2666 – Roberto Bolaño / Rodrigo Perez / 04 fev 2021

BOLANO Roberto 1 Roberto Bolaño

Hoje, trato do romance de formação “2666“, do escritor chileno Roberto Bolanõ, publicado pela Companhia das Letras, em 2010. Eu estudo fenômenos políticos, mas sou apaixonado pela prosa ficcional. E temos aqui um bom texto literário, que me faz lembrar a Poética de Aristóteles, um tratado filosófico dedicado à Arte. O que quero lembrar aqui é que a palavra “ficção” não é sinônimo de mentira.

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Armadilha da identidade – Asad Haider / Rodrigo Perez / 24 ago 2020

Na coluna ” Livros que merecem uma sentada” dessa semana, apresento o “Armadilha da identidade: raça e classe nos dias de hoje”, escrito por Asad Haider, cientista político norte-americano, de origem paquistanesa.

O livro é prefaciado por Silvio Almeida.
A discussão é muito oportuna e nos ajudar a diferenciar “identitarismo” X “política das identidades”.

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Edmund Burke: redescobrindo um  gênio – Russel Kirk / Rodrigo Perez / 11 ago 2020

Ouvimos falar, à esquerda, à direita e ao centro, que o Brasil está sendo governador por “conservadores”. A própria sociedade brasileira seria “conservadora”. Mas o que significa ser conservador? Fora dos clichês, o que é conservadorismo?

Na coluna “Livros que merecem uma sentada” dessa semana, discuto o assunto, resenhando a biografia de Edmund Burke escrita por Russel Kirk. Burke é um conservador irlandês viveu na segunda metade do século XVIII, contemporâneo à Revolução Francesa.
Kirk é um conservador que viveu nos EUA na segunda metade do século XX, contemporâneo à guerra fria. O que há em comum entre eles que nos permitem classificá-los como “conservadores”?

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Como as democracias morrem / Steaven Levitsky e Daniel Ziblatt / Rodrigo Perez / 04 ago 2020

Na coluna “Livros que merecem uma sentada” dessa semana, discuto o best seller “Como as democracias morrae “, assinado por Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, cientistas políticos de Harvard. Um livro com problemas e um tanto irritante. Mas a hipótese dos autores ajuda a pensar o Brasil. Apesar de tudo, o texto merece uma sentada.

Convido todos e todas a visitarem o canal. Ativem o sininho pra receberem as notificações. Juntos, entendemos melhor o que está acontecendo.

Rodrigo Perez Oliveira- Professor do departamento de história da Universidade Federal da Bahia e colunista da Revista Fórum e dos Jornalistas Livres.

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A nova Razão do Mundo – Pierre Dardot e Christian Laval / Rodrigo Perez /

O livro é importante porque nos ajuda a entender as diversas variações da linguagem liberal. O neoliberalismo não esgota o liberalismo. É sua radicalização, sua versão eticamente perversa. Isso não significa que outros repertórios liberais não possam ser importantes na construção de um mundo socialmente mais justo.

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A nova obscuridade – Jurgen Habermas / Rodrigo Perez / 30 jun 2020

Coluna “Livros que merecem uma sentada” dessa semana, com o livro “A nova obscuridade”, de Jurgen Habermas.

O texto de Habermas é estratégico para a compreensão da crise democrática brasileira porque mostra pra nós a matriz ideológica dos conservadores que chegaram ao poder com a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018. O conservadorismo brasileiro contemporâneo, portanto, não deita suas raízes na tradição conservadora nacional, mas sim no neoconservadorismo que se forma nos EUA no pós-segunda guerra mundial. Especialmente a crítica cultural neoconservadora ao Estado de Bem-estar social inspira o Bolsonarismo, que é conservador nos costumes e ultra liberal na economia.

No vídeo, explico o significado político da máxima bolsonarista “acabou a mamata”.

Rodrigo Perez Oliveira- Professor do departamento de história da Universidade Federal da Bahia e colunista da Revista Fórum e dos Jornalistas Livres.

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Sobre o autoritarismo brasileiro – Lilia Schwarcz / Rodrigo Perez / 23 jun 2020

Coluna “Livros que merecem uma sentada” dessa semana. Apresento o belíssimo “Sobre o autoritarismo brasileiro”, de Lilia Schwarcz.

Mostro como a autora combina teses consagradas no “pensamento social brasileiro” com fartos dados estatísticos para produzir uma interpretação da realidade nacional que denuncia as forças do atraso que ao longo da história do Brasil travaram qualquer qualquer projeto de desenvolvimento sustentável, inclusivo e de longo prazo.

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Do Fake ao Fato: desatualizando Bolsonaro / Bruna Stutz, Mateus Pereira e Valdei Araújo / 18 jun 2020

Nesse vídeo, apresento o livro ” Do Fake ao Fato: desatualizando Bolsonaro”, organizado por Bruna Stutz, Mateus Pereira e Valdei Araújo. Colaboro com o artigo “O negacionismo científico olavista: a radicalização de um certo regime epistemológico”. O livro pode ser encontrado, em ebook e impresso, na Amazon. Espero que gostem.

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