Rural e Urbano | UFPE | 2016

RURAL E URBANO1 Rural e Urbano

A Revista Rural-Urbano (2016-) é um periódico semestral vinculado ao Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco e gerida pelos grupos de pesquisas “Produção do Espaço, Metropolização e Relação Rural-Urbano” da Universidade Federal Rural de Pernambuco (GPRU/UFRPE) e “Sociedade & Natureza” da Universidade Federal de Pernambuco (Nexus/UFPE). Seu objetivo é constituir-se enquanto canal de veiculação científica da rede de pesquisadores sobre as relações rural-urbano, bem como congregar artigos, ensaios e resenhas científicas a partir da História e da Geografia, que versem sobre processos passados e atualmente existentes no espaço rural e no urbano. A revista também objetiva congregar trabalhos das áreas de História, Geografia, Sociologia, Economia, Arquitetura e Urbanismo, Planejamento Urbano e Regional, Serviço Social e Educação.

Periodicidade Semestral

Acesso livre

ISSN 2525-6092

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Revista de Teoria da História. Goiânia, v. 24 n. 1, 2021.

revista de teoria da historia Revista de Teoria da História

Dossiê Filosofias da história

Revista de Teoria da História |  PDF

ARTIGOS DE DOSSIÊ

ARTIGOS LIVRES

ENSAIO

TRADUÇÃO

ENTREVISTA

RESENHA

 

A Revista História Hoje e os 60 anos da Anpuh | História Hoje | 2021

Historia Hoje Em memoria A Revista História Hoje

Quando Renilson Rosa Ribeiro, editor da Revista História Hoje, da Associação Nacional de História (Anpuh-BR), nos contactou no final de dezembro de 2020 com o convite para que organizássemos este dossiê que hoje apresentamos ao público leitor, lembramos do poema em forma de música que Djavan canta lindamente e do qual retiramos a primeira frase que intitula esta apresentação.

Ela pode parecer, à primeira vista, pessimista, mas não tinha esse único significado para nós. Sem sombra de dúvidas, como todos os cidadãos brasileiros estamos esgotados. Vivemos uma crise sanitária sem precedentes em nosso país, uma crise institucional, somada a crises econômica e política. Mas ela traduzia para nós, também, o desafio de responder ao convite que nos instiga a estudar a resistência de uma categoria de trabalhadores – os docentes – e de campo de pesquisa – o ensino de História. Leia Mais

Diretório dos Índios: políticas indígenas e indigenistas na América portuguesa | SÆCULUM – Revista de História | 2021

Diretorio dos Indios Diretório dos Índios

O protagonismo dos povos indígenas no Brasil demorou a entrar na agenda da historiografia acerca da América Portuguesa, especialmente como indivíduos ou coletividades capazes de práticas políticas que poderiam decidir os seus destinos nos processos pós-contatos e diante da legislação indigenista. Incontáveis páginas foram escritas sobre o regime colonial nos trópicos sem que as suas agencias fossem mencionadas e até mesmo prevaleceram negações implícitas e explícitas sobre sua capacidade de ação, em estudos que tratam da política e da administração colonial portuguesa. As razões que procuram justificar operações historiográficas desse gênero têm sido de diferentes ordens. As mais frequentes são a alegação sobre a falta de fontes para inseri-los na historiografia, seu rápido e precoce “desaparecimento” das regiões conquistadas e colonizadas e a crença na desolação e na anomia dos indígenas, supostamente “incapacitados” de protagonismo histórico-social depois que foram conquistados e colonizados.

Não obstante, pesquisas históricas e antropológicas têm revisado esses argumentos. A publicação de guias e catálogos de fontes para a história indígena, como os organizados por John Monteiro na década de 1990 ou mais recentemente o dirigido por Juciene Ricarte Cardoso (2016), demostram que não é por falta de fontes que se explicará a ausência e/ou marginalização dos povos originários na tessitura da história colonial. Afinal, existem registros históricos importantes sobre as legislações indigenistas coloniais e muito material acerca das dinâmicas, contradições, práticas e vivências interétnicas na América Portuguesa [1]. Leia Mais

Afro-Clio: direitos humanos, história da África e outras artesanias | Elio Chaves Flores

Lelia Gonzalez3 História da África
Lélia Gonzalez (acima) e Elio Flores (abaixo) | Fotos: Divulgação / Brasil de Fato

Afro Clio História da ÁfricaO livro Afro-Clio: direitos humanos, história da África e outras artesanias, de Elio Chaves Flores (2019), que ora se resenha é resultado do texto apresentado em formato de Memorial para requisito de aprovação no concurso público para a função de professor Titular na Universidade Federal da Paraíba, campus de João Pessoa, no ano de 2018.

Flores é professor Titular do Departamento de História da UFPB, pesquisador na área de História Moderna e Contemporânea e atua nas áreas de Cultura Histórica, Ensino de História, História da África, Educação das Relações Étnico-raciais, Direitos Humanos e Saberes Históricos.

O livro está organizado em quatro capítulos: o primeiro deles intitula-se “Sair da história: direitos humanos, tempo presente”; o capítulo 2, “Mergulhar na história: viradas, ventanias”. No capítulo 3 o autor reflete sobre o “Fazer-se professor (e historiador) de História da África – Licenciaturas”; e no quarto capítulo apresenta a “A tal tese e outras tensões (ou doutoristicamente falando?)”. Aos capítulos apresentados seguem-se as “Considerações Finais: à guisa do Posfácio” e a sua produção intelectual bibliográfica. Leia Mais

Raça, Ciência e Saúde no contexto da escravidão e do pós-Abolição | Revista Maracanan | 2021

Maconha contexto da escravidão e do pós-Abolição
Maconha | Foto: Notícias Chapecó

Durante as últimas duas décadas tem crescido o interesse historiográfico por temas como saúde, doença e ciência e, em especial, a saúde da população negra. A ampliação do debate sobre as múltiplas intersecções entre esses campos de análise e sociedade é de extrema relevância para reflexões acerca do Pensamento Social Brasileiro. Além disso, tem contribuído para a construção de novos campos de estudo, trazendo à tona pesquisas inovadoras tanto para o campo da História das Ciências e da Saúde como para a História do Negro no Brasil.

A Revista Maracanan publica o Dossiê Temático “Raça, Ciência e Saúde no contexto da escravidão e do pós-Abolição” em um momento crucial para os estudos em Saúde no Brasil e, também, para a História do Brasil. A relação entre saúde, doença e ciência tem sido posta em evidência, por exemplo, com pesquisas que apontam que a população negra tem sido a mais afetada pela pandemia da Covid-19 no Brasil, tanto em número de mortos como também em termos socioeconômicos.[1] Leia Mais

Saeculum. Recife, v.26, n 44, 2021.

SAECULUM1 Saeculum

Dossiê Diretório dos Índios

EXPEDIENTE

ARTIGOS

DIRETÓRIO DOS ÍNDIOS: POLÍTICAS INDÍGENAS E INDIGENISTAS NA AMÉRICA PORTUGUESA

RESENHAS

Sociologia e educação: desafios da formação de professores para o ensino de Sociologia na educação básica | Juarez L. Carvalho Filho e Benedito Souza Filho

DURKHEIM E sociologia
Émile Durkheim | Imagem: farofafilosófica.wordpress.com

CARVALHO FILHO Ensino de Sociologia sociologiaApós a institucionalização da Sociologia em 2008, os professores da educação básica e a própria disciplina, que nunca se encontraram livres, encontram-se frente a diferentes obstáculos. Além disso, o atual cenário político traz ameaças para a disciplina na escola e, consequentemente, na academia. Fato que se dá com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a reforma do Ensino Médio (Lei nº 13.415), além dos constantes ataques de acusação de ser uma disciplina de doutrinação. Devido a esse contexto de expansão e repressão, faz-se necessário um debate sociológico entre Sociologia e Educação, buscando analisar as principais problemáticas que envolvem o tema.

“Sociologia e Educação” foi organizada pelo professor Juarez Lopes de Carvalho Filho (UFMA), mestre em filosofia e doutor em ciências sociais e Benedito Souza Filho, doutor em antropologia social e professor na mesma universidade. A obra (2018) é produto do I Encontro de Sociologia e Educação (2015), realizado pela Universidade Federal do Maranhão, e conta com oito artigos desenvolvidos por pesquisadores de diversas instituições do Brasil. O principal objetivo do livro é trazer informações e reflexões acerca da formação de professores da educação básica, com o foco nos estados do Maranhão e Paraíba, porém, iluminando questões para o cenário geral. Leia Mais

Bandidos | Eric Hobsbawm

Eric Hobsbawm Bandidos
Eric Hobsbawm | Foto: La Vanguardia

HOBSBAWM Bandidos3 BandidosA campanha soviética na Segunda Guerra Mundial e seu domínio político cultural sobre o leste europeu modificaram as relações entre os países desenvolvidos e polarizou a economia ocidental entre a URSS e os EUA. Além disto, as transformações provenientes da reconstrução da Europa nos anos 1950 levaram ao crescimento na renda da classe média local e à inserção de uma nova geração na sociedade de consumo. Nasce assim uma nova intelectualidade, atenta ao fortalecimento da URSS como potência mundial, ao aumento de sua influência sobre os países subdesenvolvidos e às consequências do capitalismo industrial sobre os corpos das sociedades periféricas.

É neste contexto político-cultural que Eric John Ernest Hobsbawm desenvolveu seus trabalhos. Nascido em 1917 em Alexandria, Egito, mudou-se para Berlim em 1931 e, com a ascensão de Hitler ao poder, imigrou para Londres em 1933 onde recebeu uma bolsa de estudos na Universidade de Cambridge. Durante a Segunda Guerra (1938-1945) lutou ao lado dos aliados como cavador de trincheiras, preparador de bunkers e em trabalhos de inteligência devido à sua proficiência em quatro línguas. Nos anos 1960, ingressou no grupo de marxistas britânicos que buscavam entender a história da organização das classes populares, suas lutas e ideologias, através da chamada História Social. Leia Mais

Entre Sertões e Representações: Ensaios e Estudos | Antônio Fernando de Araújo Sá

SA FERNANDO 2 Entre Sertões e Representações
Antônio Fernando de Araújo Sá | Foto: Acervo pessoal

SA F Entre sertoes Entre Sertões e RepresentaçõesA primeira resenha de livro que produzi foi em 2007, um comentário crítico da obra de Terry Eagleton, “Depois da Teoria: Um olhar sobre os Estudos Culturais e o Pós-Modernismo”. Na ocasião, fui convidado pelo Prof. Dr. Antônio Fernando de Araújo Sá a proferir palestra sobre esse livro em um Curso de Extensão promovido pelo Grupo de Pesquisa “História Popular do Nordeste”, na Universidade Federal de Sergipe. Livro complexo, que me exigiu um bom esforço intelectual para criticá-lo.

O desafio agora recai sobre um livro escrito pelo próprio Professor Antônio Fernando de Araújo Sá e lançado ano passado. O empenho exigido nesta resenha não foi inferior ao dedicado ao livro produzido pelo filósofo e crítico literário britânico. Leia Mais

Religião e Indústria Cultural | Ponta de Lança | 2021

GOSPEL PRIME Religião e Indústria Cultural
Tela inicial do site Gospel Prime, 27 jul. 2021

Diversas pesquisas no âmbito das ciências humanas têm constatado que no campo religioso (BOURDIEU, 1998) brasileiro evidencia-se ampla concorrência entre seus agentes, o que os tem levado cada vez mais a criar novas estratégias e bens simbólicos de salvação plausível, aqueles que garantam às instituições religiosas forças na luta pelo monopólio da gestão desses bens, pela manutenção ou ampliação do seu capital social. Nessas disputas, os meios de comunicação têm desempenhado um papel primordial, principalmente com a mediação da cultura moderna, onde foram plasmadas as maneiras como as formas simbólicas são produzidas, transmitidas e recebidas nas sociedades modernas, bem como as maneiras como as pessoas experimentaram as ações e acontecimentos que se dão em contextos dos quais estão distanciados, tanto no espaço como no tempo (THOMPSON, 1995).

Num mundo marcado pelos meios de comunicação, as tradições se tornaram mais e mais dependentes de formas simbólicas mediadas. Elas foram desalojadas de lugares particulares e reimplantadas na vida social de novas maneiras. Mas o deslocamento e a nova ancoragem das tradições não se tornam necessariamente inautênticas, nem foram condenadas à extinção. Com o avanço dos meios de comunicação, o papel das tradições orais, por exemplo, não foi eliminado, mas foi suplementado e reconstituído pela difusão dos produtos da mídia (THOMPSON, 2002). Leia Mais

Ponta de Lança: Revista Eletrônica de História, Memória & Cultura. São Cristóvão, v.15, n.28, 2021.

PONTA DE LANCA1 Ponta de Lança

Publicado: 2021-07-21

Expediente |  PDF

Apresentação  |  PDF

Dossiê Temático

Artigos – Fluxo Contínuo

Comunicação de Pesquisa

Resenhas

Varia Historia. Belo Horizonte, v. 37, n.74, maio/ago. 2021.

Varia Historia4 varia historia

 Editorial

 Dossiê

 Artigos

 Resenhas

Revista Ágora. Vitória, v.32, n. 1, 2021.

Agora3 Revista Ágora

Doenças e práticas de cura na História brasileira

Publicado: 2021-07-20

Doenças e práticas de cura na História brasileira

A constituição de 1824 e o problema da modernidade: O conceito moderno de constituição, a história constitucional Brasileira e a teoria da constituição no Brasil | David F. L. Gomes

GOMES D Constituição
David Gomes | Foto: ComoEuEscrevo.com

GOMES D A Constituicao ConstituiçãoDavid F. L. Gomes é professor efetivo da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e possui longa trajetória de pesquisa nas áreas de Teoria da Constituição, Teoria do Estado, Sociologia e História do Direito.

Fruto de sua tese de doutorado, o livro A Constituição de 1824 e o problema da modernidade: O conceito moderno de constituição, a história constitucional Brasileira e a teoria da constituição no Brasil foi lançado em 2019, pela editora D’Plácido. Na obra, utilizando-se de um diálogo crítico entre as teorias de Jürgen Habermas (1929-) e Karl Marx (1818-1883), o autor busca reconstruir o conceito moderno de Constituição à luz da perspectiva materialista, a partir da história da Constituição Brasileira de 1824 [1]. Leia Mais

História Hoje. São Paulo, v. 10, n. 21, Edição Especial, 2021.

Historia Hoje1 história hoje

Editorial

Dossiê

Revista História Hoje | São Paulo, v.10, n.20, jul./dez., 2021.

Historia Hoje1 Revista História Hoje

Editorial: Porque há esperança diante da farsa, do ódio e do medo

Artigos

Entrevista

Falando de História hoje

História Hoje na sala de aula

Hegel e a liberdade dos modernos | Domenico Losurdo

LOSURDO D Hegel e a liberdade dos modernos
Domenico Losurdo| Foto: Kyan Shokoui Dios

LOSURDO D Hegel e a liberdade Hegel e a liberdade dos modernosIntrodução

A despeito das piadas jocosas que encontramos em páginas de social medias relacionadas à filosofia, é inegável que Hegel continua sendo um autor que desperta respeito, ou, no mínimo, curiosidade para uma leitura. Disso, é difícil encontrar hoje alguém disposto a comentar sua obra. O italiano Domenico Losurdo (1941-2018) tomou consciência de tal empreendimento. Porém, não se absteve de contribuir com algumas ideias. O trabalho de anos de pesquisa e publicações diversas (LOSURDO, 2019, pp. 19-20), resultou no livro intitulado Hegel e a liberdade dos modernos. O foco de sua obra direciona-se ao Hegel sujeito-político, inserido no contexto de sua época. No entanto, Losurdo deu um passo adiante ao confrontar o estudo dos escritos de Hegel com a fortuna crítica coeva e hodierna de sua obra; é dessa relação entre escritos filosóficos e fortuna crítica que se pretende dar atenção nessa resenha crítica.

A importância da historiação dos escritos filosóficos

À primeira vista, Losurdo dá atenção à biografia intelectual como uma maneira de escapar de trabalhos historicista-jornalísticos e das obras que versam a comentários a partir de Hegel. Essa premissa pode parecer estranha àqueles que, acostumados com leituras de autores e autoras já consagrados, acabam por não questionar os cortes produzidos em torno do sujeito, separando, por vezes, a vida pessoal dos escritos publicados, como se não houvesse relação nenhuma entre eles (LUKÁCS, 2018, p. 44). Leia Mais

Doenças e cativeiro: um estudo sobre mortalidade e sociabilidades escravas no Rio de Janeiro, 1809-1831 | Keith Valéria de Oliveira Barbosa

BARBOSA Keith 2 mortalidade
Keith Barbosa | Foto: ufam.edu.br/notícias

BARBOSA K Doenca e catieiro mortalidadeO livro de Keith Valéria de Oliveira Barbosa, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Amazonas, é fruto de sua pesquisa desenvolvida no seu mestrado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

A obra é dividia em quatro capítulos, no primeiro, “Escravidão e doenças: historiografia, fontes e métodos”, a autora buscou analisar como a mortalidade escrava não estava ligada apenas ao contato entre pessoas de diferentes continentes e, portanto, que o tráfico atlântico em si não dá conta de explicar a mortalidade escrava. Em outras palavras, embora o contato entre indivíduos de espaços geográficos distantes inevitavelmente tenha colocado patógenos em condições de causar doenças que eram desconhecidas para os africanos, a questão não pode ser analisada apenas por esse prisma.

As condições de vida da população cativa propiciavam “ambientes” para que enfermidades matassem muito. A falta de alimentos, os maus tratos, a insalubridade do trabalho, as condições higiênicas inadequadas das senzalas, entre outros aspectos, faziam com que a vida de escravo fosse abreviada muitas vezes pela morte. Leia Mais

História da Enfermagem. Brasília, v.12, n.1, 2021.

HISTORIA DA ENFERMAGEM3 História da Enfermagem. Brasília

POSTED BY: HERE 10 DE JULHO DE 2021

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

FAC SIMILE

ERRATA

História da Enfermagem. Brasília, v.11, n.2, 2020.

POSTED BY: HERE 25 DE OUTUBRO DE 2020

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

REVISÃO INTEGRATIVA

  • Resgate histórico dos avanços da Enfermagem Obstétrica brasileira | Historical rescue of the advances in Brazilian Obstetric Nursing | Rescate histórico de los avances en la Enfermería Obstétrica brasileña | Fernanda Alves dos Santos Carregal, Rafaela Siqueira Costa Schreck, Fernanda Batista Oliveira Santos, Maria Angélica de Almeida Peres

REFLEXÃO

  • História e processos de trabalho da enfermagem em Centrais de Material e Esterilização | Historia y proceso de trabajo de la enfermería en Centros de Material y Esterilización | History and work process of Nursing in Materials and Sterilization Centers | Djailson José Delgado Carlos, Cristiane Ribeiro de Melo Lino, Suênia Silva de Mesquita Xavier, Luciane Paula Batista Araújo de Oliveira, Kátia Regina Barros Ribeiro, Wanessa Cristina Tomaz dos Santos Barros

História da Enfermagem. Brasília, v.11, Especial, 2020.

POSTED BY: HERE 20 DE SETEMBRO DE 2020

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

RELATO DE EXPERIÊNCIA

  • Criação de Acervo Documental sobre acontecimentos no Ano Internacional da Enfermeira e Obstetrizes (2020) | Creation of a Documentary Collection on events in the International Year of the Nurse and Midwives (2020): experience report | Creación de Acervo Documental sobre eventos en el Año Internacional de los Profesionales de Enfermería y Obstetricia (2020): relato de experiencia | Rosa Maria Souza Braga, Ana Paula da Costa Lacerda Brandão, Davi Milleli Silva, Anamaria de Souza Fagundes, Pacita Geovana Gama de Sousa Aperibense, Maria Angelica de Almeida Peres

FAC SIMILE

  • A Influenza Espanhola | The Spanish Influenza | A Gripe Espanhola | Ana Paula da Costa Lacerda Brandão, Maria Angélica de Almeida Peres

REFLEXÃO

RESENHA

História da Enfermagem. Brasília, v.11, n.1, 2020.

POSTED BY: HERE 29 DE JULHO DE 2020

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

  • Padrão Anna Nery e perfis profissionais de enfermagem possíveis para enfermeiras e enfermeiros no Brasil | Anna Nery Standard and possible nursing professional profiles for nurses in Brazil | Estándar Anna Nery y perfiles profesionales de enfermería posibles para enfermeras y enfermeros en Brasil | Fernanda Batista Oliveira Santos, Fernanda Alves dos Santos Carregal, Rafaela Siqueira Costa Schreck, Rita de Cássia Marques, Maria Angélica de Almeida Peres
  • Taxonomia do conhecimento sobre história da enfermagem | Taxonomy of knowledge about history of nursing | Taxonomía del conocimiento sobre historia de enfermería | Abel Silva de Meneses, Maria Cristina Sanna, Leila Maria Rissi Caverni, Marco Antônio dos Santos, Ricardo Quintão Vieira
  • Historicidade dos serviços de saúde do município de Gaspar – Santa Catarina (1973- 2014) | Historicity of health services in the municipality of Gaspar – Santa Catarina (1973 – 2014) | Historicidad de los servicios de salud en el municipio de Gaspar – Santa Catarina (1973 – 2014) | Tássila Dias Malta Moreira Moura, Patrícia Gubler, Maria Lígia dos Reis Bellaguarda, Mariana Vieira Villarinho, Maria Itayra PadilhaV, Maiara Suelen Mazera
  • Administração em enfermagem no Hospital João de Barros Barreto | Nursing administration at João de Barros Barreto Hospital: historical perspective of the seventies, twentieth century | Administración de enfermería en el Hospital João de Barros Barreto: perspectiva histórica de los años setenta, siglo XX | Ilma Pastana Ferreira, Isaura Setenta Porto, Tereza Tonini, Elaine Regina Corrêa Souza

FAC SIMILE

BIOGRAFIA

IN MEMORIAM

ERRATA

História da Enfermagem. Brasília, v.10, n.2, 2019.

POSTED BY: HERE 5 DE MAIO DE 2020

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

História da Enfermagem. Brasília, v.10, n.1, 2019.

POSTED BY: HERE 7 DE JULHO DE 2019

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

RESENHA

REFLEXÃO

IN MEMORIAM

História da Enfermagem. Brasília, v.9, n.2, 2018.

POSTED BY: HERE 20 DE DEZEMBRO DE 2018

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

História da Enfermagem. Brasília, v.9, n.1, 2018.

POSTED BY: HERE 31 DE JULHO DE 2018

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

IN MEMORIAM

História da Enfermagem. Brasília, v.8, n.2, 2017.

POSTED BY: HERE 10 DE DEZEMBRO DE 2017

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

REFLEXÃO TEÓRICA

IN MEMORIAM

História da Enfermagem. Brasília, v.8, n.1, 2017.

POSTED BY: HERE 25 DE SETEMBRO DE 2017

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

FAC-SÍMILE

IN MEMORIAM

História da Enfermagem. Brasília, v.7, n.2, 2016.

POSTED BY: HERE 15 DE MARÇO DE 2017

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

FAC-SÍMILE

História da Enfermagem. Brasília, v.7, n.1, 2016.

POSTED BY: HERE 2 DE MARÇO DE 2017

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

REFLEXÃO

FAC SÍMILE

História da Enfermagem. Brasília, v.6, n.2, 2015.

POSTED BY: HERE 29 DE ABRIL DE 2016

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

ARTIGOS DE REVISÃO

FAC SÍMILE

História da Enfermagem. Brasília, v.6, n.1, 2015.

POSTED BY: HERE 1 DE JANEIRO DE 2015

EDITORIAL

ARTIGOS ORIGINAIS

ARTIGOS DE REVISÃO

REFLEXÃO