Fruição Patrimonial | Memória em Rede | 2021

O presente dossiê “Fruição Patrimonial” reuniu pesquisadores de distintas regiões do Brasil, de norte a sul, contemplando principalmente uma ampla diversidade de perspectivas teóricas e metodológicas, com destaque para a apresentação dos estudos de casos. Conforme Yin (2010), como método de pesquisa, os estudos de casos corroboram com a apresentação de múltiplas situações dos fenômenos sociais complexos, com ampla riqueza de dados e relatos, desde casos individuais, grupais, organizacionais, sociais e políticos, que podem ser utilizados pelas mais diversos áreas do conhecimento.

Neste sentido, os estudos elencados para este editorial da Revista Memória em Rede tiveram como tema comum, a fruição patrimonial, com destaques para as interações do caminhar por locais históricos e sítios arqueológicos, seja pelo resgate de contranarrativas e de memórias submersas, com relação à preservação do patrimônio material e das memórias locais. Os autores elencados neste editorial apresentaram constantes preocupações quanto à ampliação do uso público dos patrimônios, seja para a adequação das políticas públicas de preservação do patrimônio, seja pela necessidade de ampla participação dos atores sociais e das reflexões sobre o consumo dos espaços turísticos. Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v. 13, n.25, 2021.

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Entre o impossível e o necessário: esperança e rebeldia nos trajetos de mulheres sem-terra no Ceará | Paula Godinho, Adeaide Gonçalves e Lourdes Vicente

Como mensurar o interesse e a utilidade de um livro? Não somente de um texto, de um relato ou de uma história, mas do todo que constitui o objeto? Um caminho certamente é pensar naquilo que tal encontro desperta nos sentidos e traz como potencial de transformação ou elaboração. No quanto está em sincronia com as questões do próprio tempo, mas vai além e, por vezes intuitivamente, destila o que permanece, oferece o que não se esvai. Ou mesmo se traz mais do que seria suposto, não apenas porque se renova a cada leitura, mas pelo intangível que não controla, nem prevê, mas no qual seu todo participa. Seja por que caminho for, essas são balizas que podem guiar a leitura de Entre o impossível e o necessário: esperança e rebeldia nos trajetos de mulheres sem-terra no Ceará, lançado pela editora Expressão Popular no denso e tenso ano de 2020.

Composto por estudos e relatos correlacionados, mas que mantém independência entre si, tem a qualidade de que cada parte é mais do que se propõe a ser. Isto é, não seria incorreto dizer que o livro se centra em 15 relatos vida de 16 mulheres sem terra do Estado do Ceará, Nordeste do Brasil, a partir de entrevistas realizadas pela antropóloga portuguesa Paula Godinho, autora da introdução e do epílogo. É também organizado pela historiadora brasileira Adelaide Gonçalves e a pedagoga Lourdes Vicente, ambas professoras e militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que também assinam o estudo “Essencial é a travessia”, como em Guimarães Rosa, à guisa de prefácio. Mas, depois de lido, dizer isso torna-se insuficiente ou inexato. Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v.13, n.24, 2021.

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Design para um mundo complexo | Rafael Denis Cardoso

Design para um mundo complexo (Ubu, 264p.), escrito por Rafael Cardoso Denis, reúne reflexões sobre o design na contemporaneidade relacionado com a dinâmica da sociedade, cultura, memória, patrimônio e meios de produção. Como fundamento teórico, o autor retoma as discussões do designer Papanek que, em seu livro, Design for the world (1971), polemizava sobre os conflitos entre a visão prática do design no período modernista e as demandas sociais daquela época. Há uma tentativa de Denis em romper com alguns mitos de origem da área, objetivando revelar a instabilidade entre as noções de forma, função e significado. O trabalho se estrutura em três capítulos principais, tendo como linha de abordagem tanto a atualização do pensamento de Papanek como a abertura crítica acerca da complexidade do exercício projetual.

A discussão inicia com uma problematização sobre a natureza dos artefatos, que são resultantes da interferência humana na matéria-prima. Costuma-se categorizar esses objetos como móveis e imóveis. Mas o fato de um objeto permanecer fixo num lugar seria garantia de sua imobilidade no tempo? Para aprofundar essa questão, toma-se como exemplo o monumento dos Arcos da Lapa, uma das mais conhecidas referências do patrimônio construído do Rio de Janeiro. Após 1740, ano de sua criação, a construção se submeteu a diferentes intervenções, e da proposta original de aqueduto passou a ser usado como viaduto, lugar de passagem do bondinho. Leia Mais

Usos do tempo, entre passado e porvir | Memória em Rede | 2021

El pasado es la única temporada que crece cada día. Desde el hoy solemos contemplarlo con un poco de angustia. Y nunca esta completo. La memoria se queda apenas con fragmentos, que no siempre son los más relevantes.

Mário Benedetti, Vivir adrede

Têm razão os cépticos quando afirmam que a história da humanidade é uma interminável sucessão de ocasiões perdidas. Felizmente, graças à inesgotável generosidade da imaginação, cá vamos suprimindo as faltas, preenchendo as lacunas o melhor que se pode, rompendo passagens em becos sem saída e que sem saída irão continuar, inventando chaves para abrir portas órfãs de fechadura ou que nunca a tiveram”

José Saramago, A viagem do Elefante

Neste dossiê interroga-se os usos do tempo no campo conturbado e confluente entre ciências sociais e humanas como a história, a antropologia, a arqueologia, a museologia, convocando igualmente a literatura e os estudos culturais. O objetivo central é uma abordagem dos usos do passado e da construção do futuro, que possa interrogar o crescendo dos estudos sobre a memória, o património e o anti-património, a relação com as fontes orais, os arquivos e os museus, ao mesmo tempo que se debate a teoria e os métodos, e se convocam saberes de fronteira de várias disciplinas. Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v.12, n.23, 2020.

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Cultura Material, Arqueologia e Patrimônio | Memória em Rede | 2020

Memória apresenta duas facetas, a individual e a social, interlaçadas, mas diferentes. Em termos individuais (ἴδιος = dele), ou próprios (αὐτός = auto, próprio) a cada um, a lembrança é algo efêmero, seletivo, sujeito a contingências biológicas, além das psicológicas. As enfermidades podem alterar ou mesmo impedir as lembranças, a mostrar a sua base na fisiologia cerebral. Além disso, as recordações estão sujeitas à seletividade psicológica, a impulsos ou afetos, no sentido proposto pelo filósofo Bento de Espinosa (1632-1677) (Ética, 3,3,3,), de modo que qualquer impressão do passado é sempre uma invenção no presente, em constante mutação. Invenção vem de “eu encontro” (inuenio), sempre experiência objetiva e subjetiva, daí descoberta/invenção, a cada momento. A cerimônia de casamento, a primeira experiência no mundo do trabalho ou na escola, são reinventadas, a depender da época e das circunstâncias.

A utilização do mesmo termo, memória, para referir-se à lembrança social parte de uma transposição metafórica do indivíduo para o coletivo (Halbwachs 1950). Convém refletir um pouco sobre o sentido mesmo da palavra: a raiz -men, mente, pensamento, desejo, remete à vontade e, daí, à mente. Lembrança e prazer, parceiros insuspeitos. Se não há memória biológica, à diferença daquela de um indivíduo, como ela se manifesta na sociedade? Outro conceito, desta vez do hebraico, talvez possa jogar luz sobre isso: Zikaron, dispositivo de memória (da mesma raiz de “zakhor” = lembrar), de , zécher = resto. Leia Mais

Espaços da Recordação: formas e transformações da memória cultural | Aleida Assmann

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Esta resenha versa sobre o livro Espaços da Recordação: formas e transformações da memória cultural, de Aleida Assmann. Lançado em 2011 pela Editora Unicamp, o livro é resultado do trabalho de um grupo de tradutores liderados por Paul Soethe, da Universidade Federal do Paraná, da versão original alemã Erinnerungsräume: formen und wandlungen des Kulturellen Gedächtnisses, publicada em 2006 pela editora Verlag em Munique. A autora e seu companheiro, Jan Assmann, figuram entre os autores mais influentes das últimas décadas nos estudos da memória. Será de grande utilidade, contudo, para o leitor, perceber que o surgimento da memória cultural enquanto conceito está alinhado a uma crescente corrente de estudos transdisciplinares sobre a memória. Ainda que possam haver origens ainda mais remotas, como Aristóteles (SANTOS, 2013) e Platão (A. ASSMANN, 2011), Maurice Halbwachs e Aby Warburg são frequentemente referenciados para definir o momento em que a compreensão da memória humana incorpora o aspecto social e coletivo (J. ASSMANN, 1995). O termo memória cultural, entretanto, foi cunhado por Aleida Assmann e Jan Assmann para designar a memória que permanece viva em uma sociedade a longo prazo e distingue-se da memória comunicativa, que abrange um intervalo de três gerações, e da memória política, perpetuada por meio de instituições (J. ASSMANN, 2010). Leia Mais

Festa, memória e patrimônio | Memória em Rede | 2020

O presente dossiê congregou pesquisadores de diferentes regiões do Brasil, de Portugal e da Galiza, Espanha, que trabalharam com as relações entre festas, patrimônio, história e memória a partir de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas, contribuindo para um número da Revista Memória em Rede que oferece um excelente aporte para os pesquisadores que se dedicam ao estudo desse tema. Antropólogos, geógrafos, historiadores, turismólogos, entre outros profissionais apresentaram trabalhos com estudos de caso que possibilitam pensar a refletir as diferentes dimensões, elementos, atividades e práticas que permeiam e compõem o universo de diferentes festividades (festas religiosas, festas populares, comemorações cívicas).

Os autores também exploraram seus objetos a partir de diferentes olhares, que estão relacionados com suas formações como pesquisadores, o que revela a importância de congregar estudos de diferentes áreas do conhecimento, pois as festas constituem um objeto de estudos interdisciplinar, que podem, e devem, ser pesquisadas levando em consideração esses diferentes olhares. Tanto uma festa religiosa, como uma festa em torno de um prato típico regional, ou mesmo uma festa popular como um carnaval, são objetos de estudo multifacetados, que devem ser entendidos a partir de sua historicidade (de suas transformações ao longo dos anos, da experiência temporal que os sujeitos envolvidos com esse atividade experimentam), de suas práticas e performances, de suas representações, de seus impactos econômicos e tensões políticas e sociais, dos imaginários gerados e da transmissão de saberes entre os participantes. Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v.12, n.22, 2020.

Festa, Memória e Patrimônio

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  • Eduardo Roberto Jordão Knack, Paula Godinho
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Noites Festivas de Junho: História e Representações do São João no Recife (1910-1970) | Mário Ribeiro Santos

Noites Festivas de Junho: História e Representações do São João no Recife (1910- 1970) é fruto da tese de doutorado apresentada em 2015, na Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) do Doutor Mário Ribeiro dos Santos. Em 2018, com apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (FUNCULTURA) foi publicado em formato de livro pela Editora da UFPE.

Ao realizar sua pesquisa voltada as festas das agremiações carnavalescas nas ruas de Recife durante sua dissertação, o autor identificou como o Estado atuava organizando tais festividades sobretudo ao instituir medidas normatizantes e punições. Entretanto, o mesmo não acontecia quando se observava as festividades juninas no mesmo período. Além dessa observação, dois outros detalhes ajudaram na construção do problema do livro. O primeiro foi a sua coordenação no projeto “Nos Arraiais da Memória: as quadrilhas juninas escrevem diferentes histórias” que foi financiada pela Fundação de Cultura da cidade de Recife e que tinha como premissa o registro das expressões culturais da quadrilha junina vivenciado na cidade, ao se utilizar da história oral e de documentação do Diário Oficial do Município (1970- 1980). A busca seria para encontrar registros e memórias que expressassem as relações sociais daquele período, e é neste momento que o autor descobre um contraste que coloca em pauta o silencio intelectual acerca da temática. O segundo detalhe foi um comercial veiculado pela Globo Nordeste em junho de 2013 que representavam os festejos de São João em diversos estados nordestinos. Leia Mais

História Oral e Patrimônio Cultural: potencialidades e transformações | Letícia B. Bauer e Viviane Trindade Borges

Quando ouvimos o patrimônio cultural, quais vozes são possíveis? As historiadoras Leticia Bauer e Viviane Trindade Borges, organizadoras desta publicação, contribuem nos debates recentes desenvolvidos no campo do patrimônio e da história oral no Brasil, com a seleção de diferentes percepções sobre o tema, ampliando as possibilidades teórico metodológicas de análise do patrimônio cultural a partir do trabalho com fontes orais, e das discussões sobre a história oral na problematização do patrimônio cultural. Este trabalho está inserido na coleção “História oral e dimensões do público”, da Editora Letra e Voz, que é dirigida por Juniele Rabêlo de Almeida, divulgando pesquisas voltadas para o uso das fontes orais e a relação com seus públicos, trazendo outras perspectivas sobre a história oral a partir de temas como migrações, mídia e os movimentos sociais.

Para além de ouvir a potencialidade das vozes nas narrativas sobre o patrimônio, as organizadoras buscam divulgar ações que possibilitem a transformação com a participação cidadã na construção de suas memórias. Esse intuito se relaciona com as trajetórias acadêmicas destas historiadoras, que privilegiaram em suas pesquisas e na sua atuação profissional as experiências com patrimônios não convencionais de maneira colaborativa, em consonância com as discussões desenvolvidas pela História Pública. Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v.11, n.21, 2019.

Viver o Patrimônio

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Viver o patrimônio  | Memória em Rede | 2019

Ao refletir sobre acrescente difusão e saturação de discursos da memória em nossa contemporaneidade, a historiadora Régine Robin (2016) questionou se haveria, de fato, alguma sociedade que estivesse “em paz” com o seu próprio passado, ou melhor, com os seus múltiplos e conflitantes passados. Para ela, uma dúvida paira no ar: “Onde encontrar uma sociedade que, consciente ou inconscientemente, não manipule, falsifique, reoriente, reconfigure seu passado, não oculte alguns de seus períodos?” (ROBIN, 2016, p. 169). O passado é, afinal, algo que nos toca de algum modo, pois nos comove e nos inspira a agir no presente. É, também, algo que desejamos tocar em seu lado de cá, em nosso presente, ao investir esforços para que os seus significados não se esvaneçam em silêncio ou em esquecimento e para que nunca se dê por encerrado o desafio de interpretá-lo e reinterpretá-lo. Se o passado é irreversível, pois é tempo que flui e nunca retrocede, suas interpretações são infindáveis, permanentemente abertas às possibilidades de um novo devir. O passado, por intermédio de seus vestígios que ainda perduram no seio de uma sociedade, é um recurso disputado em lutas contemporâneas, dentre as quais, lutas por um outro modo de viver o presente e de direcionar caminhos alternativos rumo ao futuro. Para além do fato bruto, lapidações do passado se dão em meio a concorrências memoriais e historiográficas, concorrências entremeadas por reivindicações individuais e coletivas pelos direitos de estabelecer laços de identificação e pertencimento e de exigir reconhecimento público das diferenças. Logo, ainda que se busque apaziguá-lo, o passado que nos toca e que tocamos, passado que se imiscui à vida, é um tempo agonístico. Leia Mais

Patrimônio Cultural da Saúde | Memória em Rede | 2019

Este dossiê temático pretende trazer para o debate a reflexão acerca da identificação de um patrimônio cultural relacionado à área da saúde, a partir de textos elaborados por pesquisadores brasileiros e portugueses especialmente convidados para a Revista Memória em Rede. Os artigos aqui publicados procuram revelar o próprio esforço de trabalhar o tema de forma interdisciplinar e em rede, reunindo historiadores, artistas visuais, arquitetos e urbanistas de diferentes cidades brasileiras, mas também da Capital portuguesa.

A própria definição de saúde vem se ampliando nas últimas décadas, a partir do entendimento de saúde como qualidade de vida, em que aspectos sócios-culturais têm papel substancial. Para a Organização Mundial de Saúde, saúde é “um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas ausência de doenças ou enfermidades” (DUHL & SANCHEZ, 1999: 7). Para essa organização o novo paradigma da saúde pública oscila entre o modelo médico, individual, e o modelo social que: “considera a saúde como um resultado das influências e dos efeitos provocados pelo status socioeconômico, pela cultura, condições ambientais, habitação, emprego e pela vida em comunidade” (IDEM). Leia Mais

Memória em Rede. Pelotas, v.11, n.20, 2019.

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  • Juliane Conceição Primon Serres, Renato da Gama-Rosa Costa
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Memória em Rede. Pelotas, v.1, n.1, 2009 / v.10, n.19, 2018.

Memória em Rede. Pelotas, v.10, n.19, 2018.

Memória em Rede. Pelotas, v.10, n.18, 2018.

Memória em Rede. Pelotas, v.9, n.17, 2017.

Memória em Rede. Pelotas, v.8, n.15, 2016.

Memória em Rede. Pelotas, v.8, n.14, 2016.

Memória em Rede. Pelotas, v.7, n.13, 2015.

Memória em Rede. Pelotas, v.7, n.12, 2015.

Memória em Rede. Pelotas, v.6, n.11, 2014.

Memória em Rede. Pelotas, v.6, n.10, 2014.

Memória em Rede. Pelotas, v.5, n.9, 2013.

Memória em Rede. Pelotas, v.5, n.8, 2013.

Memória em Rede. Pelotas, v.4, n.7, 2012.

Memória em Rede. Pelotas, v.4, n.6, 2012.

Memória em Rede. Pelotas, v.3, n.5, 2011.

Memória em Rede. Pelotas, v.3, n.4, 2011.

Memória em Rede. Pelotas, v.2, n.3, 2010.

Memória em Rede. Pelotas, v.2, n.2, 2010.

Memória em Rede. Pelotas, v.1, n.1, 2009.

Memória em Rede | UFPEL | 2009

Memoria em Rede 1

A revista Memória em Rede  (Pelotas, 2009-) é um periódico eletrônico [do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pelotas] que publica trabalhos inéditos, versando sobre os temas processos de patrimonialização, políticas públicas para o patrimônio, patrimônio material e imaterial, estudos em memória social, estudos sobre memória e identidade ou ainda tratem da organização de acervos, sua conservação e restauro, recuperação e acessibilidade para pesquisa e outros temas relacionados.

Acesso livre

Periodicidade semestral

ISSN: 2177 4120

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