJÀ, TERRA INDÍGENA KAINGANG MORRO DO OSSO, PORTO ALEGRE, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
- Ana Elisa de Castro Freitas
- RELATÓRIO DE VISTORIA ARQUEOLÓGICA NO MUNICÍPIO DE TAQUARUÇU DO SUL/RS
- Cláudio Baptista Carle
5, N. 9/10 (2008): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V5I9/10
- Publicado em: 03/10/2008
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- Artigos
- EDITORIAL
- Cláudio Baptista Carle
- ESTILO TECNOLÓGICO E AS INDÚSTRIAS LÍTICAS DO ALTO VALE DO RIO DOS SINOS: VARIABILIDADE ARTEFATUAL ENTRE SISTEMAS DE ASSENTAMENTOS PRÉ-COLONIAIS NO SUL DO BRASIL
- Adriana Schmidt Dias
- ARQUEOLOGIA EM GRANDES EMPREENDIMENTOS: A IMPORTÂNCIA E O DESAFIO DE MANTER UM CONTROLE DE QUALIDADE CIENTÍFICA
- Solange Bezerra Caldarelli
- INTERPRETAÇÃO DO PALEOAMBIENTE DO SAMBAQUI DO RECREIO: UMA ANÁLISE GEOFÍSICA E PALEOGEOGRÁFICA
- Gustavo Peretti Wagner
- POR UMA ARQUEOLOGIA SIMÉTRICA
- Mariana Araújo Neumann
- INTERPRETANDO EVIDÊNCIAS ICONOGRÁFICAS DA MULHER ATENIENSE
- Fábio Vergara Cerqueira
- ARQUEOLOGIA DOS ESPAÇOS DOMÉSTICOS EM SANTO ÂNGELO CUSTÓDIO: PROPOSTAS TEÓRICAS
- Jonathan Santos Caino
- DAS BRENHAS AO ASFALTO – INVESTIGAÇÃO DA FRICÇÃO INTERÉTNICA DAS COMUNIDADES INDÍGENAS TRANSITÓRIAS NA CIDADE DE CRUZ ALTA
- Cláudio Baptista Carle
- Resenhas
- NEVES, EDUARDO GÓES. ARQUEOLOGIA DA AMAZÔNIA. RIO DE JANEIRO: JORGE ZAHAR EDITOR, 2006.
- Maurício Schneider
- PEREIRA, CLAUDIO CORRÊA. MINUANOS/GUENOAS. OS CERRITOS DA BACIA DA LAGOA MIRIM E AS ORIGENS DE UMA NAÇÃO PAMPIANA. PORTO ALEGRE: FUNDAÇÃO CULTURAL GAÚCHA, 2008.
- Rafael Guedes Milheira
- Relatórios e notícias institucionais
- SÍTIO OFICINA LÍTICA EM CAXIAS DO SUL
- Cláudio Baptista Carle
- RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DE CAMPO DO PROJETO DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DO CENTRO HISTÓRICO DE PELOTAS-RS/BRASIL (PERÍODO 207)
- Fábio Vergara Cerqueira, Estefânia Jaékel Rosa
- PROJETO DE SALVAMENTO ARQUEOLÓGICO DA ÁREA URBANA DE PELOTAS: PRAÇA CEL. PEDRO OSÓRIO, DA CASA 8 E CASA 2
- Fábio Vergara Cerqueira, Jorge Viana, Luciana Peixoto
- PLANEJAMENTO DE ESTRUTURAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENSINO E PESQUISA EM ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (LEPAARQ/UFPEL) –ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO, METAS E HISTÓRICO DAS AÇÕES
- Fábio Vergara Cerqueira, Jorge Viana
6, N. 11/12 (2009): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V6I11/12
- Publicado em: 03/11/2009
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- Artigos
- EDITORIAL
- Fábio Vergara Cerqueira
- “MUITAS LÁGRIMAS CUSTARAM ESSES PÃES”: ETNIA E MEMÓRIA NA FORMAÇÃO CONTRASTIVA DAS IDENTIDADES
- Dilza Pôrto Gonçalves
- O LAZER E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NUMA COMUNIDADE RURAL DE DESCENDENTES GERMÂNICOS EM PELOTAS
- Patrícia Weiduschadt
- “A NOIVA SUBLIMADA”: ESTUDO ETNOGRÁFICO SOBRE A CONSTRUÇÃO DO CELIBATO FEMININO NÃO RELIGIOSO NA TERCEIRA IDADE
- Sérgio Luiz Peres de Peres
- A REVISTA ILUSTRAÇÃO PELOTENSE COMO OBJETO BIOGRÁFICO
- Vivian Herzog
- DIVERSIDADE E CONVERGÊNCIA DAS DINÂMICAS AMBIENTAIS E HUMANA NA REGIÃO DA LAGUNA DOS PATOS – PARA UM PROGRAMA DE ESTUDO PALEO-ECOLÓGICO DO BANHADO DO COLÉGIO, CAMAQUÃ – RIO GRANDE DO SUL, BRASIL
- Luiz Carlos da Silva Junior
- ONDE, COMO E QUANDO? CONSTRUINDO UM PADRÃO DE ASSENTAMENTO DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS NA REGIÃO DE CAXIAS DO SUL – RS
- Rafael Corteletti
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATÓRIO DE SALVAMENTO E ACOMPANHAMENTO ARQUEOLÓGICO NAS OBRAS DE RESTAURO DA CASA DA BANHA
- Luciana Peixoto, Fábio Vergara Cerqueira, Jorge Oliveira Viana
7, N. 13/14 (2010): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V7I13/14
- Publicado em: 08/10/2010
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- LA TERRITORIALIDAD DE LOS PUEBLOS ORIGINARIOS: UNA HISTORIA DE DESPOJOS Y VIOLACIONES EN EL ABYA YALA
- Jenny Gonzáles-Muños
- ARQUEOLOGÍA DE LOS SITIOS FUNERARIOS, ESE COMPLEJO ESPACIO EN EL QUE NAUFRAGAN NO POCOS ARQUEÓLOGOS
- Gabino La Rosa Corzo, Lourdes S. Domíngues
- SÍTIOS COM ESTRUTURAS DE TERRA EM VALA NO SUDOESTE DA BACIA AMAZÔNICA: HISTÓRICO DE PESQUISAS E PERSPECTIVAS ATUAIS
- Thiago Berlanga Trindade
- ARQUEOFAUNA DA TRADIÇÃO GUARANI
- Suliano Ferrasso, Pedro Ignácio Schmitz
- IDENTIFICAÇÃO DE FITÓLITOS A PARTIR DE FRAGMENTOS DE CARVÃO
- Gilson Laone Pereira
- Resenhas
- FRANCISCO, GILBERTO DA SILVA. GRAFISMOS GREGOS. ESCRITA E FIGURAÇÃO NA CERÂMICA ÁTICA DO PERÍODO ARCAICO (SÉCULO VII-VI A.C.). REVISTA DO MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA, SUPLEMENTO 6, SÃO PAULO: MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SP
- Fábio Vergara Cerqueira
- Relatórios e notícias institucionais
- ATIVIDADES DE CAMPO E CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROJETO ARQUEOLÓGICO ALTO CANOAS – PARACA; UM ESTUDO DA PRESENÇA PROTO-JÊ NO PLANALTO CATARINENSE
- Rafael Corteletti
8, N. 15/16 (2011): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V8I15/16
- Publicado em: 06/12/2011
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- POLÍTICAS DE PRESERVAÇÃO PARA ACERVOS ARQUEOLÓGICOS
- Rafaela Nunes Ramos
- UM SISTEMA DOCUMENTAL PARA ACERVOS ARQUEOLÓGICOS APLICADO AO LABORATÓRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS/UFSM
- Luciana Oliveira Messeder Ballardo, Saul Eduardo Seiguer Milder
- AS CADEIAS OPERATÓRIAS LÍTICAS DO SÍTIO PT-02 (CERRITO DA SOTÉIA), ILHA DA FEITORIA, PELOTAS-RS: UMA HIPÓTESE INTERPRETATIVA REFERENTE AO APROVEITAMENTO LITOLÓGICO NO LITORAL SUDOESTE DA LAGUNA DOS PATOS
- Anderson Marques Garcia, Rafael Guedes Milheira
- A TRADIÇÃO CERAMISTA TUPIGUARANI NA PLANÍCIE COSTEIRA CENTRAL DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL
- Marlon Borges Pestana
- ETNOARQUEOLOGIA DA PESCA. UM ESTUDO SOBRE AS ÁREAS DE ATIVIDADE E PRÁTICAS DE PESCA DOS PESCADORES DA BARRA DO JOÃO PEDRO, RS
- Lucas Antonio da Silva
- CULTURA MATERIAL E ICONOGRAFIA: UM ESTUDO DAS ÂNFORAS GREGAS DO FESTIVAL DAS PANATENEIAS
- Camilla Miranda Martins
- A ARQUITETURA PRODUZIDA PELOS DESCENDENTES DE POMERANOS NA SERRA DOS TAPES
- Vanessa Patzlaff Bosenbecker
- A FESTA DE NAVEGANTES NA COLÔNIA Z-3 DE PELOTAS: UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE E FÉ
- Alessandra Buriol Farinha, Jerusa Oliveira Michel, Claudio Baptista Carle
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATÓRIO DE PESQUISA DO PROJETO ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA INDÍGENA DO PAMPA: ESTUDO DAS POPULAÇÕES PRÉ-COLONIAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DA LAGUNA DOS PATOS E LAGOA MIRIM
- Rafael Guedes Milheira
9, N. 17/18 (2012): JAN-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V9I17/18
- Publicado em: 15/09/2012
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- Artigos
- E EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- DE PASSADOS POSSÍVEIS: REFLEXÕES SOBRE DISCURSO(S) E PATRIMÔNIO(S)
- Martha Helena Loeblein Becker Morales
- INSCRIÇÕES NO TEMPO E IDENTIDADE: O IDOSO NA SOCIEDADE OCIDENTAL CONTEMPORÂNEA, VÍNCULO COM O FUTURO OU ESTIGMA DE FINITUDE?
- Daniele Borges Bezerra, Tatiana Bolivar Lebedeff
- AS PRÁTICAS DE VELAMENTO NA CIDADE DE BAGÉ-RS-BRASIL – CULTURA MATERIAL E VISUAL.
- Elaine Tonini Bastianello, Fábio Vergara Cerqueira
- CASA, RUA E A FLUIDEZ DE SUAS FRONTEIRAS: DIÁLOGOS ETNOGRÁFICOS E REFLEXIVOS SOBRE O FENÔMENO “POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA”
- Tiago Lemões da Silva
- ASPECTOS DA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO NO RIO GRANDE DO SUL: O CASO DO TOMBAMENTO DOS BENS MÓVEIS PERTENCENTES À BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO
- Guilherme Dias
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO DE RESTAURO DE UM LEQUE MANDARIM, ACERVO DO MUSEU MUNICIPAL PARQUE DA BARONESA, PELOTAS-RS
- Isabel Halfen Torino, Andréa Lacerda Bachettini
- PRIMEIRA JORNADA DE DIVERSIDADE SEXUAL, UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS, PELOTAS, 16 E 17 DE NOVEMBRO DE 2011
- Fábio Vergara Cerqueira, Anderson Cruz Nunes
10, N. 19 (2013): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V10I19
- Publicado em: 06/05/2013
- Edição completa
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- OS PIONEIROS E SEU LEGADO NA CONSTRUÇÃO DA ARQUEOLOGIA DO MARANHÃO
- Arkley Marques Bandeira
- ARQUEOLOGIA ESPACIAL E O GUARANI NO VALE DO TAQUARI, RIO GRANDE DO SUL
- Neli Galarce Machado, Sidnei Wolf, Luis Fernando Laroque, André Jasper
- ARQUEOLOGIA EXPERIMENTAL APLICADA AO ESTUDO DAS BOLEADEIRAS PRÉ-COLONIAIS DA REGIÃO PLATINA
- Anderson Marques Garcia, Bruno Gato da Silva
- OBSERVACIONES SOBRE CHAMANISMO Y EL RITO DEL BAUTISMO ENTRE LOS AVA-KATU-ETE
- Hugo Florencio Centurion Mereles
- APORTES AFRICANOS A LA CONFORMACIÓN MÁGICO-RELIGIOSA DEL CARIBE: LA PRESENCIA DEL VAUDOU HAITIANO
- Jenny Gonzáles-Muños
- Resenhas
- RESENHA DO LIVRO “DEIXE ESTAR: PATRIMÔNIO, ARQUEOLOGIA E LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS” DE GISLENE MONTICELLI
- Letícia Nörnberg Maciel
- Relatórios e notícias institucionais
- PROJETO DE ENSINO “CAFÉ ARQUEOLÓGICO”. ATIVIDADES DO PERÍODO 202
- Rafael Guedes Milheira, Fábio Vergara Cerqueira, Luciana Peixoto
10, N. 20 (2013): JUL-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V10I20
- Publicado em: 04/10/2013
- Edição completa
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- ARQUEOLOGIA ENTRE RIOS: DO URUSSANGA AO MAMPITUBA. REGISTROS ARQUEOLÓGICOS PRÉ-HISTÓRICOS NO EXTREMO SUL CATARINENSE
- Juliano Bitencourt Campos, Marcos César Pereira Santos, Rafael Casagrande Da Rosa, Claudio Ricken, Jairo José Zocche
- MAPEAMENTO ARQUEOLÓGICO E PEDOLÓGICO NO VALE DO RIO CAPIVARI, ESTADO DE SANTA CATARINA
- Raul Viana Novasco
- ONDE ACAMPAR? O SÍTIO ARQUEOLÓGICO INTERLAGOS EM SEU CONTEXTO REGIONAL
- Pedro Ignácio Schmitz, Ismael da Silva Raupp
- A DIVERSIDADE DOS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS JÊ DO SUL NO ESTADO DO PARANÁ
- Jonas Gregorio de Souza, Fabiana Terhaag Merencio
- FRATURAS NOS OSSOS: VIOLÊNCIA, ACIDENTE OU BIOTURBAÇÃO?
- Elaine Alves Santana, Olívia Alexandre Carvalho
- NÃO SOMOS ESTRANGEIRAS! PELAS LOUÇAS BRASILEIRAS
- Rafael Abreu Souza
- A IMATERIALIDADE DO MATERIAL, A AGÊNCIA DOS OBJETOS OU AS COISAS VIVAS: A INSERÇÃO DE ELEMENTOS INANIMADOS NA TEORIA SOCIAL
- Fabiana Terhaag Merencio
- DOCUMENTOS MAMBEMBES: OS DIFERENTES SUPORTES DE MEMÓRIA EM UM CASO DE PESQUISA COM O CIRCO-TEATRO
- Darlan De Mamann Marchi, Isabel Porto Nogueira
- WATER RESOURCES AND HUMAN BEHAVIOUR: AN INTEGRATED LANDSCAPE MANAGEMENT PERSPECTIVE
- Luiz Oosterbeek, Inguelore Scheunemann, Luís Santos
- Relatórios e notícias institucionais
- PESQUISA ARQUEOLÓGICA PRÉ-COLONIAL NO VALE DO RIO PARDINHO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
- Taís Vargas Lima, Sérgio Célio Klamt
- Resenhas
- RESENHA DO LIVRO “ARQUEOLOGÍA PREHISTÓRICA EN LA LOCALIDAD ARROYO CATALÁN CHICO” DE RAFAEL SUÁREZ
- Chaiane Quadrado
11, N. 21 (2014): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V11I21
- Publicado em: 15/03/2014
- Edição completa
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- JUS SPERNIANDI: PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UMA GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA EM MATO GROSSO DO SUL, BRASIL
- Jorge Eremites de Oliveira
- A CORPORIFICAÇÃO DO SOFRIMENTO E O TRÂNSITO ENTRE VÍTIMA E ALGOZ: NOVAS REFLEXÕES A PARTIR DE ETNOGRAFIAS COM POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA.
- Tiago Lemões
- UMA PROPOSTA ETNOARQUEOLÓGICA SOBRE A CONCEPÇÃO DO TERRITÓRIO: OS MBYA GUARANI E O TEKOA PINDOTY
- Sabrina de Assis Andrade
- A MÚSICA POMERANA COMO NARRATIVA DA MEMÓRIA CULTURAL
- Danilo Kuhn da Silva
- UM ESTUDO PRELIMINAR SOBRE BOUDICA E A MEMÓRIA COLETIVA BRITÂNICA
- Tais Pagoto Bélo
- CONSTRUÇÕES DE DIÁLOGOS E COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS REFLEXÕES ACERCA DA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E ARQUEOLOGIA PÚBLICA
- Victor Henrique Silva Menezes, Thiago Amaral Biazotto, Gabriela Souza Morais, Patrícia Pompeu, Ana Lídia Marques Monteiro, Aline Vieira Carvalho
- SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO: O ESTUDO DA PRÉ-HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FORMAL
- Izabela Rezende Bahia, Luiz Oosterbeek
- ARQUEOLOGIA, MUSEU E PERSPECTIVAS: O DIAGNÓSTICO MUSEOLÓGICO DO MUSEU ÂNGELO ROSA DE MOURA DE PORANGATU
- Manuelina Maria Duarte Cândido, Mana Marques Rosa
- RESTAURAÇÃO CERÂMICA: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A RECOMPOSIÇÃO DE OBJETOS DE PEQUENO PORTE E DELGADOS
- Veronica Coffy Bilhalba dos Santos, Margarete Regina de Freitas Gonçalves
- “CAVERNAS DA BABILÔNIA” NARRATIVAS E INTERVENÇÕES: VESTÍGIOS FUNERÁRIOS PRÉ-COLONIAIS NA MICRORREGIÃO DE JUIZ DE FORA
- Ângelo Alves Corrêa, André Vieira Colombo
- THE ORIGINS OF THE BRAZILIAN SAMBAQUIS (SHELL-MOUNDS): FROM A HISTORICAL PERSPECTIVE
- Gustavo Peretti Wagner
- A ILHA DE ITAMARACÁ E A ORGANIZAÇÃO DA DEFESA NO PERÍODO COLONIAL (SÉCULOS XVI E XVII): CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DO LITORAL NORTE DE PERNAMBUCO, BRASIL
- Ana Lúcia Nascimento Oliveira, Josué Lopes dos Santos
- RETALHOS HISTÓRICOS E DETALHES ARQUITETÔNICOS DA FAZENDA ÁGUA VERDE – PI
- Marcelo Alves Ribeiro, Nívia Paula Dias de Assis, Rômulo Macedo Barreto de Negreiros, Celito Kestering, Ana Stela de Negreiros Oliveira
- TORRES RELUZENTES: OS EMBRECHADOS EM IGREJAS DO RECÔNCAVO DA BAHIA
- Fabiana Comerlato, Cidália de Jesus Ferreira dos Santos Neta
- CURADORIA DOS ARTEFATOS LÍTICOS DO ANTIGO ACERVO PLÍNIO AYROSA
- Davi Comenale Garcia, Gustavo Neves de Souza, Marisa Coutinho Afonso
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATÓRIO DO PROGRAMA DE RESGATE ARQUEOLÓGICO DA JAZIDA DE ARGILA ARAÇÁ MUNICÍPIO DE NOVA VENEZA – SANTA CATARINA
- Juliano Bitencourt Campos, Rafael Casagrande Da Rosa, Marcos César Pereira Santos, Claudio Ricken Ricken, Jairo José Zocche
11, N. 22 (2014): JUL-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V11I22
- Publicado em: 03/10/2014
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira, Rosane Aparecida Rubert
- PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA VIDA PÚBLICA E NAS ATIVIDADES DA DOMUS ROMANA: TESTEMUNHOS EPIGRÁFICOS ENTRE SURRENTUM, STABIAE E NUCERIA
- Maricí Martins Magalhães
- A PRESENÇA DO BLASTOCERUS DICHOTOMUS NAS PINTURAS RUPESTRES DO PARQUE NACIONAL SERRA DA CAPIVARA E SEUS INDICADORES PALEOAMBIENTAIS
- Vitor José Rampaneli Almeida
- A PROBLEMÁTICA DOS CORTIÇOS PELOTENSES ENTRE OS SÉCULOS XIX E XX
- Letícia Nörnberg Maciel
- TECNOLOGÍA Y SUBSISTENCIA EN EL SITIO ARQUEOLÓGICO CERRO TAPERA VÁZQUEZ (PARQUE NACIONAL PRE-DELTA, REPÚBLICA ARGENTINA)
- Mariano Bonomo, Juan Carlos Castro, Carolina Belén Silva
- ARQUEOLOGIA DO ARROIO MARRECAS – CAXIAS DO SUL, RS
- Patricia Schneider, Neli Galarce Machado, Sidnei Wolf, Marcos Kreutz, Jones Fiegenbaum
- QUEIMARAM OSSOS NA TOCA DO ALTO DO CAPIM
- Mauro Alexandre Farias Fontes, Lucas Braga da Silva
- UMBUZEIRO DOS DEFUNTOS: UM MARCO NA HISTÓRIA DE SÃO LOURENÇO DO PIAUÍ
- Celito Kestering, Gizelle Santos de Sousa
- O POTENCIAL INFORMATIVO DA COLEÇÃO ARQUEOLÓGICA DO MUSEU DOM AVELAR BRANDÃO VILELA: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DA SÉRIE DE MOEDAS DO REI VITTÓRIO EMANUELE III
- Ana Joaquina Oliveira, Abrahão Sanderson Nunes Fernandes da Silva
- ARQUEOTURISMO NO ESTADO DO AMAZONAS – DA TEORIA À PRÁTICA: O CASO DA GRUTA DO BATISMO
- Margaret Cerqueira de Souza, Edithe Pereira
- Relatórios e notícias institucionais
- PESQUISA ARQUEOLÓGICA PRÉ-COLONIAL NA REGIÃO CENTRO SERRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
- Taís Vargas Lima, Sérgio Célio Klamt
- CARACTERIZAÇÃO DA OCUPAÇÃO E DOS INSTRUMENTOS LÍTICOS CONFECCIONADOS SOBRE LASCAS E BLOCOS DE CRISTAIS DE ROCHA NO VALE DO RIO PIUM, TO
- Marlon Borges Pestana
- LABORATÓRIO DE ESTUDOS SOBRE A CERÂMICA ANTIGA – LECA-UFPEL
- Carolina Kesser Barcellos Dias, Camila Diogo de Souza, Fábio Vergara Cerqueira
- Resenhas
- SYLLOGE NUMMORUM GRAECORUM, BRASIL I. MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, RIO DE JANEIRO. MOEDAS GREGAS E PROVÍNCIAIS ROMANAS
- Keith Rutter
- RESENHA: SÍTIOS DE PESCA LACUSTRE EM RIO GRANDE, RS, BRASIL. PEDRO IGNÁCIO SCHMITZ, 2011
- Bruno Leonardo Ricardo Ribeiro
- Notas de Pesquisa
- PAISAGENS JÊ MERIDIONAIS: ECOLOGIA, HISTÓRIA E PODER NUMA PAISAGEM TRANSICIONAL DURANTE O HOLOCENO TARDIO
- José Iriarte, Paulo DeBlasis, Francis Mayle, Rafael Corteletti, Michael Fradley, Macarena Lucia Cardenas, Jonas Gregório De Souza
- Ensaios Visuais
- NASCIMENTO DE SERES MATERIAIS NO CULTO NAGÔ – PELOTAS/RS
- Luiza Wolff
- Dossiê Escravidão, Resistência e Pós-abolição
- UM ESPAÇO PARA A REFLEXIVIDADE SOBRE A PRESENÇA NEGRA EM PELOTAS E REGIÃO
- Rosane Aparecida Rubert
- A DRT-RS COMO FERRAMENTA DE PESQUISA SOBRE OS TRABALHADORES NEGROS DE PELOTAS DE 194
- Ângela Pereira Oliveira, Aristeu Elisandro Machado Lopes
- INTELECTUAL NEGRO NO SUL: A TRAJETÓRIA DE OLIVEIRA SILVEIRA
- Santa Julia da Silva
- RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA E A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
- Isabel Soares Campos, Rosane Aparecida Rubert
- DA REGIÃO CENTRO SUL ÀS TERRAS VERMELHAS DAS MISSÕES: UM EXAME COMPARATIVO DA ESTRUTURA DE POSSE DE ESCRAVOS EM CAÇAPAVA E SÃO BORJA (RIO GRANDE DE SÃO PEDRO, PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX)
- Leandro Goya Fontella, André do Nascimento Corrêa
- COMUNIDADES QUILOMBOLAS NA REGIÃO DAS ANTIGAS CHARQUEADAS: TERRITÓRIOS NEGROS E POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO DE SÃO LOURENÇO DO SUL, RS
- Patrícia dos Santos Pinheiro
- A QUESTÃO RACIAL NA FORMAÇÃO DO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO – LEI 10639/03, O SERVIÇO SOCIAL E A ACADEMIA
- Nino Rafael Medeiros Kruger, Carla Silva de Avila, Myriam Siqueira da Cunha
- MITO DE NIORO E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: ENTRE HISTÓRIA E FICÇÃO, ASPECTOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA SÃO ESTUDADOS
- Cristiane Bartz de Ávila, Maria de Fátima Bento Ribeiro
- ALGUMAS REFLEXÕES ACERCA DA HISTÓRIA E DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA NO MUNICÍPIO DO RIO GRANDE
- Carmem Burgert Schiavon
- TIA MARIA TEREZA, OS FANTASMAS E O POTE DE OURO. ESTRUTURAS E REAVALIAÇÕES FUNCIONAIS DE NARRATIVAS MÍTICAS SOBRE A ESCRAVIDÃO ENTRE DESCENDENTES DE CATIVOS. OSÓRIO, SÉCULO XX
- Rodrigo de Azevedo Weimer
- MINERÍA A CÉU ABERTO: OS EMBATES DA COMUNA AFRODESCENDENTE PLAYA DE ORO, ESMERALDAS – EQUADOR
- Janaina Lobo
- TRABALHADORES DO SETOR DOMÉSTICO NA CIDADE DO RIO GRANDE
- Ana Paula do Amaral Costa
- PLANTADORES DE FEIJÃO DE MAÇAMBIQUE-CANGUÇU/RS: IDENTIDADE E TERRITORIALIDADE
- Solange de Oliveira
- DIFERENTES TEORIAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE ARTE NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
- Diego Schmitz, Paula Lima Pacheco, Rosemar Gomes Lemos
- AGOSTO NEGRO – MÊS DE CONSCIÊNCIA NEGRA “FORA DE ÉPOCA”
- Sabrina de Souza Silva, André Gomes de Almeida, Eliane de Oliveira Rubim
- DUZENTOS MIL REIS PELA CABEÇA DO CHEFE PRETO PADEIRO E CEM MIL RÉIS PELAS DOS DEMAIS MALFEITORES: NOTAS DE PESQUISA SOBRE O QUILOMBO DO PADEIRO (PELOTAS, 1835)
- Caiuá Al-Alam, Natália Garcia Pinto, Paulo Roberto Staudt Moreira
- NA “CASA DOS MORENO”: RELAÇÕES INTERÉTNICAS OU SOLIDÃO NEGRA EM TERRA DE ALEMÃO?
- Letícia de Faria Ferreira, Patrícia Marasca Fucks
- MATAR, MORRER E CRER EM BOTOPÁSI, ALTO SURINAME
- Rogério Brittes Pires
- TERRITORIALIDADES NEGRAS DO PÓS-ABOLIÇÃO NO OESTE PAULISTA
- Natalia Alexandre Costa
- RECONFIGURANDO PRÁTICAS SOCIAIS: AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS E O FÓRUM DE AGRICULTURA FAMILIAR DA REGIÃO SUL DO RIO GRANDE DO SUL
- Carla Michele Rech, Pedro Robertt
- A RACIALIZAÇÃO OBSERVADA PELA ÓTICA DA EXPERIÊNCIA DOS CLUBES E CENTROS CULTURAIS NEGROS NA DIÁSPORA NEGRA AO SUL DO ATLÂNTICO (BRASIL-URUGUAI) – NOTAS DE PESQUISA COMO FORMA DE ILUMINAR A NOVA HISTÓRIA DO TRABALHO
- Fernanda Oliveira da Silva
12, N. 23 (2015): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V12I23
- Publicado em: 17/05/2015
- Edição completa
- Ver ou baixar a edição completa
- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- O CONCEITO ANTROPOLÓGICO DE CADEIA OPERATÓRIA, SUA APLICAÇÃO E CONTRIBUIÇÃO NO ESTUDO DE INSTRUMENTOS LÍTICOS ARQUEOLÓGICOS.
- Danilo Alexandre Galhardo, Neide Barrocá Faccio, Juliana Aparecida Rocha Luz
- ESCOLHAS DE MATÉRIAS-PRIMAS ROCHOSAS POR GRUPOS PRÉ-HISTÓRICOS CAÇADORES-COLETORES NA MICROBACIA DO RIO DA PEDRA. JACINTO MACHADO/SANTA CATARINA.
- Marcos Cesar Santos, Juliano Gordo Costa, Juliano Bitencourt Campos
- A INDÚSTRIA LÍTICA DO SAMBAQUI DO MORROTE
- Fabiana Rodrigues Belem, Paulo DeBlasis
- APONTAMENTOS SOBRE AS ALDEIAS GUARANI PRÉ-COLONIAIS DA BACIA DO RIO PARANÁ – PARANAPANEMA
- David Lugli Pereira, Neide Barrocá Faccio
- VISIBILIDADE DE VESTÍGIOS ARQUEOLÓGICOS E SUA RELAÇÃO COM A MORFODINÂMICA DUNAR – ESTUDO DE CASO DO SÍTIO RS-LC: 73
- Cleiton Silva Silveira, Christian Garcia Serpa
- CONTRA TIEMPO Y MATERIA: CASONA ANAUCO ARRIBA
- Maria del Carmen Sanchez
- DO MERCADO PÚBLICO AO SHOPPING CENTER: AS SIMILARIDADES CULTURAIS E TIPOLÓGICAS EXISTENTES ENTRE ESTES EQUIPAMENTOS URBANOS NO CASO DA CIDADE DE NATAL – RN
- Anna Gabriella de Souza Cordeiro
- METODOLOGIA E MATERIAIS PARA INTERVENÇÃO EM PEÇAS CERÂMICAS: APRESENTAÇÃO DO CASO DE RESTAURAÇÃO DE UMA PEÇA ARQUEOLÓGICA DO ESTADO DE JALISCO, MÉXICO.
- Agesilau Neiva Almada
- Ensaios Visuais
- OFICÍNAS LÍTICAS DO LITORAL DE SANTA CATARINA
- Fabiana Comerlato
- Relatórios e notícias institucionais
- LEVANTAMENTO DE SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS NOS LAGOS JUTICA E CAIAMBÉ, MUNICÍPIO DE TEFÉ/AM
- Eduardo Kazuo Tamanaha, Laura Pereira Furquim, Rafael de Almeida Lopes, Verônica Lima Fernando
- PROJETO DE ENSINO “CAFÉ ARQUEOLÓGICO”. ATIVIDADES DO PERÍODO 204.
- Rafael Guedes Milheira, André Dal Bosco Carletto
- AS POSSIBILIDADES DE UM PROJETO ARQUEOLÓGICO EM UMA FACULDADE DE EDUCAÇÃO
- Solange Nunes de Oliveira Schiavetto, Alegna Calácio Guimarães, Iara Cristina Silvino Moras, Luciana Garcia Reis
12, N. 24 (2015): JUL-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V12I24
- Publicado em 27/10/2015
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira, Carolina Kesser Barcellos Dias
- DARDO OU FLECHA? TESTES E REFLEXÕES SOBRE A TECNOLOGIA DE USO DE PONTAS DE PROJÉTIL NO SUDESTE E SUL DO BRASIL DURANTE A PRÉ-HISTÓRIA
- Mercedes Okumura
- O CONJUNTO LÍTICO DO SAMBAQUI ILHA DAS PEDRAS, LITORAL SUL, PARANÁ: TÉCNICAS DE PRODUÇÃO E USO DO ESPAÇO
- Fabiana Terhaag Merencio, Laércio Loiola Brochier, Manoel Ramos Junior
- DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS SÍTIOS TUPI NA ILHA DE SÃO LUÍS – MARANHÃO
- Arkley Marques Bandeira
- OS “VALORES” DA CERÂMICA TERENA CAMPO-GRANDENSE: UM SILENCIOSO PATRIMÔNIO INTANGÍVEL
- Katya Vietta
- A FAUNA AMERICANA SOB ATAQUE: AS DUAS ONDAS DE IMPACTO DA PRESENÇA HUMANA SOBRE A FAUNA DO CONTINENTE AMERICANO E UM PEQUENO DEBATE SOBRE A QUESTÃO DOS DIREITOS DOS ANIMAIS EM NOSSOS DIAS
- Orestes Jayme Mega, Melina Figueiredo Lopes, Áldima Ambrozina Araújo
- “EGITO É UM DOM DO NILO”: ANÁLISE DA INUNDAÇÃO A PARTIR DAS FONTES GREGAS
- María Engracia Muñoz-Santos
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATO SOBRE A CRIAÇÃO DO MUSEU DA COLÔNIA FRANCESA DE PELOTAS
- Leandro Ramos Betemps
- Resenhas
- RESENHA DO LIVRO CONSERVATION PRATICES ON ARCHAEOLOGICAL EXCAVATION: PRINCIPLES AND METHODS. CORRADO PEDELI E STEFANO PULGA, 2013.
- Paula de Aguiar Silva Azevedo
- Ensaios Visuais
- EL CASCO HISTÓRICO DE LA GUAIRA: UN PATRIMONIO EDIFICADO EN ESPERA DE RECUPERACIÓN
- Humberto Jose Mayora
- Dossiê Arqueologia Clássica e História Antiga
- OS TEXTOS LITERÁRIOS ANTIGOS E O HISTORIADOR: DESAFIOS E ABORDAGENS
- Anderson de Araujo Martins Esteves
- UMA PERSPECTIVA METODOLÓGICA PARA O ESTUDO EPIGRÁFICO: O CASO DE SAGUNTO ( I D.C.)
- Carlos Eduardo da Costa Campos
- ARQUEOLOGIA ROMANA EM ISRAEL: O USO DA PETROGRAFIA CERÂMICA PARA ANÁLISES DE CULTURA MATERIAL
- Marcio Teixeira Bastos
- APORTES ARQUEOLÓGICOS NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO.
- Camila Diogo de Souza
- INTERDISCIPLINARITY IN ARCHAEOLOGY AND HISTORICAL LINGUISTICS: THE CASE OF ALPHA
- Maria Mertzani
- TRAGÉDIA GREGA OU AS FRATURAS DO ESPAÇO POLITICO E SOCIAL
- Matheus Barros da Silva
- POSSIBILIDADES DE TRAJETÓRIA ACADÊMICA MULTIDISCIPLINAR EM ESTUDOS CLÁSSICOS
- Lidiane Carderaro
- 36
- PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO LECA-POIEMA NA UFPEL
- Carolina Kesser Barcellos Dias, Andréia da Rocha Lopes, Dayanne Dockhorn Seger, Diego Souza da Rosa, Lidiane Carolina Carderaro dos Santos, Matheus Barros da Silva, Rafael Oliveira Mansan, Ricardo Barbosa da Silva
13, N. 25 (2016): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V13I25
- Publicado em: 22/06/2016
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- Artigos
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- A TRADIÇÃO ITARARÉ – TAQUARA NA REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: O SÍTIO BENEDITO MACHADO, BOTUCATU (SP) E SUAS POSSÍVEIS RELAÇÕES COM O BRASIL CENTRAL
- Astolfo Mello Araujo
- UMA AMOSTRA CERÂMICA DO CHAPADÃO DOS PARECIS, MT
- Pedro Ignácio Schmitz
- DE TUDO UM POUCO: O MATERIAL CERÂMICO ENCONTRADO EM DOIS SÍTIOS MULTICOMPONENCIAIS DO BAIXO RIO MADEIRA
- Jaqueline da Silva Belletti
- A ETNOLOGIA DE SERGIO BAPTSTA DA SILVA
- Bruno Leonardo Ricardo Ribeiro
- A TEATRALIDADE NA FESTA DE SAN JUAN BAUTISTA EN NAIGUATÁ, ESTADO VARGAS DA RITE, ADORAÇÃO E MITO
- Humberto Jose Mayora
- Traduções
- ANTIGUIDADES RIO-GRANDENSES
- August Kunert
- PALEÓLITOS RIO-GRANDENSES
- August Kunert
- Dossiê Arqueobotânica na América do Sul
- EDITORIAL
- Rita Scheel-Ybert
- EDITORIAL
- Rita Scheel-Ybert
- PDF (ENGLISH)
- DIETA NO SAMBAQUI JABUTICABEIRA-II (SC): CONSUMO DE PLANTAS REVELADO POR MICROVESTÍGIOS PROVENIENTES DE CÁLCULO DENTÁRIO
- Célia Helena Cezar Boyadjian, Sabine Eggers, Karl Jan Reinhard, Rita Scheel-Ybert
- ANALISES DE GRÃOS DE AMIDO E FITÓLITOS NAS TERRAS ALTAS DO SUL DO BRASIL: REPENSANDO A ECONOMIA E MOBILIDADE DOS GRUPOS PROTO-JÊ MERIDIONAIS
- Rafael Corteletti, Ruth Dickau, Paulo DeBlasis, José Iriarte
- GESTIÓN DEL MEDIO Y PRODUCCIÓN DE RECURSOS EN LAS TIERRAS BAJAS DEL NORESTE DE URUGUAY: ANÁLISIS PALEOETNOBOTÁNICO DEL SITIO PAGO LINDO
- Laura Del Puerto, Camila Gianotti, Hugo Inda
- RECONSTRUCTING PRE-COLOMBIAN AGRICULTURAL PRACTICES IN THE BOLIVIAN SAVANNAH: STRATIGRAPHIC AND PHYTOLITH EVIDENCE FROM RAISED FIELDS AT CAMPO ESPAÑA, WESTERN LLANOS DE MOXOS
- Ruth Dickau, José Iriarte, Timothy Quine, Daniel Soto, Francis Mayle
- LANDSCAPE DYNAMICS IN THE LA PLATA BASIN DURING THE MID AND LATE HOLOCENE
- José Iriarte, Rafael Corteletti, Jonas Gregorio de Souza, Paulo DeBlasis
- ARQUEOBOTÁNICA RELATADA DEL NOROESTE ARGENTINO: LO QUE NOS CONTARON LAS PLANTAS DOMESTICADAS EN LOS ULTIMOS 30 AÑOS
- Maria Alejandra Korstanje
- NOTAS SOBRE LA ARQUEOLOGÍA DE LAS PLANTAS EN UN DESIERTO DE ALTURA
- María del Pilar Babot
- VESTÍGIOS MACROBOTÂNICOS CARBONIZADOS NA AMAZÔNIA CENTRAL: O QUE ELES NOS DIZEM SOBRE AS PLANTAS NA PRÉ-HISTÓRIA?
- Francini Medeiros da Silva, Myrtle Pearl Shock, Eduardo Góes Neves, Rita Scheel-Ybert
- USE OF WOOD RESOURCES DURING THE HOLOCENE BY HUNTER-GATHERERS OF THE CIDADE DE PEDRA, MATO GROSSO
- Caroline Bachelet
- ECONOMIA DE COMBUSTÍVEIS E TECNOLOGIA DE FOGUEIRAS EM SÍTIOS PROTO-JÊ DO SUL
- Leonardo Waisman de Azevedo, Rita Scheel-Ybert
- OF FORESTS AND GARDENS: LANDSCAPE, ENVIRONMENT, AND CULTURAL CHOICES IN AMAZONIA, SOUTHEASTERN AND SOUTHERN BRAZIL FROM C. 3000 TO 300 CAL YRS BP
- Rita Scheel-Ybert, Caroline Fernandes Caromano, Leonardo Waisman de Azevedo
- TODOS LOS FUEGOS EL FUEGO. DISCUSIÓN EN TORNO A LAS CATEGORÍAS MODERNAS EN LA INTERPRETACIÓN DE REGISTROS ANTRACOLÓGICOS EN CONTEXTOS PREHISPÁNICOS Y COLONIALES
- Bernarda Marconetto, Luis Eduardo Mafferra
- APPORT DE L’EXPÉRIMENTATION À LA COMPRÉHENSION DES PRATIQUES EN ANTHRACOLOGIE : GESTION ET UTILISATION DU BOIS DE FEU DANS LES SOCIÉTÉS PRÉHISTORIQUES
- Isabelle Théry-Parisot, Auréade Henry, Julia Chrzazvez
- CONTRIBUIÇÃO DA EXPERIMENTAÇÃO À COMPREENSÃO DAS PRÁTICAS SOCIAIS EM ANTRACOLOGIA: GESTÃO E USO DA LENHA EM SOCIEDADES PRÉ-HISTÓRICAS
- Isabelle Théry-Parisot, Auréade Henry, Julia Chrzazvez
13, N. 26 (2016): JUL-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V13I26
- Publicado em: 15/10/2016
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira, Jorge Eremites de Oliveira
- Dossiê Colonialismo, Processos, Territórios e Povos Indígenas na Região Platina
- TERRITÓRIOS EM DISPUTA: CONFLITOS PELA POSSE E USO DA TERRA DO ALDEAMENTO DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS.
- Rafael dos Santos Barros
- TRANSFIGURACIÓN DEL ESPACIO TERRITORIAL MAPUCHE DESDE EL SIGLO XIX AL SIGLO XXI.
- Marcela Carrasco, Leyla Henriquez
- A FAZENDA CAMAPUÃ
- Paulo Marcos Esselin
- TERRITÓRIO TRADICIONAL E AS CRIANÇAS INDÍGENAS DA ALDEIA PAKURITY – MATO GROSSO DO SUL / BRASIL
- Sônia Rocha Lucas, Antonio Hilario Aguilera Urquiza
- “ERAN SÓLO INDIOS…” LA CONSTRUCCIÓN DE LA ALTERIDAD MBYA EN EL ALTO PARANÁ DE MISIONES, ARGENTINA (190)
- Marilyn Cebolla Badie, Maria Cecilia Gallero
- ALQUILER DE TIERRAS Y TERRITORIOS INDÍGENAS EN EL PARAGUAY
- Marcelo Bogado, Rafael Portillo, Rodrigo Villagra
- Artigos
- ESTRUTURAS FUNERÁRIAS ESCAVADAS NA ROCHA MATRIZ DE UM ABRIGO: PRIMEIRAS OBSERVAÇÕES
- Ledja Leite
- TECNOLOGIA LÍTICA DO INTERIOR PAULISTA: A INDÚSTRIA DO SÍTIO ARQUEOLÓGICO SANTA CRUZ
- João Carlos Moreno de Sousa, Adriana Meinking Guimarães
- ARQUEOLOGIA REGIONAL ENTRE O FORQUETA E O GUAPORÉ: O CONTEXTO DE OCUPAÇÃO JÊ PRÉ-COLONIAL NO CENTRO/NORDESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
- Sidnei Wolf, Neli Teresinha Galarce Machado, Jean Lopes de Oliveira
- ECOLOGIA HISTÓRICA GUARANI: AS PLANTAS UTILIZADAS NO BIOMA MATA ATLÂNTICA DO LITORAL SUL DE SANTA CATARINA, BRASIL (PARTE 1)
- Giovana de Souza Pereira, Francisco Silva Noelli, Juliano Bitencourt Campos, Marcos Pereira Santos, Jairo José Zocche
- INTELIGÊNCIA COLETIVA EM MEIO AMBIENTE CULTURAL: MODELOS PREDITIVOS, PRESERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL
- Erika Marion Robrahn-Gonzalez, Gerson Levi Lazzaris, Dagoberto Lopes de Oliveira, Felipe Querino Sobral, Pedro Diniz Coelho de Souza, Ana Caroluna Brugnera, Ezequiel Barel Filho
- Traduções
- A IDADE DAS ARMAS DE PEDRA ENCONTRADAS NA REGIÃO DO RIO CAHY E DO FORROMECCO
- August Kunert
- CAXIMBOS NO SUL DO BRASIL
- August Kunert
- CAVERNAS SUL-BRASILEIRAS E VESTÍGIOS DOS ANTIGOS HABITANTES
- August Kunert
- Relatórios e notícias institucionais
- ENTRECAMPOS: TRAJETÓRIAS NA ANTROPOLOGIA E NA ARQUEOLOGIA
- Lucio Menezes Ferreira
14, N. 27 (2017): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V14I27
- Publicado em: 29/06/2017
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- Arqueologia Clássica hoje: reflexões contemporâneas
- DOSSIÊ “ARQUEOLOGIA CLÁSSICA HOJE: REFLEXÕES CONTEMPORÂNEAS”
- Fábio Vergara Cerqueira, Carolina Kesser Barcellos Dias
- ARQUEOLOGIA CLÁSSICA E AS HUMANIDADES DIGITAIS NO BRASIL
- Marcio Teixeira Bastos, Maria Isabel D’Agostino Fleming, Vagner Carvalheiro Porto
- CIBERARQUEOLOGIA: O DIÁLOGO ENTRE REALIDADE VIRTUAL E ARQUEOLOGIA NO DESENVOLVIMENTO DE VIPASCA ANTIGA
- Alex da Silva Martire
- USOS DO PASSADO E ESTATUÁRIO NAS REFORMAS URBANAS EM RECIFE NO INÍCIO DO SÉCULO XX
- Rafael Arruda Silva, Renato Pinto
- ICONICITY IN ANCIENT LANGUAGES. A CASE STUDY OF KA-RA IN GREEK
- Maria Mertzani
- L’INVISIBLE DU VISIBLE
- Luc Bachelot
- O INVISÍVEL DO VISÍVEL
- Luc Bachelot
- A REPRESENTAÇÃO FEMININA NOS VASOS CERÂMICOS ÁTICOS: O DISCURSO ICONOGRÁFICO COMO MÉTODO PARA NOVAS REFLEXÕES
- Dayanne Dockhorn Seger, Carolina Kesser Barcellos Dias
- A IMAGEM DO JOVEM MÚSICO EM AGONES MUSICAIS ATRAVÉS DA ICONOGRAFIA DE VASOS ÁTICOS
- Lidiane Carolina Carderaro, Fábio Vergara Cerqueira
- REFLEXÕES HISTÓRICO-RELIGIOSAS EM TORNO DE SERÁPIS
- Ennio Sanzi
- RÉFLEXIONS HISTORICO-RELIGIEUSES AUTOUR DE SARAPIS
- Ennio Sanzi
- Dossiê Arqueologia Sub-aquática
- ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICA: LINHAS DE PESQUISA CIENTÍFICA NO BRASIL ENTRE 1970 E 2014
- Ialy Cintra Ferreira, Carlos Celestino Rios e Souza
- AS PRAIAS E A ARQUEOLOGIA DE AMBIENTES AQUÁTICOS: DIÁLOGOS TRANSVERSAIS
- Luciana de Castro, Gilson Rambelli
- ARQUEOLOGIA SUBAQUÁTICA BRASILEIRA: POR QUE O PAÍS APROVEITA MAL SUA CAPACIDADE CIENTÍFICA?
- Cristiane Eugênia Amarante, Paulo Fernando Bava-de-Camargo
- O QUE QUEREMOS DA ARQUEOLOGIA DE AMBIENTES AQUÁTICOS? REFLEXÕES PARA UMA ARQUEOLOGIA DE VÍES INTEGRATIVO E MULTIVOCAL?
- Luis Felipe Freire Dantas Santos
- EM BUSCA DO PORTO PERDIDO: ARQUEOLOGIA NA MARGEM ARACAJUANA DO RIO SERGIPE
- Paulo Fernando Bava-de-Camargo
- O NAUFRÁGIO DO VAPOR RIO APA (1887) SOB A ÓPTICA DA ARQUEOLOGIA MARÍTIMA: CONTEXTOS, RELAÇÕES E RESSIGNIFICAÇÕES.
- Ramsés Mikalauscas Farherr
- ARQUEOLOGIA NÁUTICA NO SUL DO BRASIL: RELATÓRIO DE ESCAVAÇÃO SÍTIOS NAV INÉDITO E NAV LAGOA DO PEIXE.
- Rodrigo de Oliveira Torres
- O SÍTIO ARQUEOLÓGICO SUBAQUÁTICO DA “CALDEIRA”, ANCHIETA, ESPÍRITO SANTO: ANÁLISE PRELIMINAR DE DOIS NAUFRÁGIOS
- Alexandra Águeda de Figueiredo, Luíz Muri Bassani Costa
- Artigos
- DATAÇÕES NA BIBLIOGRAFIA ARQUEOLÓGICA BRASILEIRA A PARTIR DOS SÍTIOS TUPI
- Ângelo Alves Corrêa
- OS CERAMISTAS JÊ NOS ARRANHA-CÉUS DO ALTO RIBEIRA: UMA ANÁLISE ESPACIAL ITARARÉ-TAQUARA
- Fernando Ozório, Rucirene Miguel, Rafael Pedott, Ricardo Monma, Filippo Stampanoni Bassi, Daniella Magri Amaral
- ASPECTOS DO SÍTIO LÍTICO BOA ESPERANÇA II (INTERIOR PAULISTA), PONDERADOS PELA INTERFACE COM QUADROS GEOMÓRFICOS REGIONAIS E SUA POSSÍVEL INSERÇÃO NO CONTEXTO DA TRANSIÇÃO PLEISTOCENO-HOLOCENO
- Fabio Grossi dos Santos, Pedro Michelutti Cheliz
- MODIFICACIONES NATURALES Y ANTRÓPICAS EN EL CONJUNTO ZOOARQUEOLÓGICO DEL SITIO CH2D01, EXCAVACIÓN IA (SUDESTE URUGUAYO): APORTES A LA DISCUSIÓN DE LOS PROCESOS DE FORMACIÓN
- Federica Moreno
- ANATOMIA DO LENHO CARBONIZADO DE 10 ESPÉCIES NATIVAS DA PLANÍCIE COSTEIRA DO RIO GRANDE DO SUL – SUBSÍDIO A PESQUISAS ARQUEOBOTÂNICAS E PALEOECOLÓGICAS
- André Ávila, Claudia Giongo, Rita Scheel-Ybert
- Relatórios e notícias institucionais
- SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS DA PREVENTIVA DA LINHA DE TRANSMISSÃO 500KV ARARAQUARA II – TAUBATÉ: PROSPECÇÃO ARQUEOLÓGICA
- Carla Verônica Pequini
- REMANESCENTES HUMANOS EM SÍTIOS CERRITOS NO SUL DO BRASIL: UMA ANÁLISE OSTEOARQUEOLÓGICA
- Priscilla Ferreira Ulguim, Rafael Guedes Milheira
- Ensaios Visuais
- ANÁLISE DO PROJETO DE REABILITAÇÃO DO CASINO DE OFICIALES DO CENTRO CLANDESTINO DE DETENCIÓN, TORTURA Y EXTERMÍNIO DE LA ESCUELA DE MECÁNICA DE LA ARMADA – ESMA. BUENOS AIRES/ARGENTINA
- Cristiano Gehrke
- Traduções
- PINTURA COMO AGÊNCIA, ESTILO COMO ESTRUTURA: INOVAÇÕES EM DESENHOS DE CERÂMICAS MIMBRES DO SUDOESTE DO NOVO MÉXICO.
- Michelle Hegmon, Stephanie Kulow
14, N. 28 (2017): JUL-DEC
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V14I28
- Publicado em: 06/12/2017
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- Artigos
- ECOLOGIA SIMBÓLICA DE UMA ALDEIA MBYÁ-GUARANI: O CASO DA TEKOÁ TAVAÍ
- Orestes Jayme Mega
- NAVEGANDO ENTRE SAMBAQUÍES: EVIDENCIAS DEL USO DE EMBARCACIONES ENTRE LAS SOCIEDADES CONSTRUCTORAS DE CONCHEROS
- Elena Margarita Saccone
- LAS LAGUNAS COSTERAS Y SU ROL EN LA OCUPACIÓN DE LAS TIERRAS BAJAS: EL CASO DE LAGUNA DE ROCHA
- Eugenia Villarmarzo
- TASSO FRAGOSO: UMA NOVA FRONTEIRA PARA A PESQUISA ARQUEOLÓGICA NO MARANHÃO
- Arkley Marques Bandeira
- PROCEDIMENTOS GEOARQUEOLÓGICOS DA ÁREA DA FONTE TAMBIÁ, PARQUE ARRUDA CÂMARA, JOÃO PESSOA, PB
- Carlos Xavier de Azevedo Netto, Conrad Rodrigues Rosa
- HIGIENE E SEGURANÇA EM ARQUEOLOGIA: CONCEITOS E SUGESTÕES PARA UMA PRÁTICA SEGURA EM CAMPO E LABORATÓRIO.
- Mercedes Okumura, Rodrigo Elias Oliveira
- AVENTURES ET MÉSAVENTURE DE L’ÉCRITURE. À PROPOS DE L’INTERPRÉTATION DE LA NAISSANCE DE L’ÉCRITURE EN MÉSOPOTAMIE
- Luc Bachelot
- Relatórios e notícias institucionais
- RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO EM QUATRO PEÇAS ARQUEOLÓGICAS EM SUPORTE DE METAL, PROVENIENTES DA VILA ELZA, VIAMÃO-RS
- Isabel Halfen Torino
- Traduções
- O PROGRAMA DE PESQUISA DA ECOLOGIA HISTÓRICA
- William Balée
15, N. 29 (2018): JAN-JUN
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V15I29
- Publicado em: 24/06/2018
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- EDITORIAL
- Editorial
- Rafael Guedes Milheira, Fábio Vergara Cerqueira
- Artigos
- FESTA É COISA SÉRIA: JOSÉ GUILHERME MAGNANI E A ANTROPOLOGIA URBANA NO BRASIL
- Vagner Barreto Rodrigues, Flávia Maria Silva Rieth
- POR UMA ABORDAGEM GEOARQUEOLÓGICA: A INTERFACE ENTRE A ARQUEOLOGIA E AS CIÊNCIAS DA TERRA E A ÊNFASE NO CONTEXTO ESPACIAL
- Renata Pedroso de Araujo
- PROPOSTA DE PROTOCOLO DE GRADEAMENTO PARA MONITORAMENTOS ARQUEOLÓGICOS EM RESERVATÓRIOS DE HIDRELÉTRICAS JÁ INSTALADAS
- Manoella de Souza Soares
- BAR KOKHBA: AS EVIDÊNCIAS ARQUEOLÓGICAS E SEUS DESAFIOS
- Pedro Paulo Abreu Funari, Filipe Noe Silva
- Dossiê Mobilidades, contatos e colonização na Antiguidade grega
- APRESENTAÇÃO DOSSIÊ: MOBILIDADES, CONTATOS E COLONIZAÇÃO NA ANTIGUIDADE GREGA
- Fábio Vergara Cerqueira
- EXPLORER L’HISTOIRE ET L’ARCHÉOLOGIE DE LA COLONISATION GRECQUE (ÉPOQUES ARCHAÏQUE ET CLASSIQUE) : SOURCES, MÉTHODES, ENJEUX
- Arianna Esposito, Airton Pollini
- EXPLORANDO A HISTÓRIA E A ARQUEOLOGIA DA COLONIZAÇÃO GREGA (PERÍODOS ARCAICO E CLÁSSICO): FONTES, MÉTODOS, QUESTÕES
- Arianna Esposito, Airton Pollini
- DIASPORA, COLONIE, COLONISATION : DÉFIS ET ENJEUX D’UN LEXIQUE
- Arianna Esposito, Airton Pollini
- DIÁSPORA, COLÔNIA, COLONIZAÇÃO: DESAFIOS E QUESTÕES DE UM LÉXICO
- Arianna Esposito, Airton Pollini
- LA PRÉCOLONISATION : UN MOT POUR DIRE L’ARCHÉOLOGIE DES PREMIERS CONTACTS ?
- Arianna Esposito
- PRÉ-COLONIZAÇÃO: UMA PALAVRA PARA DIZER A ARQUEOLOGIA DOS PRIMEIROS CONTATOS?
- Arianna Esposito
- FENÍCIOS PELO MEDITERRÂNEO: FORMAS DE CONTATO DIVERSIFICADAS
- Maria Cristina Nicolau Kormikiari
- PHOENICIANS IN THE MEDITERRANEAN: DIVERSIFIED FORMS OF CONTACT
- Maria Cristina Nicolau Kormikiari
- URBANISME RÉGULIER, OCCUPATION DES CAMPAGNES ET RAPPORTS INTERETHNIQUES EN GRANDE-GRÈCE
- Airton Pollini
- URBANISMO REGULAR, OCUPAÇÃO DAS TERRAS E RELAÇÕES INTERÉTNICAS NA MAGNA GRÉCIA
- Airton Pollini
- A ORGANIZAÇÃO DA KHÓRA NA SICÍLIA GREGA SUL-ORIENTAL: SIRACUSA DIANTE DE SUA HINTERLÂNDIA (733 -598 A.C.)
- Maria Beatriz Borba Florenzano
- THE ORGANIZATION OF THE KHORA IN SOUTHEASTERN GREEK SICILY: SYRACUSE AND ITS HINTERLAND (733 -598 BC)
- Maria Beatriz Borba Florenzano
- LES GRECS EN ADRIATIQUE
- Maria Paola Castiglioni
- OS GREGOS NO ADRIÁTICO
- Maria Paola Castiglioni
- GRECS ET POPULATIONS LOCALES AUTOUR DE LA MER NOIRE, DU VIII SIÈCLE AU III SIÈCLE AV. J.-C.
- Madalina Dana
- GREGOS E POVOS NATIVOS NA BACIA DO MAR NEGRO ENTRE OS SÉCULOS VIII – III A.C.
- Madalina Dana
- LES COLONIES GRECQUES DU SUD DE LA GAULE (VII – II S. AVANT N. È.)
- Claire Joncheray
- AS COLÔNIAS GREGAS DO SUL DA GÁLIA (SÉC. VII – II A.C.)
- Claire Joncheray
- LES ATHÉNIENS HORS D’ATTIQUE À L’ÉPOQUE CLASSIQUE
- Catherine Saint Pierre-Hoffmann
- OS ATENIENSES FORA DA ÁTICA NO PERÍODO CLÁSSICO
- Catherine Saint Pierre-Hoffmann
15, N. 30 (2018): JUL-DEZ.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V15I30
- Publicado em: 30/11/2018
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- EDITORIAL
- Editorial
- Rafael Guedes Milheira, Fábio Vergara Cerqueira
- Artigos
- GUERRA, VIOLÊNCIA E CONQUISTA: A EXPANSÃO ROMANA NAS CUNHAGENS MONETÁRIAS IBÉRICAS.
- Cláudio Umpierre Carlan, Camila dos Reis Silva
- THE ANCIENT AND MODERN MANO CORNUTA USE
- Maria Mertzani
- PDF (ENGLISH)
- TOMAS THOMAS: EMPRESARIO RURAL INSERTO EN UN PROCESO DE TRANSFORMACIÓN TERRITORIAL (COLONIA CARCARAÑÁ, SANTA FE, ARGENTINA 188)
- Irene Dosztal
- UM URBANO PRA LÁ DE RURAL: AS PARTICULARIDADES POLÍTICAS, HISTÓRICAS E CULTURAIS QUE TRANSFORMARAM CAMPO GRANDE DE ARRAIAL A CAPITAL
- Daniel Attianesi, Guilherme Rodrigues Passamani
- A NAÇÃO EM UMA XICRINHA DE CAFÉ: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NACIONALISTA NO BRASIL NOVECENTISTA (190)
- Daniel Minossi Nunes
- ARQUEOLOGIA PÚBLICA E SUA PRÁXIS SOCIAL: UMA CONTRIBUIÇÃO NECESSÁRIA PARA A PRESERVAÇÃO DE RECURSOS ARQUEOLÓGICOS E INTERAÇÃO SOCIAL
- Laize Carvalho de Sousa
- MÉTODOS DE ANÁLISE ESPACIAL PARA SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS: UM MODELO PREDITIVO PARA O ESTADO DE SÃO PAULO
- Glauco Constantino Perez, Marisa Coutinho Afonso, Lúcio Tadeu Mota
- A ECOLOGIA DE ASSENTAMENTOS, INTERAÇÕES SOCIAIS AMERÍNDIAS E O CONTEXTO GEOGRÁFICO DOS MUIRAQUITÃS NO BAIXO AMAZONAS.
- Anderson Márcio Amaral
- Dossiê: Estudos em Arqueometria
- APRESENTAÇÃO: DOSSIÊ ESTUDOS EM ARQUEOMETRIA
- Thiago Sevilhano Puglieri, Dalva Lúcia Araújo de Faria, Caroline Borges
- AVALIAÇÃO DE UMA METODOLOGIA DE MONITORAMENTO COM IMAGENS DIGITAIS PARA A CONSERVAÇÃO PREVENTIVA DE PINTURAS RUPESTRES
- Leandro Surya, Mércia Carréra, Sérgio Floquet
- BONE DIAGENESIS STUDY OF THE BURIALS FROM THE PEDRA DO ALEXANDRE ARCHAEOLOGICAL SITE, CARNAÚBA DOS DANTAS, RN
- Henry Socrates Lavalle Sullasi, André Luiz Campelo Santos, Sérgio Francisco Serafim Monteiro da Silva
- ESTUDO DA MOBILIDADE LOGISTICA A PARTIR DA CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DA CERÂMICA DO SÍTIO CAPIM EM ARARIPINA, PERNAMBUCO, BR.
- Casimiro Sepúlveda Munita, Patrícia Ramos Carvalho, Cláudia Alves de Oliveira, Alencar De Miranda Amaral, Henry Socrates Lavalle Sullasi
- ESTUDO DE PIGMENTO, PASTA E VESTÍGIOS QUÍMICOS DE FRAGMENTOS CERÂMICOS ASSOCIADOS AOS POVOS TUPI DO SÍTIO GRAMADO DE BROTAS (SÃO PAULO – BRASIL)
- Marianne Sallum, Carlos Roberto Appoloni, Agustín Ortiz Butrón, Gregório Ceccantini, Marisa Coutinho Afonso
- ESTUDOS EM ARQUEOMETRIA E ARTE POR METODOLOGIAS NUCLEAR-ATÔMICO-MOLECULARES NÃO DESTRUTIVAS NO LABORATÓRIO DE FÍSICA NUCLEAR APLICADA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA
- Carlos Roberto Appoloni
- PATRIMÔNIO PÉTREO PAULISTANO: ANÁLISE SOB A ÓTICA DE PROPAGAÇÃO DE ONDAS ULTRASSÔNICAS
- Eliane Aparecida Del Lama, Alexander Martin Silveira Gimenez, Danielle Grossi, Diego Ferreira Ramos Machado, Luciane Kuzmickas, Natália Mendonça Rodrigues
- PENSANDO SOBRE MOBILIDADE, DIETA E MUDANÇA CULTURAL: ANÁLISES ISOTÓPICAS NO SÍTIO ARMAÇÃO DO SUL, FLORIANÓPOLIS/SC
- Gabriela Oppitz, Murilo Quintans Ribeiro Bastos, Luciane Zanenga Scherer, Andrea Lessa, Veridiana Martins, Plínio Camargo, Paulo DeBlasis
- ANÁLISIS DE MATERIALES ARTÍSTICOS MEDIANTE ESPECTROSCOPIA INFRARROJA POR REFLECTANCIA TOTAL ATENUADA
- Astrid Carolina Blanco Guerrero, Marta Silvia Maier
- APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE ANÁLISE SÍNCROTRON EM ARQUEOLOGIA
- Douglas Galante, Fabio Rodrigues, Lara Maldanis, Tamires Gallo
- ARQUEOMETRIA APLICADA À CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO METÁLICO: UM ESTUDO DE CASO DO SÍTIO FUNERÁRIO DE SÃO GONÇALO GARCIA, RIO DE JANEIRO
- Guadalupe do Nascimento Campos, Marcus Granato, Antonieta Middea, Ricardo Tadeu Lopes
- ARQUEOMETRIA E O SÍTIO ARQUEOLÓGICO PEDRA DO CANTAGALO I: UMA ESTRATÉGIA DE INVESTIGAÇÃO COMO MODELO PARA A AMÉRICA DO SUL
- Luis Carlos Duarte Cavalcante
- ARQUEOMETRIA APLICADA À CONSERVAÇÃO DE SÍTIOS DE ARTE RUPESTRE
- Maria Conceição Soares Meneses Lage, Benedito Batista Farias Filho
- ESPECTROSCOPIA RAMAN E A CIÊNCIA DO PATRIMÔNIO: ASPECTOS GERAIS E PANORAMA ATUAL NA AMÉRICA DO SUL
- Dalva Lucia Araujo Faria
- Traduções
- PAISAGENS ARRUINADAS (E A DELICADA ARTE DE COLETAR COGUMELOS)
- Anna Lowenhaupt Tsing
16, N. 31 (2019): JAN-JUN.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V16I31
- Publicado em 30 de junho de 2019
- Edição completa
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- Artigos
- GRUPOS PRETÉRITOS NA PAISAGEM DO SÍTIO ILHA SANTO ANTÔNIO: PERCEPÇÃO A PARTIR DOS VESTÍGIOS ARQUEOBOTÂNICOS
- Emanuella da Costa Oliveira, Juliana Rossato Santi
- NEM TUDO ESTÁ PERDIDO: ARQUEOLOGIA E HISTÓRIAS DE VIDA NA CONTEXTUALIZAÇÃO DE OBJETO ARQUEOLÓGICO DO MAE/UFBA
- Carlos Alberto Santos Costa
- NOVAS INFERÊNCIAS SOBRE O SÍTIO ARQUEOLÓGICO IÇARA-01 A PARTIR DA ANÁLISE DOS REMANESCENTES HUMANOS
- Marina Nogueira Di Giusto, Veronica Wesolowski
- Dossiê Comunidades Quilombolas, Negras, Ciganas e Indígenas na América Latina: Racismos Institucional e Epistemológico
- APRESENTAÇÃO DOSSIÊ: COMUNIDADES QUILOMBOLAS, CIGANAS E INDÍGENAS NA AMÉRICA LATINA: RACISMOS INSTITUCIONAL E EPISTEMOLÓGICO
- Cláudia Valéria Fonseca da Costa Santamarina, Marta Araújo, Mônica Sacramento
- POR UMA MILTÂNCIA SINDICAL AFIRMATIVA, ANTIRRACISTA E DECOLONIAL
- Josiane Nazaré Peçanha de Souza, Eliane Souza Peçanha
- REFLEXÕES SOBRE EXPERIÊNCIAS DE RACISMO INSTITUCIONAL E AMBIENTAL DE COMUNIDADES REMANESCENTES DE QUILOMBOS DO RECÔNCAVO DA BAHIA.
- Ana Paula Comin de Carvalho
- MEMÓRIAS DA (DES)TERRITORIALIZAÇÃO INDÍGENA: A COLONIZAÇÃO COMO CENTRO IRRADIADOR DAS VILAS
- Túlio Henrique Pereira, Ramon Queiroz Souza
- O CONCEITO DE RACISMO INSTITUCIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO ACADÊMICO-PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL
- Leonardo Dias Alves
- CARTOGRAFIA SUBJETIVA EM TERRITÓRIO FEMININO KILOMBOLA: EM BUSCA DA UTOPIA DO BEM VIVER
- Valéria Viana Labrea, Pedro Eduardo Kiekow, Denise Freitas Dornelles
- O COMPONENTE ÉTNICO NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE GRANDES PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO: A INVISIBILIZAÇÃO DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE SANTARÉM/PA
- Diego Pérez
- A ÁREA DE SAÚDE DA MULHER NEGRA: CONSIDERAÇÕES SOBRE RACISMO INSTITUCIONAL
- Sônia Beatriz dos Santos
- À PROCURA DO “SUJEITO RACISTA”: A SEGREGAÇÃO DA POPULAÇÃO CIGANA COMO CASO PARADIGMÁTICO
- Marta Araújo
- A ARTE DO “ACOLHIMENTO”: NOVAS PERSPECTIVAS SOBRE A SALVAGUARDA DO JONGO
- João Alipio de Oliveira Cunha
- ACESSO DE INDÍGENAS E QUILOMBOLAS NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA – UEFS
- Otto Vinicius Agra Figueiredo
- EPISTEMOLOGIAS DISSIDENTES E TRAJETÓRIAS ESCOLARES DE MULHERES CIGANAS NO BRASIL: O FRACASSO COMO INSISTÊNCIA DO SISTEMA DE ENSINO.
- Cláudia Valéria Fonseca da Costa Santamarina
16, N. 32 (2019): JUL-DEZ.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V16I32
- Publicado em 15 de dezembro de 2019
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- 5
- Artigos
- ETNOGRAFANDO PATRIMÔNIOS: OS REFLEXOS DA FORMAÇÃO EM ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA NO PROCESSO DO INVENTÁRIO NACIONAL DE REFERÊNCIAS CULTURAIS /INRC – LIDAS CAMPEIRAS NA REGIÃO DE BAGÉ/RS
- Liza Bilhalva, Marta Bonow Rodrigues
- Dossiê Comunidades de pesca: pessoas, materiais, lugares e peixes
- APRESENTAÇÃO DOSSIÊ COMUNIDADES DE PESCA: PESSOAS, MATERIAIS, LUGARES E PEIXES
- Caroline Borges, Lucas Antonio da Silva
- PIRATÝPE: UMA LINGUAGEM DA PESCA E DO CONSUMO DE PEIXES ENTRE OS GUARANÍ
- Francisco Silva Noelli
- RECURSOS ASSOCIADOS À PESCA E MARISQUEO NAS SOCIEDADES PRÉ-HISPÂNICAS DO RIO DE LA PLATA, URUGUAI.
- Laura Beovide
- LA PESCA Y LA RECOLECCIÓN DE MOLUSCOS EN LA COSTA DEL CARIBE COLOMBIANO: ALGUNOS COMENTARIOS CON BASE A INFORMACIÓN ETNOHISTÓRICA Y LA ARQUEOFAUNA DE CUATRO SITIOS ARQUEOLÓGICOS
- Diana Rocio Carvajal Contreras
- LA PESCA DE PODOCNEMIS EXPANSA EN EL ORINOCO MEDIO: UNA PERSPECTIVA DIACRÓNICA SOBRE LAS RELACIONES ENTRE HUMANOS Y TORTUGAS
- Elis Esther Meza Peña
- A ARTE DA CONSTRUÇÃO NAVAL NA PESCA ARTESANAL: SOBRE SABERES E HABILIDADES DE CARPINTEIROS NAVAIS DO LITORAL DO EXTREMO SUL DO BRASIL
- Gianpaolo Knoller Adomilli, Franciso Romani, Leticia Dambrósio Camarero
- REFLEXÕES SOBRE A PESCA PRÉ-COLONIAL NA BAÍA DA BABITONGA, LITORAL NORTE DE SANTA CATARINA, BRASIL
- Jessica Ferreira, Dione da Rocha Bandeira, Magda Carrion Bartz, Thiago Fossile, Felipe Mayorka
- PRE-COLONIAL GROUPS FROM BRAZILIAN COAST AND SHARKS: FIRST GLIMPSE ON A COMPLEX RELATIONSHIP THROUGH THE CASE STUDY OF THE SHALLOW SITE RIO DO MEIO, SANTA CATARINA
- Simon-Pierre Gilson, Andrea Lessa
- PDF (ENGLISH)
- QUANTO MAIS PEIXE, MELHOR: SOBRE A IMPORTÂNCIA DA PESCA PARA OS MBYÁ-GUARANI
- Mártin César Tempass
- QUANDO OS PESCADORES ENVELHECEM: IDENTIDADE E IDADE AVANÇADA ENTRE OS CONSTRUTORES DO SAMBAQUI MAR VIRADO, NO LITORAL PAULISTA
- Soraya Martins de Alencar
- Ensaios Visuais
- RUÍNA E MATERIALIDADE: UMA ARQUEOLOGIA VISUAL ACERCA DA TRANSFORMAÇÃO DE ANTIGOS ESPAÇOS DO MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE XINGÓ
- Marcus Vinícius Pereira Santos da Silva
- Traduções
- UMA BREVE VISÃO GERAL DOS ÚLTIMOS 10 ANOS DAS PRINCIPAIS DESCOBERTAS DO PLEISTOCENO SUPERIOR NO VELHO MUNDO: HOMO FLORESIENSIS, NEANDERTAL, DENISOVAN
- Fernanda Neubauer
- Resenhas
- RESENHA: DÍAZ-ANDREU, M. ARQUEOLOGIA: CRÍTICA E HUMANISTA. SÃO PAULO: FONTE EDITORIAL, 2019.
- Tais Pagoto Bélo
- Relatórios e notícias institucionais
- UMA TIJOLOTECA COMO FONTE DE PESQUISA: COLEÇÃO ARQUEOLÓGICA CASA DO GRITO
- Angélica Aparecida Moreira da Silva, Paula Nishida Barbosa
17, N. 33 (2020): JAN-JUN.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V17I33
- Publicado em: 09/05/2020
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira
- 6
- Artigos
- NARRAR DE DENTRO E NARRAR DE FORA: MEMÓRIA, EXPERIÊNCIA E COTIDIANO A PARTIR DAS NARRATIVAS DO MASSACRE DO CARANDIRU
- Adriana Rezende Faria Taets Silva
- A MODELAGEM PREDITIVA NA ARQUEOLOGIA: UM OLHAR CRÍTICO A PARTIR DO ESTUDO DE CASO NO TERRITÓRIO XETÁ
- Fabiana Terhaag Merencio
- Dossiê Perspectivas plurales sobre grupos y comunidades afrolatinoamericanos
- APRESENTAÇÃO DOSSIÊ: PERSPECTIVAS PLURALES SOBRE GRUPOS Y COMUNIDADES AFROLATINOAMERICANOS
- Yara Altez
- DIOS ME CUIDA A MÍ Y A MI “TONO”. EXPERIENCIAS SOBRE DIVERSIDAD RELIGIOSA ENTRE NIÑOS AFROMEXICANOS
- Citlali Quecha citlaliq
- DE BARCOS Y SANTOS: HISTORIA, MEMORIA, Y LUGAR EN LA IDENTIDAD MEXICANA MORENA O AFRO-INDIA
- Laura A. Lewis
- REPRESENTACIONES SOCIALES DE JÓVENES ESTUDIANTES DE ESCUELAS MEDIAS DE VILLA LUGANO, BUENOS AIRES, RESPECTO A POBLACIÓN DE ORIGEN AFRICANO
- Gisele Kleidermacher
- CULTURA MATERIAL DOS ESCRAVIZADOS E EXPOGRAFIA: UM ESTUDO DO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM FELIZARDO
- Ana Maria Sosa Gonzalez, Evylin KoligosKi da Silva
- LA INVESTIGACIÓN ANTROPOLÓGICA Y OSTEOLÓGICA EN CEMENTERIOS AFRODESCENDIENTES
- Antonio David Pérez
- COMERCIANTES, ESPÍAS Y BAQUIANOS: LOS ESCLAVOS CRIOLLOS DEL ESEQUIBO COLONIAL
- Karina Estraño
- ESPACIOS OFICIALES Y DE RESISTENCIA: TRAMAS DE SIGNIFICACIÓN EN LOS CANDOMBES CONTEMPORÁNEOS EN MONTEVIDEO
- Alejandro Gortazar
- DE LAS AFROASCENDENCIAS A LA AFRODESCENDENCIA. REFLEXIONES SOBRE ÁMBITO, MÉTODOS Y APLICACIONES DE LA ETNOHISTORIA AFROVENEZOLANA.
- Pedro José Rivas
- LAS MUJERES AFROVENEZOLANAS DE TODASANA Y SU DECISIÓN TRASCENDENTAL A FINALES DEL SIGLO XIX
- Yara Altez
- Ensaios Visuais
- O INDETERMINADO CRAVADO DO TEMPO: UMA PERFORMANCE DA SENSAÇÃO PERANTE O OFÍCIO-PESQUISA NO REVELAR DAS FOLHAS
- Natalia Negretti
- Traduções
- AVENTURAS E DESVENTURAS DA ESCRITA. A PROPÓSITO DA INTERPRETAÇÃO DO NASCIMENTO DA ESCRITA NA MESOPOTÂMIA
- Luc Bachelot
- Relatórios e notícias institucionais
- RESGATE ARQUEOLÓGICO DOS SÍTIOS EVANGELISTA E IGREJINHA, EM PRADOS/MG
- Paulo Eduardo de Oliveira Enéas, Inês de Oliveira Noronha
17, n. 34 (2020)
- JUL-DEZ.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V17I34
- Publicado em: 22/12/2020
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- Rafael Guedes Milheira, Fábio Vergara Cerqueira, gustavo Peretti Wagner
- Artigos
- OS CERAMISTAS PRÉ-HISTÓRICOS DA PRAIA DE SABIAGUABA – FORTALEZA/CE
- Luci Danielli Avelino de Sousa, Cláudia Oliveira
- PRÁTICAS DOCENTES E RELAÇÕES RACIAIS EM UMA CRECHE DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
- Aline de Oliveira Braga, Maria Alice Rezende Gonçalves
- Patrimônio Aplicado e Estudos de Patrimônio Crítico: engajando a sociedade para sustentabilidade e Patrimônios Futuros
- PATRIMÔNIO APLICADO E ESTUDOS DE PATRIMÔNIO CRÍTICO: ENGAJANDO A SOCIEDADE PARA SUSTENTABILIDADE E PATRIMÔNIOS FUTUROS – APPLIED HERITAGE AND CRITICAL HERITAGE STUDIES ENGAGING SOCIETY TO SUSTAINABILITY AND HERITAGE FUTURES
- Tiago Silva Alves Muniz
- HERITAGE VALUE FROM BELOW A LOCAL COMMUNITY PERSPECTIVE ON CONSERVATION, PRESERVATION AND AUTHENTICITY IN SE SWEDEN
- Ludvig Papmehl-Dufay
- PDF (ENGLISH)
- THE CULTURAL HERITAGE AS A RESOURCE IN CONFLICT RESOLUTION – POSSIBILITIES AND CHALLENGES
- Gustav Wollentz
- PDF (ENGLISH)
- BUILDING BRIDGES: THE TIME TRAVEL METHOD FOR LEARNING AND COMMUNITY BUILDING
- Ebbe Westergren
- PDF (ENGLISH)
- HERITAGE AND TIME TRAVELS AS A METHOD FOR CREATING FUTURES
- Adam Norman
- PDF (ENGLISH)
- THE IMPACT OF MUSEUM EDUCATION POST COVID-19: AN INTEGRATION OF 4IR AND TIME TRAVEL METHOD AS TEACHING TOOLS
- Lesego Bridget Mlambo
- PDF (ENGLISH)
- EXPERIENCIAS EN LA CO-CONSTRUCCIÓN DEL PATRIMONIO EN EL ALTO (CATAMARCA, ARGENTINA)
- Ines Gordillo, Luciana Eguia, Verónica Zuccarelli, Carolina Prieto, Sebastían Bocelli, José Miguel Letelier, Hector Buono
- AS ARQUEOLOGIAS DE SÃO BRAZ DO PIAUÍ: APONTAMENTOS INICIAIS SOBRE AS NARRATIVAS E USOS DOS BENS ARQUEOLÓGICOS NO PRESENTE
- Leandro Elias Canaan Mageste, Géssika Sousa Macedo, Evanilza Lopes de Castro Paes, Carlos Eduardo Ferreira dos Santos
- PESSOAS, OBJETOS E MUSEUS: PERCEPÇÕES DO PÚBLICO VISITANTE SOBRE OS ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS EXPOSTOS EM MUSEUS RECIFENSES
- Rosemary Aparecida Cardoso, Alencar de Miranda Amaral
- “ESTRATIGRAFIA DO ABANDONO”: O CASO DO MUSEU DA CIDADE DO RIO GRANDE – MCRG NO EXTREMO SUL DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
- Matheus Pereira Da Costa, Diego Lemos Ribeiro
- EDUCAÇÃO PARA O TURISMO EM GRAMADO: PATRIMÔNIOS CULTURAIS E MODOS DE SER GRAMADENSE
- Manoela Barbacovi, Maria Angélica Zubaran
- “BEJAÇÃO” : PATRIMÔNIO, FÉ E GRATIDÃO EM UMA FESTA AFROCATÓLICA NA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE JURUSSACA, TRACUATEUA-PA.
- Maria Maria Helena de Aviz dos Reis
- ARQUEOLOGIA HISTÓRICA E CONTEMPORÂNEA NA AMAZÔNIA: POR UMA ARQUEOLOGIA ELÁSTICA
- Tiago Silva Alves Muniz
- ‘VAI APARECER NO JORNAL!’: O PAPEL IMPRENSA NA DIVULGAÇÃO ARQUEOLÓGICA NO PARÁ
- Renata de Godoy, Joyce Julie Barroso
- ARQUEOLOGIAS EM MEIO DIGITAL: DEPURANDO TRÊS EXPERIÊNCIAS PESSOAIS
- Diogo Menezes Costa
- PERCEPÇÕES SOBRE PATRIMÔNIO CULTURAL, EFETIVIDADES E POSSIBILIDADES
- Alejandra Saladino, Tiago Silva Alves Muniz
- CULTURAL HERITAGE BUILDING UP FUTURE THINKING
- Cornelius Holtorf, Tiago Silva Alves Muniz
- Traduções
- TRADUÇÃO DE CESERANI, G. PROCESSOS E MODELOS: A ARQUEOLOGIA DE COLIN RENFREW
- Giovanna Ceserani
- Relatórios e notícias institucionais
- SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS NO RIO GRANDE DO NORTE: CONTRIBUIÇÕES DA ARQUEOLOGIA PREVENTIVA
- Deivison do Couto Gonçalves, Alexandre Pinto Coelho de Almeida, Patricia Fernanda Carvalho de Sousa
18, N. 35 (2021): JAN-JUN.
- DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.15210/LEPAARQ.V18I35
- Publicado em: 25/06/2021
- Edição completa
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- EDITORIAL
- EDITORIAL
- gustavo Peretti Wagner, Rafael Guedes Milheira, Fábio Vergara Cerqueira
- Artigos
- BIOARQUEOLOGIA DOS PRIMEIROS HABITANTES DO BRASIL CENTRAL: SAÚDE E ESTILO DE VIDA NA REGIÃO DE LAGOA SANTA, MINAS GERAIS
- Pedro Da-Gloria
- LADRILHOS HIDRÁULICOS DO RECÔNCAVO DA BAHIA: MAPEAMENTO E ESTUDO DOS PADRÕES COMPOSITIVOS EM CACHOEIRA – BAHIA
- Fabiana Comerlato, Aline Marçal Santos, Caroline Pereira Teixeira, Ritta Maria Morais Correia Mota
- ORDEM E TERROR LIMITE: A CIDADELA DO CATI NA FRONTEIRA DO BRASIL COM O URUGUAI, ENTRE 1896 E 1909.
- Gunter Axt
- DEZ TEMPLOS DÓRICOS GREGOS PERÍPTEROS: REVISANDO A HIPÓTESE MODULAR DE MARK WILSON JONES
- Claudio Walter Gomez Duarte
- APETRECHO PARA DESENHO DE INSTRUMENTOS LÍTICOS LASCADOS
- Henry Luydy Abraham Fernandes, Luis Felipe de Medeiros Veiga, Maria Jaqueline Rodet
- DINÂMICA DE OCUPAÇÃO DO SÍTIO RIO DO MEIO: ANÁLISE ESTRATIGRÁFICA E ESPACIAL DE UM ASSENTAMENTO DIFERENCIADO NA PAISAGEM DA ILHA DE SANTA CATARINA/SC.
- Simon-Pierre Gilson, Andrea Lessa
- SURVIVING THE CONTACT. THE XAVANTE AND THE DEMOGRAPHIC IIMPACT OF EPIDEMICS ON BRAZILIAN INDIGENOUS PEOPLE FROM COLONIZATION TO THE MILITARY DICTATORSHIP
- Claudia Regina Plens, Camila Diogo de Souza, Ivan Roksandic, Katarzyna Górka, Mirjana Roksandic
- PDF (ENGLISH)
- CLASSIFICAÇÃO PARADIGMÁTICA DE ZOÓLITOS DO BRASIL MERIDIONAL
- Ivana Oricchio, Mercedes Okumura
- A SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA COMO MEDIDA DE DETECÇÃO DE HEMATITA NO ABRIGO DE ITAPEVA, SP
- Tatiane de Souza
- ARQUEOLOGIA DA PAISAGEM: CONSIDERAÇÕES SOBRE A PERSPECTIVA DE VIVÊNCIA E DE MOVIMENTO
- Milena Acha
- VASIJAS CERÁMICAS DE LOS CAZADORES-RECOLECTORES DEL FINAL DEL HOLOCENO EN EL RÍO URUGUAY MEDIO (SITIO TIGRE- K87): RECONSTRUCCIÓN 3D, ANÁLISIS VOLUMÉTRICO Y FUNCIONAL
- Flavia Barceló, Rafael Suárez Sainz
- ASPECTOS TECNOMORFOLÓGICOS E ESTÍLISTICOS DA CERÂMICA PINTADA GUARANI DO SÍTIO ADÃO SASANOVIZ (ALTO RIO URUGUAI)
- Mirian Carbonera, Maurício Mohr, Jaisson Teixeira Lino, Daniel Marcelo Loponte
- Traduções
- INTRODUÇÃO DO LIVRO THE MIDDLE GROUND INDIANS, EMPIRES, AND REPUBLICS IN THE GREAT LAKES REGION, 1650–1815
- Richard White
- Resenhas
- SILLIMAN, STEPHEN W. (ED.). ENGAGING ARCHAEOLOGY: 25 CASE STUDIES IN RESEARCH PRACTICE. NEWARK: JOHN WILEY & SONS, 2018. ISBN 9781119240518
- Marianne Sallum, Francisco Silva Noelli
- RESENHA: ARAUJO, ASTOLFO GOMES DE MELLO. POR UMA ARQUEOLOGIA CÉTICA – ONTOLOGIA, EPISTEMOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DA MAIS INTERDISCIPLINAR DAS DISCIPLINAS. CURITIBA: APPRIS EDITORA. 2019.
- Glauco Constantino Perez
LEPAARQ | UFPEL | 2004
O periódico Cadernos do LEPAARQ (2013) é uma publicação semestral eletrônica do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia e Arqueologia, do Instituto de Ciências Humanas, mantido pela Universidade Federal de Pelotas (LEPAARQ/ICH/UFPEL). Seu escopo é a divulgação científica nas áreas de Antropologia, Arqueologia e Patrimônio, publicando as seguintes sessões: (1) artigos, (2) relatórios e notícias institucionais, (3) resenhas, (4) notas de pesquisa, (5) ensaios visuais, (6) Traduções e (7) Dossiês.
Os Cadernos do LEPAARQ é uma publicação semestral, portanto cada volume anual corresponde a dois números. A data de submissão dos manuscritos será 31 de dezembro para a primeira edição (janeiro a junho) e 30 de junho para a segunda edição (julho a dezembro).
Atualmente os Cadernos não adotam limites, mínimos ou máximos, para número de artigos por edição. Por ser um periódico de fluxo contínuo, o número de artigos publicados em cada edição corresponderá sempre ao fluxo editorial da revista.
Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que fornecer conhecimento científico gratuito ao público proporciona maior democratização global do conhecimento.
Periodicidade semestral
ISSN 1806 9118 (Impresso)
ISSN 2316 8412 (Online)
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