Povos e culturas da região Amazônica: imigração, trabalho e luta | Outras Fronteiras | 2021

Itacoatiara AM Imagem Rede AmazonicaG1
Itacoatiara – AM | Imagem: Rede Amazônica/G1

O dom de despertar no passado as centelhas de esperança é privilégio exclusivo do historiador convencido de que também os mortos não estarão em segurança se o inimigo vencer. 2

O momento atual é crucial para aprofundar o conhecimento sobre a Amazônia e refletir acerca do seu processo histórico através das muitas concepções teóricas à disposição. Como pensála de outro modo em História? Dos estudos culturais com enfoque nos inúmeros povos, etnias e identidades ali engendradas, aos estudos sociais e econômicos que compreendem a expansão das frentes pioneiras, os processos migratórios, as formas de exploração sob a égide e inserção do capitalismo predatório e rudimentar, é preciso abarcar outras possibilidades. O presente e o futuro requerem para a Amazônia estudos históricos do tempo presente, da história do clima, da história ambiental…

A partir do golpe de 1964 no Brasil, a expansão da fronteira Amazônica se processou dentro de uma lógica singular mediada pelo Estado por meio da Doutrina de Segurança Nacional, onde o Poder Público se colocou como mediador dos interesses da grande empresa privada e do capital internacional, no intuito de promover um crescimento econômico rápido e a qualquer preço. De acordo com Berta Becker,3 para realizar seu projeto, o Estado impôs uma nova malha técnico-política que incorpora as tendências expansionistas e transformadoras já existentes nas sociedades próximas dos grandes centros políticos e econômicos na Amazônia, por meio das concepções ideológicas trazidas pelos milhares de migrantes que chegavam à região a partir dos projetos de colonização autoritários. Na fronteira, desenvolveu-se um jogo simbólico denso e dramático da nação com seus propósitos. É preciso compreender e conhecer objetivamente a fronteira para além das concepções ideológicas simplificadoras do processo autoritário de ocupação, que é incapaz de captar a magnitude e a complexidade em curso na sociedade brasileira. Mais que uma definição geográfica, a fronteira é uma categoria histórica. De acordo com José de Souza Martins, a história contemporânea da fronteira no Brasil é marcada pelas lutas étnicas e sociais. Neste sentido, a Fronteira é eminentemente o lugar da alteridade. É o local de descoberta do outro e do desencontro. Desencontro de povos que vivem em regimes de temporalidade diferentes.4 Leia Mais

Tempo. Niterói, v. 28, n.1, 2022.

TEMPO3
  • Cartas ao Pará: vida privada, cotidiano e política na correspondência pessoal do negociante Antônio José de Miranda (Portugal, 1828-1831) Artigo
  • Gonçalves, Andréa Lisly
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
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  • Comemorar o centenário da Revolução de 1817: o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e a republicanização da memória nacional Artigo
  • Costa, Bruno Balbino Aires da
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
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  • “Quatro dias em setembro”: o sequestro do embaixador Charles Burke Elbrick e as negociações entre Brasil e Estados Unidos Artigo
  • Resende, Pâmela de Almeida
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
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  • Monumento às Bandeiras: processo de construção e ressignificação simbólica Artigo
  • Coelho, George Leonardo Seabra
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • No rastro do Museu do Carnaval Tia Dodô da Portela: por uma proposta decolonial Artigo
  • Almeida, Angélica Ferrarez de
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • A Polícia Federal no processo de transição: o desafio da Justiça de Transição e da superação dos valores autoritários, analisados a partir da gestão do delegado Romeu Tuma Artigo
  • Brandão, Priscila
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • A visita de quatro escritores brasileiros aos Estados Unidos em tempos de guerra (1941-1946) Artigo
  • Morinaka, Eliza Mitiyo
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
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  • A história ambiental do capitalismo no mundo colonial, séc. XV ao XIX Dossiê
  • Marques, LeonardoRocha, Gabriel de Avilez
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
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  • Lançando a rede: início da atividade pesqueira no Atlântico e expansão colonial, séculos XV-XVI Dossiê – A História Ambiental Do Capitalismo No Mundo Colonial, Séc. Xv-Xix
  • Bouchard, Jack
  • Resumo: EN PT
  • Texto: EN
  • PDF: EN
  • A formação e consolidação de um grupo de produtores de açúcar da nobreza da terra. Capitania de Pernambuco, séculos XVI-XVIII Dossiê – A História Ambiental Do Capitalismo No Mundo Colonial, Séc. Xv-Xix
  • Morais, Ana Lunara da Silva
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • Capitalismo e natureza no Brasil colonial: a pecuária bovina no Ceará e a continentalidade do jogo das trocas (ca. 1680-1750) Dossiê – A História Ambiental Do Capitalismo No Mundo Colonial, Séc. Xv-Xix
  • Oliveira, Tiago Kramer deOliveira, Antonio José Alves de
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • Fronteiras oceânicas: baleação e ambiente marinho na era do capitalismo industrial, 1740-1850 Dossiê – A História Ambiental Do Capitalismo No Mundo Colonial, Séc. Xv-Xix
  • Castellucci Junior, Wellington
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT
  • Colonialismo e espoliação em Wallmapu, sul do Chile: expansão territorial e capitalismo na segunda metade do século XIX Dossiê – A História Ambiental Do Capitalismo No Mundo Colonial, Séc. Xv-Xix
  • Escalona-Ulloa, MiguelOlea-Peñaloza, Jorge
  • Resumo: ES PT
  • Texto: ES
  • PDF: ES
  • Mapeamento e relações interétnicas na formação das fronteiras Resenha
  • Moura, Denise A. S. de
  • Resumo: EN PT
  • Texto: PT
  • PDF: PT

 

Where caciques and mapmakers met: border making in eighteenth-century South America | Jeffrey Alan Erbig Júnior

John Fea Lucy Barnhouse e Jeffrey Alan Erbig Junior Imagem Current
John Fea,  Lucy Barnhouse e Jeffrey Alan Erbig Júnior | Imagem: Current

Bons livros, nas ciências humanas ou na literatura, são aqueles que fisgam o leitor com personagens ou situações paradoxais. Assim faz Where caciques and mapmakers met: border making in eighteenth-century South America. Em cinco capítulos originados de um périplo de dez anos de pesquisas por 27 arquivos e sete países, Jeffrey Erbig Jr. mostra como o processo de territorialização dos Estados ibéricos na fronteira luso-platina da América ocorreu em estreita dependência e subordinação às relações e permissões dos grupos indígenas locais autônomos.

Where caciques and mapmakers metNos últimos vinte anos várias têm sido as contribuições para a discussão de processos como esse (Guy, Sheridan, 1998Adelman, Aron; 1999Gil, 2007Garcia, 2007Herzog, 2015Prado, 2009Lennox, 2017) e o livro de Erbig Jr., atualmente professor no Departamento de Estudos Latinos e Latino-americanos da Universidade da Califórnia,1 soma novos inquéritos e respostas a essa literatura. Leia Mais

A história ambiental do capitalismo no mundo colonial, séc. XV-XIX | Tempo | 2022

Colonizacao extinguiu metade das cobras e lagartos de arquipelago no Caribe Jose Francisco Dos Santos EyeEmGetty Images
Colonização extinguiu metade das cobras e lagartos de arquipélago no Caribe | Jose Francisco Dos Santos / EyeEm/Getty Images

História ambiental

Um espectro ronda a formação da história ambiental como campo disciplinar: o espectro da crise ecológica planetária. Ao longo de um pós-guerra marcado pela crescente hegemonia do capital financeiro ocidental, a intensificação de processos de extração e industrialização e o aumento exponencial da população mundial, certos movimentos sociais de cunho “ambientalista” se consolidaram com base em grupos da classe média e alta em países industrializados norte-americanos e europeus. Porta-vozes, polemistas e manifestantes ambientalistas no pós-guerra conscientizaram seus públicos sobre questões de biodiversidade e sustentabilidade, pressionando a elite político-administrativa de vários órgãos governamentais a legislar e estabelecer ordens regulatórias voltadas à “proteção ambiental”, como foi o caso nos Estados Unidos. Com exceção dos movimentos mais diversos e radicais de Environmental Justice (cf. Pellow, 2017), inicialmente as manifestações principais do movimento ambientalista norte-americano, tendo em conta obras de referência como as de Rachel Carson e Garrett Hardin, articulavam seus objetivos dentro das estruturas do Estado-nação. Com frequência, medidas rumo à sustentabilidade ecológica foram imaginadas tanto por ambientalistas quanto por governantes como formas de remediar danos perpetrados por coletivos humanos nem sempre claramente definidos, reconhecidos, porém, como ameaças à viabilidade de conglomerações não humanas imaginadas como “natureza”, separadas ontologicamente da esfera humana. Tais ameaças à ordem ecológica eram vistas – e continuam sendo vistas – em múltiplas escalas temporais e cronológicas: o choque de um cataclismo nuclear, o desgaste nocivo da poluição agroindustrial, a extração desinibida de recursos naturais precipitando extinções de espécies diversas, o esgotamento de recursos naturais necessários para o sustento da vida no planeta. Ao movimento ambientalista do pós-guerra, por fim, não faltavam narrativas de declínio ou apocalipse planetário; faltavam historiadores. Não foi por acaso, portanto, que o campo conhecido como história ambiental se cristalizou na historiografia internacional ao longo das últimas décadas do século XX. Leia Mais

Maconha: os diversos aspectos, da história ao uso | Luciana Saddi e Maria de Lurdes de Souza Zemel

Maconha Foto Gustavo Carneiro
Maconha | Foto: Gustavo Carneiro/Grupo Folha

A obra “Maconha: os diversos aspectos, da história ao uso” (2021) é uma coletânea composta por 14 textos de divulgação científica, organizados por Luciana Saddi e Maria de Lourdes S. Zemel, ambas psicólogas com experiência no estudo da relação entre família e abuso de drogas, dentre elas, o alcoolismo. Diferente de seu predecessor (Fumo Negro: a criminalização da maconha no pós-abolição), “Maconha: os diversos aspectos, da história ao uso” chega em um momento social e histórico marcado por diversos processos de flexibilização dessa substância em todo continente americano, assim como pela adesão de parte da sociedade civil brasileira a esse debate. Essa mudança de conjuntura amplifica o seu potencial como objeto de informação a ser agregado a essas discussões.

Na condição de historiador, abordamos a obra a partir de dois aspectos que estão diretamente associados ao tema: a ousadia na escolha do tema, sua abrangência e direcionamento a um público não especializado, e a relação que o conjunto de textos constrói com a historicidade do tema. Também registramos o impacto das teses do livro. Embora não exista um momento de síntese, ponto negativo da obra, é possível concluir que o objeto não é a planta ou substância designada “maconha”, mas as formas com as quais nos relacionamos com ela (de ordem pessoal, familiar, comunitária ou institucional). Cabe apontar que determinados modos de lidar não são as melhores alternativas. Elas devem ser revisadas, principalmente as que retiram a autonomia dos indivíduos no tratar com essas substâncias, como é o caso da política de guerra às drogas, pouco eficiente e baseada em lógica coercitiva. Outra conclusão possível é a de que a comunicação e a informação se configuram como as melhores saídas para lidar com os problemas de abuso, implicando, inclusive, em questões-chave como a prevenção e a redução de danos.

A obra quer compartilhar informações científicas para além da bolha acadêmica. Nesse sentido, foi composto por textos objetivos com linguagem de fácil compreensão, educando por meio de conhecimento racionalmente constituído, orientando novas práticas sociais frente à maconha. Seus textos podem ser classificados em dois grupos. O primeiro toma como centralidade as relações que se desenvolvem entre os usuários e as suas comunidades de pertencimento, demonstrando os estigmas normalmente mobilizados  e as suas consequências. Assim é escrito o texto “As famílias e o uso de maconha”, de Silva Brasiliano. A autora propõe uma série de novas formas de agir que colocam o indivíduo e a sua subjetividade como alvo das comunicações, a fim de amplificar o diálogo entre os pais e seus filhos, evitando a sua marginalização a partir do lar. Não se trata de achar culpados, mas de estabelecer uma lógica de cuidados a partir do núcleo familiar.

Em “O uso da maconha por adolescentes: entre prazeres e riscos, 1o barato que sai caro!'”, Maria Fátima Olivier Sudbrack observa as relações estabelecidas entre os adolescentes e os grupos  integrados por eles como forma de compreender quadros de abuso de substâncias. A autora chama atenção para a necessidade voltar o olhar para os motivadores desse contato e de seus possíveis abusos, partindo de questões como a produção do desejo em torno da maconha, assim como necessidades de alívio rápido, característicos das estruturas do Capitalismo. A autora afirma que essas questões devem ser tratadas pelo viés da educação, a fim de constituir autonomia, levando aquele que faz uso a se posicionar frente aos seus comportamentos, e não pela via da criminalização. Leia Mais

Esclavitud: una historia de la humanidade | M. Zeuske

Na historiografia sobre os mundos do trabalho está cada vez mais evidente a necessidade de discutir alguns limites dos conceitos relacionados a “trabalho livre” e “escravidão” em perspectiva global e local. As temporalidades históricas dessas relações de trabalho também constituem elementos condicionantes do debate. Michael Zeuske, professor de História Ibérica e Latino-Americana na Universidade de Colônia (Alemanha), em estudo ambicioso e instigante, traz importantes contribuições para arejar essa contenda. Nos seis capítulos de Esclavitud: una historia de la humanidad (2018) – tradução espanhola do original em alemão publicado no mesmo ano –, o historiador, apoiado em sólida pesquisa documental e bibliográfica, parte da premissa de que a história da escravidão se confunde com a história da humanidade e lança luz sobre alguns silêncios historiográficos, em busca de uma abordagem mais integradora da História, condição essencial para desenvolver sua hipótese de trabalho.

Zeuske observa a coexistência de vários tipos de relações laborais no marco do desenvolvimento capitalista, e mesmo antes, chamando a atenção para a centralidade de diversos mecanismos de coerção extraeconômica no momento de recrutar e fixar a mão de obra em diferentes épocas e contextos históricos. Sua abrangente definição “histórico-antropológica” da escravidão – “a disponibilidade sobre corpos humanos baseada em uma violência real exercida sobre esses mesmos corpos e a degradação do status” – e dos escravos “como capital de corpos humanos” (p. 36) – ultrapassa as dimensões jurídicas vinculadas ao direito romano e tenta englobar todas as modalidades em que a apropriação e o recrutamento de força de trabalho se realizam através da violência e da coerção direta. Aponta ainda os quatro motivos principais de escravidão: autoescravização ou entrega (a princípio ligadas ao endividamento), guerra, comércio e nascimento como pessoa escravizada. Leia Mais

Escravidão e liberdade no Brasil independente | Revista Transversos | 2022

O ano de 2022 é marcado pelas celebrações dos centenários de importantes eventos da História do Brasil, entre eles os 200 anos da Independência política e os 100 anos da Semana de Arte moderna. O mote dos centenários também deve ser usado para celebrar a vida de duas personalidades negras da nossa cultura: os 100 anos da sambista Dona Ivone Lara e os de morte do escritor Lima Barreto. Essas últimas efemérides nos remete a uma população negra pouco valorizada nas celebrações dos grandes eventos, um reflexo do último século da história do Brasil. Um país recém saído da escravidão e que procurava construir uma identidade que não poderia ser remetida a um passado, colonial e escravista. Em 1822 a independência ocorreu sem abalar a estrutura escravista e nem questionar o lugar social e político de homens e mulheres, negros e pobres. Em 1922, ao rememorar essa independência, a República reproduziu o esquecimento, e não lembrou dos egressos da escravidão e seus descendentes, que ocupavam as ruas das cidades brasileiras trabalhando e tentando sobreviver cultural e politicamente no regime republicano, apesar das crônicas de Barreto que alertavam para a crescente desigualdade social e a falta de oportunidades para homens como ele, negro e da periferia da República. Em 2022 é preciso lembrar e discutir o passado em dois tempos, o da independência e durante o Império, e o da República, que celebrou os cem anos da independência no pós-abolição.

Ao pensarmos nos diferentes tipos de eventos que ocorreriam em 2022 para celebrar o bicentenário da independência, achamos importante organizar um dossiê que desse espaço para a publicação de pesquisas que pensem a escravidão e o pós-abolição, temas distantes dos eventos oficiais organizados por instituições públicas e pelo governo federal. Diante disso, esse dossiê representa um esforço em pensar o pós-abolição articulado aos 100 anos da independência, e o passado escravista, principalmente sob o viés da luta de homens e mulheres escravizados. Temáticas fundamentais para compreender a história do Brasil e suas conexões. Se a liberdade e a independência que se celebravam em 1922 não os mencionam, ao mesmo tempo eles propunham outras formas de celebrar a vida, seja na cultura com o nascimento do samba, seja por meio da história e da literatura, dentre outras maneiras. Nesse sentido, os artigos publicados nos fornecem elementos para perceber, nuances de um pano de fundo no qual foi assentada a independência do Brasil, onde esses sujeitos emergem percorrendo caminhos áridos em busca de sua cidadania. Entre as questões trazidas pelos pesquisadores talvez uma ganhe maior destaque – as limitações da liberdade – e as estratégias legais e políticas para guiar os destinos dos ex-cativos diante das transformações e rumos políticos que a sociedade brasileira buscou seguir frente à independência. Leia Mais

Revista TransVersos. Rio de Janeiro, n.24, 2022.

ESCRAVIDÃO E LIBERDADE NO BRASIL INDEPENDENTE

EXPEDIENTE

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APRESENTAÇÃO

ARTIGOS LIVRES

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.12, 16 mar. 2022.

1o de marco Estatua de cera do presidente russo Vladimir Putin sendo embalada em uma caixa antes de ser armazenada no museu Grevin em Paris Arte sobre Foto de Julien de RosaAFP
1º de março - Estátua de cera do presidente russo Vladimir Putin sendo embalada em uma caixa antes de ser armazenada no museu Grévin, em Paris | Arte sobre Foto de Julien de Rosa/AFP

 

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.12, 16 mar. 2022. ISSN 2764-0302

Colegas,

No mês de fevereiro, colhemos dossiês sobre negacionismos, história da historiografia, autoria e autoridade na escrita da História e feminismos na literatura.

Das novas aquisições, destacamos a incorporação de periódicos especializados em História da Arte e História Agrária e de uma revista discente voltada à pesquisa histórica.

As resenhas ainda estão em período de entressafra, comum nos meses de janeiro e fevereiro. Nesta edição, contabilizamos nove textos que exploram ditadura militar, histórias do trabalho, da Arquitetura, do Meio Ambiente, dos imigrantes italianos e dos apagadores de incêndio da cidade de Natal. As resenhas também avaliam manuais para a construção de autobiografias e um livro infantil ilustrado, onde Emicida conta histórias do medo.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

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Resenhas


Dossiês


Sumários


Periódicos recentemente incorporados ao acervo


Conheça a totalidade do acervo

Para adequado uso do espaço na página inicial deste blog, destacamos apenas algumas resenhas, dossiês, sumários e apresentações de periódicos recentemente incorporados ao acervo em cada edição mensal do Resenha Crítica.

A quantidade de textos, porém, se altera à medida que incorporamos novos periódicos, retroativamente, aos nossos bancos de dados.

Para conhecer a totalidade das aquisições de resenhas, apresentações de dossiês e sumários, publicados originalmente no período 1839-2021, utilize os filtros da barra lateral.

 


Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.12, 16 mar. 2022.

ISSN: 2764-0302

Resenha Crítica CAPA v2 n12

Political Thought in the French Wars of Religion | Sophie Nicholls

Sophie Nicholls Imagem University of
Sophie Nicholls | Imagem: University of Oxford

The book series ‘Ideas in Context’, published by Cambridge University Press since 1984, has played a major role in establishing the history of political thought as a prominent field of research and debate. Although the series’ roots lie in the so-called Cambridge school of intellectual history associated with J.G.A. Pocock, Quentin Skinner, and others, its volumes have always set out to break down any ‘artificial distinctions between the history of philosophy, of the various sciences, of society and politics, and of literature’.(1)  It is perhaps surprising that until now no volumes in the series have focused on the political thought of the French Wars of Religion (c.1562-c.1598), a period known not only for confessional violence, dynastic crisis, and social rupture, but also for major controversies over questions of authority and resistance, liberty and rights, and other issues that are crucial to the study of early modern political thought.(2)  Nevertheless, path-breaking studies of the political thought of Jean Bodin, François Hotman, and key figures in sixteenth-century French intellectual history published with Cambridge University Press by Julian Franklin, Ralph Giesey, and J.H. Salmon all preceded the series and perhaps helped to establish its terms.(3)

Political Thought in the french Wars of religionThirty-seven years after the ‘Ideas in Context’ series was founded, these important new books by Emma Claussen and Sophie Nicholls both advance the series in new directions and bring it back to its roots in the intellectual history of sixteenth-century France. Their complementary approaches engage closely with established interpretations in the field, but also overcome them by offering new readings of key texts and alternative ways to interpret them, breaking down disciplinary distinctions between the history of literature, philosophy, and politics. Claussen’s eloquent and innovative book explores the uses and ambiguities of the term politique throughout the Wars of Religion, and gives a new history of this keyword that traces its movement from a disciplinary descriptor of political science in the 1560s and 1570s to a polemical weapon of partisan abuse. Leia Mais

Estudos sobre a personalidade autoritária | Theodor W. Adorno

Theodor W. Adorno Imagem DW
Theodor W. Adorno | Imagem: DW

A ascensão de movimentos de extrema-direita antidemocráticos pelo mundo trouxe consigo a edição e reedição de diversos livros sobre autoritarismo. Entre esses, o clássico de Theodor W. Adorno em conjunto com outros pesquisadores, Estudos sobre a personalidade autoritária, traduzido competentemente pela primeira vez para o português em edição da Editora UNESP. Apesar de seus mais de 50 anos, a edição em português veio em boa hora: o livro é peça essencial para se compreender fenômenos que não morreram em 1945, como o fascismo e o antissemitismo. Não sem motivo foi tema de mais de “2 mil estudos sobre autoritarismo entre os anos de 1950 e 1990”1.

Estudos sobre a personalidade autoritariaUm projeto que teve início ainda durante a Guerra, com um grupo em grande parte composto por exilados, Personalidade autoritária se baseia em duas premissas básicas: o fascismo não é exclusivo da Alemanha e existem aspectos sociais e psicológicos que favorecem sua ascensão. Para realizar isso, mescla vários campos do saber. Da mesma forma que o próprio Adorno o era, este livro trafega na interdisciplinaridade, de uma forma que seu conteúdo é útil e recomendável a qualquer pesquisador interessado no pensamento da direita/extrema-direita, seja um psicanalista, um cientista político, um sociólogo, entre outros. Leia Mais

Humanidades digitais pós-coloniais/decoloniais e o ensino de história | CLIO – Revista de Pesquisa Histórica | 2022

Humanidades digitales Imagem Projects Grinugr
Humanidades digitales  | Imagem: Projects Grinugr

O presente dossiê teve como propósito disseminar diferentes experiências, práticas e abordagens sobre o Ensino de História em suas relações com as Humanidades Digitais. Uma busca nas principais plataformas permite concluir que esta última expressão tem ganhado espaço nos debates do campo nos últimos anos, conquanto outras opções terminológicas (TIC’s, TDIC’s, NTE, ODA’s, História Digital etc.) por vezes ocultem produtivos diálogos ou até mesmo propostas que se dirigem para direções opostas.

Dito isso, vale alertar que, ao optar por este ou aquele em suas reflexões, os(as) autores(as) nem sempre conferem a historicidade do termo, o que formataria uma crítica de seus propósitos de criação e uso. Consequentemente, iniciativas ingênuas e bem intencionadas podem ser usadas (e não raro são) em projetos educacionais e/ou políticos que se afastam das intenções originais de seus criadores i. Leia Mais

CLIO – Revista de Pesquisa Histórica. Recife, v.40, n.1, jan./jun. 2022.

Clio Revista de Pesquisa Historica

Jan-Jun. Dossiê: Humanidades digitais pós-coloniais/decoloniais e o ensino de história

Apresentação

  • Apresentação
  • Aline Benvegnú dos Santos, Carlos Eduardo da Costa Campos, Renan Marques Birro
  • PDF

Dossiê

Artigos Livres

Resenhas

Sobre a Revista

¡Presente! la política de la presencia | Diana Taylor

Enquanto caminha pelo tempo e pelo espaço com, para e entre artistas e ativistas políticos do continente americano, Diana Taylor narra suas experiências e nos desafia a pensar como estar ¡presentes! em um mundo saturado de impossibilidades. Em ¡Presente! la política de la presencia (2020), a autora enfatiza a importância do posicionamento político e ético diante da questão “o que posso fazer quando não há nada o que fazer e o fazer nada não é uma opção?”. Analisando criticamente o seu posicionamento frente as cercas, em cima das cercas, ao transpassar as cercas e ao tentar derrubar as cercas que nos separam, ela expõe as narrativas de suas vivências, sentidos e afetos diante das performances experimentadas.

O projeto, concebido simultaneamente em espanhol e em inglês, foi lançado originalmente pela Duke University Press em agosto de 2020, e em dezembro do mesmo ano pela Ediciones Universidad Alberto Hurtado, versão traduzida pela historiadora australiana Ana Stervenson. O ¡presente! como tema central é abordado como algo que está para além da presença em si, e a palavra/ato segue a grafia em espanhol também na edição inglesa, na tentativa de enfatizar a sua potência pelos dois pontos de exclamação que a acompanha. Leia Mais

Ensino de História: tempos de crise, resistências e utopia | História Hoje | 2022

Serie Revolta dos Males de Belisario Franca e Jeferson De Imagem GirosSESC TV
Série “Revolta dos Malês”, de Belisario Franca e Jeferson De | Imagem: Giros/SESC TV

O Ensino de História, seja associado ao trabalho e ao cotidiano docente no chão da escola ou entendido como campo de pesquisas e investigações situado na interface com a educação e a história produzidas na Universidade, vem sendo atravessado, ao longo dos anos, por reflexões sobre crises que impactam sujeitos, práticas, saberes e culturas. Crises que provocam resistências, conflitos, confrontos, assim como alimentam sonhos e utopias. Neste dossiê temático, propomos abordar o Ensino de História a partir dessa perspectiva, reunindo resultados de pesquisas que refletiram a partir desse enfoque e que contemplaram a crise em seus mais variados aspectos: histórias do Ensino de História, formação de professores, materiais didáticos, memórias docentes e discentes; bem como as resistências de todos os tipos, tais como os questionamentos aos modelos curriculares, relações acadêmicas que geram narrativas uniformes, materiais didáticos com propostas restritas, cerceamento ao trabalho docente e perseguição a professores. Em todos há uma preocupação em inscrever a reflexão no tempo presente, que, em função da pandemia da Covid-19 e da crise da democracia brasileira, instaurou novos arranjos nos processos de ensino-aprendizagem de História. Leia Mais

História Hoje. São Paulo, v.11, n.22, 2022.

Historia Hoje1

Janeiro-Junho

DOI: https://doi.org/10.20949/rhhj.v11i22

Sumário

Editorial

Dossiê

Artigos

Entrevista

E-Storia

História Hoje na sala de aula

 

 

História, Ciências, Saúde-Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 29, n.1, 2022.

Historia Ciencia Saude1

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.11, 07 fev. 2022.

Subvariante da Omicron
Amostras de exame com as confirmação de subvariante da Ômicron | Foto: Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas / Uol Notícias
Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.11, 07 fev. 2022. ISSN 2764-0302

Colegas,

No mês de janeiro, coletamos dossiês sobre história da doença e da saúde, com destaque para as consequências da Pandemia para as economias e sociedades da América Latina.

As resenhas passam por uma espécie de entressafra, comum nos meses de janeiro e fevereiro, contabilizando pouco mais de uma dezena.

A aquisição de novos acervos de periódicos, por outro lado, não diminui. Nos últimos trinta dias, incorporamos ao nosso blog: duas revistas sobre Ensino de Geografia, uma especializada em Estudos da Morte e do Morrer e três revistas dedicadas, respectivamente, à História Social, Biografias e Autobiografias e Estudos sobre o Mundo Antigo.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

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A quantidade de textos, porém, se altera à medida que incorporamos novos periódicos, retroativamente, aos nossos bancos de dados.

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Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.11, 7 fev. 2022.

ISSN: 2764-0302

RC - CAPA DE RC

Boletim do Tempo Presente. Recife, v.11, n.05, 2022.

Boletim do Tempo Presente2

Artigos

Resenhas

Publicado: 2022-06-18

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.10, 10 jan. 2022.

Apresentacao de Declaracao de Vacinacao Atualizada sera obrigatoria

Apresentação de Declaração de Vacinação Atualizada será obrigatória em escolas municipais | Imagem: Cidade de São Paulo - Educação, 2021

 

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.10, 10 jan. 2022. ISSN 2764-0302

Colegas,

O novo ano chegou com os mesmos problemas de 2021. Mais que nunca, é necessário estudar e valorizar o conhecimento racional.

Nesta edição, fomos beneficiados com a atualização da maior quantidade de periódicos do ano. Foram quase três dezenas que conseguimos capturar, até 09 de janeiro. Isso nos fez demorar um pouco mais no processamento do material.

Finalmente, estão disponíveis 29 resenhas, 25 dossiês, 25 sumários e mais 08 periódicos, recentemente incorporados ao nosso acervo.

A estatística sobre o movimento trienal do primeiro conjunto de periódicos nacionais focados em um mesmo domínio (a História), ficará para a edição de 04 de fevereiro.

Boa leitura e saúde para todos nós

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

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Periódicos recentemente incorporados ao acervo


Conheça a totalidade do acervo

Para adequado uso do espaço na página inicial deste blog, destacamos apenas algumas resenhas, dossiês, sumários e apresentações de periódicos recentemente incorporados ao acervo em cada edição mensal do Resenha Crítica.

A quantidade de textos, porém, se altera à medida que incorporamos novos periódicos, retroativamente, aos nossos bancos de dados.

Para conhecer a totalidade das aquisições de resenhas, apresentações de dossiês e sumários, publicados originalmente no período 1839-2021, utilize os filtros da barra lateral.

 


Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.2, n.10, 10 jan. 2022.

ISSN: 2764-0302

 

Resenha Crítica CAPA v1 n9 dez 2021

História (São Paulo). Assis/Franca, v.41, 2022.

Historia UNESP 2

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.9, 01 dez. 2021.

Bolsonaro Enem
"Bolsonaro: Enem não mede conhecimento e prova é utilizada para ativismo". Correio Brasiliense, 17/11/2021 | Foto: Alan Santos / PR / CP

 

Colegas,

Nesta última edição do ano, anunciamos a finalização do inventário da primeira área coberta pelo nosso blog: História. São 184 títulos nacionais, disponibilizados pela rede mundial de computadores. Nesse acervo, há material mais que suficiente para combater os interesses escusos do governo fascista de Jair Bolsonaro e as suas duas últimas medidas obscurantistas: interferir na prova do Exame Nacional do Ensino Médio e na gestão do Arquivo Nacional.

No próximo número, apresentaremos também um balanço dessas revistas em termos de números publicados, quantidade de resenhas e de dossiês de artigos, além dos destaques como os livros mais resenhados e os resenhistas e autores mais produtivos no triênio 2019/2020/2021. A segunda área a ser finalizada será a de Arqueologia, que também ganhará idêntico balanço em um número próximo.

Nesta edição, anunciamos também que ultrapassamos em novembro marca dos 4.000 livros com resenhas republicadas neste blog. Além disso,  incorporamos: duas revistas nacionais de Arqueologia e Antropologia - Arqueologia e Habitus, uma de Museologia - Museologia & Interdisciplinaridade - uma revista uruguaia de História - Estudios Históricos -, uma chilena, de Educação, Literatura, Trabalho Social e Estudos Patrimoniais - Sophia Austral - e duas brasileiras: Caliandra - Revista de História da Anpuh-GO, e Crítica Historiográfica, a primeira revista brasileira especializada em resenhas da área de História.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

(*) Para receber a listagem de todas as nossas publicações, mensalmente e sem custos, faça o seu cadastro aqui.

 


Resenhas


Dossiês


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Periódicos recentemente incorporados ao acervo


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A quantidade de textos, porém, se altera à medida que incorporamos novos periódicos, retroativamente, aos nossos bancos de dados.

Para conhecer a totalidade das aquisições de resenhas, apresentações de dossiês e sumários, publicados originalmente no período 1839-2021, utilize os filtros da barra lateral.

 


Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.9, 01 dez. 2021.

ISSN: 2764-0302

Capa desta edição

RC CAPA DE RC v1n1dez2021

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.8, 04 nov. 2021.

Bandeira Utopia Reacionária
[Bandeira da utopia reacionária do governo Bolsonaro] | Imagem e texto: Insight Inteligência

Colegas,

Apresentamos a oitava edição do informativo Resenha Crítica, em meio ao recrudescimento das direitas reacionárias. Esse é mais um motivo para buscarmos informação atual e especializada.

Entre as resenhas publicadas no mês de outubro, as pautas de identidade de gênero e raça, filosofias da diferença e o desencantamento capitalista dão tom. As resenhas também tratam de livros sobre política externa brasileira, museus e migrações, confiança na distribuição de justiça e do mito da beleza feminina.

Entre os dossiês, sugerimos, principalmente, a leitura de "Moralidades: norma e transgressão no Brasil contemporâneo", da revista Aedos, "discursos Humorísticos e identidade de gênero", dos Cadernos Pagu, e das relações entre "Filosofia e Neurociências", publicado pela Revista Conjectura.

Neste número, também noticiamos a incorporação de três novos periódicos ao acervo: a revista chilena Tiempo Histórico e as brasileiras Hawó, da Universidade Federal de Goiás, e LaborHistórico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Saúde e trabalho para todos nós!

 

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

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Resenhas


Dossiês

Sumários

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Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.8, 04 nov. 2021.

ISSN: 2764-0302

Capa desta edição

RC CAPA DE RC v1n8nov2021

 

Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.7, 06 out. 2021.

BR 315 Km 315 Floresta PE Foto IF
BR 315, Km 315, Floresta-PE | Foto: IF

Colegas,

Chegamos à sétima edição* do informativo Resenha Crítica, comemorando o arrefecimento da pandemia de Covid-19 e o fracasso do autogolpe de Estado anunciado pelos ultraconservadores para as comemorações do dia da Independência do Brasil.

No mês de setembro, vivemos a entressafra de publicações em revista. Os poucos dossiês em circulação destacam o ataque terrorista às Torres gêmeas no 11 de Setembro de 2001, a força das direitas e as consequências Pandemia.

Entre as resenhas, sugerimos atenção aos trabalhos sobre fascismo e cinema, marxismo, esquerda e política no Brasil e história das ciências, focada na experiência de geógrafos.

No mesmo período, incorporamos 5 periódicos dos domínios da História e da Educação (incluindo dois títulos publicados no Chile) e divulgamos os sumários de 11 revistas. Isso significa que os índices de objetos de dossiê e de  objetos de resenha estão um pouco mais ricos. Fiquem à vontade para consultá-los.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

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Resenhas


Dossiês

Revisitações à obra de Rosa Virgínia Mattos e Silva | LaborHistórico | 2021


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Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.6, 01 set. 2021.

Orla Por do Sol Mosqueiro SE
Orla Pôr do Sol | Mosqueiro/Aracaju – SE

Colegas,

Chegamos à sexta edição* do informativo Resenha Crítica, comemorando o arrefecimento da pandemia de Covid-19 em vários estados brasileiros. Em contrapartida, iniciamos o mês de setembro apreensivos com os ataques ao Estado democrático de direito, anunciados pelos ultraconservadores para as comemorações do dia da Independência.

Também por esse contexto, destacamos a leitura da resenha do Capital e Ideologia, de Thomas Piketty, escrita por Leonardo Weller e publicada na Revista de Economia Política e História Econômica.

Entre os dossiês de artigo, sugerimos a leitura das exposições sobre a relação “Pensamento decolonial” e “Ensino de História” e as inquietações a respeito do estatuto disciplinar da História, escritos, respectivamente, por Elison Paim, Helena Maria M. Araújo (Revista Intellèctus), Lidiane Rodrigues, María Inés Mudrovcic e Alexandre Avelar (Revista História e Historiografia).

Nesse período de 01 a 31 de agosto, nosso acervo se ampliou nos dois suportes principais. Hoje, totalizamos 3.731 resenhas, 2.318 apresentações de dossiês.

No mesmo período, incorporamos 15 periódicos, incluindo uma coleção de revistas focadas em Educação a Distância, e divulgamos os sumários de 16 títulos. Isso significa que os índices de objetos de dossiê e de  objetos de resenha estão um pouco mais ricos. Fiquem à vontade para consultá-los.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)

 

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Resenha Crítica. Aracaju & Crato, v.1, n.6, 01 set. 2021.

ISSN: 2764-0302

Resenha Crítica, Aracaju & Crato, n.5, 1 ago., 2021.

Largo da Gente Sergipana2
Largo da Gente Sergipana, 2021. Aracaju-SE | Foto: Diego Armando dos Santos

Apresentação

Nesta edição, disponibilizamos as aquisições do período 01 a 31 de julho de 2021. Na capa, destacamos resenhas de livros sobre Ensino de História e Ensino de Sociologia, coletânea sobre sertões, estudos sobre África, livros tese sobre sexo, doenças, direitos humanos, escravismo, memória e patrimônio. O número de temas, contudo, ultrapassa as duas dezenas.

Nos dossiês, os negacionismos, o de Jair Bolsonaro, inclusive, o neoliberalismo na América Latina, o uso das mídias pelos grupos religiosos, as políticas de saúde e de turismo são alguns dos temas abordados.

Neste último mês, incorporamos ao acervo mais doze revistas, como vocês podem acompanhar abaixo. Até dezembro, planejamentos agregar, aproximadamente, 50 revistas de História e trinta de educação (sobretudo as de “ensino”).

O número de sumários divulgados também aumentou (18), considerando que julho é mês típico de lançamentos.

Consultem os nossos índices de objetos de dossiê e de  objetos de resenha. Em julho, eles ganharam aproximadamente, 80 textos de apresentação e 250 resenhas.

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)


Resenhas


Dossiês


Sumários


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Para adequado uso do espaço na página inicial deste blog, destacamos até  treze resenhas, três dossiês e cinco periódicos recentemente incorporados ao acervo em cada edição mensal do Resenha Crítica.

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Parte inferior do formulário

Representatividade na citação e exaustividade na busca são imperativos morais para o pesquisador acadêmico.

Resenha Crítica, Aracaju & Crato, n.4, 1 jul., 2021.

Rio Vaza Barris Aracaju 26 jun 2021 IF 2

 


Edição n.4 (2021)

Apresentação

Nesta edição, disponibilizamos as aquisições do período 01 a 30 de junho de 2021. Destacamos resenhas sobre livros de história das mulheres, histórias do erotismo, do colonialismo em Moçambique e dos governos progressistas na América Latina. Também reblogamos resenha em periódico espanhol que avalia o escrito de autor brasileiro sobre Epistemologia Histórica.

Necessariamente, o tema da pandemia continua a pautar dossiês de modo objetivo ou como instrumento de contextualização.

Das novas revistas incorporadas ao acervo, destacamos dois periódicos: Filosofia e História da Biologia (USP/2020) e Palavras ABEHrtas (ABEH/2021), revista especializada em Ensino de História.

Aproveitamos para anunciar a finalização da captura dos dossiês de 120 revistas brasileiras de História. Cerca de 2100 textos de apresentação, linkados aos seus seus respectivos artigos, estão à disposição, via busca livre ou consulta parametrizada no índice de objetos de dossiê.

O trabalho de captura de resenhas continua. Hoje, acumulamos cerca de 3200 textos produzidos nos últimos 40 anos, já disponíveis para a consulta no índice de  objetos de resenha,

Saúde e trabalho para todos nós!

Itamar Freitas e Jane Semeão (Editores)


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Revistas recentemente incorporadas ao acervo

 


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Resenha Crítica, Aracaju & Crato, n.3, 01 jun., 2021.

Ex voto Juazeiro do Norte CE Sonia Menezes 2013

Edição n.3 (2021)

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Resenha Crítica, Aracaju & Crato, n.2, 1 maio 2021.

Acude Cedro Quixada Ce Sonia Menezes 2013

Edição n.2 (2021)

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Resenha Crítica. Aracaju & Crato, n.1, 1 abr. 2021.

Hospital Jose de Abreu Crato 1

Edição n.1 (2021)

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Dossiês

 


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Revista do Arquivo Público do Espírito Santo. Vitória, v.1, n.2, 2017.

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